Renato Pereira

Cria o teu cartão de visita Banner1 cerebral palsy cerebral palsy
Preço do barril agora
• Em 2002 o preço do barril custava ± 77 Euros ($­70). Quando chegar aos 110 dólares, o preço será 70,5€, ao câmbio actual.

Se o que pagamos não pára de aumentar, algo nos escapa... O que será? ANGOTERRA online

CÁ-FICO

Mais Um Blog do Pecus Malthus para dar gozo aos Pseudo intelectuais de esquerda, de direita, do centro, de baixo e de cima, à frente,à retaguarda, nos pontos intermédios e nos ubíquos... nada do que aqui edito sendo sério é para levar a sério... ("Rident Castigat Mores... e nada mais!)

quarta-feira, dezembro 24, 2008

O conformismo

FONTE: ORDEM DOS ADVOGADOS

O conformismo
23-12-2008
Nesta quadra em que há tão poucas notícias para divulgar desejo partilhar um texto que me foi enviado recentemente por alguém que ainda não conheço. AMP "O CONFORMISMOO conformismo é o produto final de um processo de cedências no decurso do qual as opiniões pessoais e as capacidades criadoras abdicaram de se exprimir ou, mais gravemente, começaram a murchar na fonte. A cidade empalidece e fica mais desguarnecida. Neste ponto, o homem dilui-se no não-ser e resta-lhe a lembrança de um sonho de si próprio que se apaga na impotência cívica e na solidão de todos os desencontros. Tecnicamente falando, a criatura aliena-se: perdendo-se de si, perde-se do mundo e transforma-se numa plasticina formatável pelos poderes sem compaixão. A democracia identificava-se com a irreverência cívica e assumia a gestão constitucionalizada dos conflitos como a substância do exercício de uma liberdade que tinha como limites a sua própria defesa. A liberdade era tudo, porque a razão não vive sem ela e o mundo que a recusasse era inimigo da inteligência condenando-se ao obscurantismo que dá alimento à servidão. O Homem da cidadela democrática seria livre de explodir na palavra, de se apresentar nas ideias e de as fazer intervir na gestão da vida colectiva: de que serviria a liberdade se o seu testemunho agonizasse no vazio? De que serviria a liberdade se o seu testemunho ocorresse nas margens? De que serviria a liberdade se o seu testemunho falecesse no silêncio? De que serviria a liberdade se o seu testemunho fosse hipocritamente punido? De que serviria a liberdade se não fosse liberdade? A liberdade era a safira do futuro, a amante dos heróis, a inspiração dos poetas, a central nuclear das Luzes e, como tantos outros, Voltaire aceitava morrer pela palavra solta ainda que dela viessem maus ventos para o seu destino. Liberta da falsidade arrogante dos dogmas, redimida da ignorância primária das superstições e resgatada das algemas da censura a palavra retirava a fantasia da clausura, dava oxigénio à inteligência, couraçava a confiança e punha os sentimentos em circulação na festa dos valores e na fidelidade aos factos. Cada um escolheria o seu bom, o seu belo e o seu certo no versátil baú da vida. Haveria um filão de leite e de mel amigo de todas as sensibilidades e de todos os gostos que recusassem a violência sobre o outro: a violência física, a violência psicológica, a violência económica, a violência cultural e a violência do esquecimento. Ciência à parte, cada um era uma subjectividade pronta a cumpliciar-se selectivamente com outras subjectividades em particulares visões do mundo e a democracia garantia que cada palavra individual era igual a cada palavra individual na formação das maiorias alternantes no leme do poder. Sob o manto protector e exaltante das liberdades formais, sob a força telúrica e racional do mercado e sob a intervenção equilibrante e humanizadora do Estado as luzes do progresso misturar-se-iam com o calor dos afectos num mundo razoavelmente bondoso e numa atmosfera aceitavelmente meritocrática. Este era o menú de luz da «liberdade, da igualdade e da fraternidade» com umas pitadas mais ou menos apimentadas de companheirismo do Estado. Este era o caminho radioso do ocidente que se opunha às sombras sinistras dos «goulacs». No comando estariam os mais aptos, nas ciências os mais inteligentes, na riqueza os mais empreendedores: mas ninguém seria excluído da cidade, ninguém deixaria de ser bem cuidado da saúde e ninguém deixaria de se sentar a uma mesa bastante! Alguns dos abris de Abril tomaram esta carta de intenções nas suas mãos, levaram-na ao regaço onírico do socialismo, regaram-na com a loucura de cavalos à solta, deram-lhe espaços ecuménicos, fizeram dela a gazua da liberdade de povos que pensaram justos e tomaram-na como mãe na solidária caminhada pelas veredas do futuro. Sabem onde está esta carta? Têm-na visto por aí? Conformaram-se com o seu exílio? Eu, não!" Valter Guerreiro(http://thexrek.blogspot.com)

IMPRESCINDIVELNecessários:
  • AUTARQUIA POVEIRA
  • Ass. Port. Dto CONSUMO
  • PETISCOS
  • Abruptosuave
  • ATLETISMO
  • PARÓQUIAS Comunicação e Jornalismo:
  • O Primeiro de Janeiro
  • TERRAS DO AVE
  • RETORTAblog
  • POVOASEMANÁRIO
  • VOZ DA PÓVOA
  • RADIO MAR
  • RADIO ONDA VIVA
  • A VOZ DE ARGIVAI SITIOS DE INTERESSEInteressantes:
  • ENGENHEIRO
  • MAR
  • A CERCA
  • ADVOGADO
  • IGNORANCIA
  • A ALQUIMIA
  • TSF -rádio
  • PORTOLEGAL
  • Google News
  • P.SOCIALISTA
  • BOTICÁRIO
  • PSP
  • A Verdade da Descolonização
  • DESPORTIVO da Póvoa
  • ANGOLA MINHA TERRA
  • CLUBE FLUVIAL VILACONDENSE
  • CLUBE NAVAL POVOENSE
  • MUITOGROSSO
  • AQUI manda o Pecus
  • TONY VIEIRA
  • O POVEIRO
  • CÁ-70
  • ANTIVILACONDENSE
  • KAFKA
  • Andebol da Póvoa
  • UNIPOL
  • Argivai
  • PEREIRALEX
  • UDCARGIVAI
  • SEXTANTE POVEIRO
  • ACÇÃO SOCIALISTA
  • Benfica
  • BRASIL ESCOLA
  • Google News
  • Edit-Me
  • Edit-Me
  • cerebral palsy cerebral palsy cerebral palsycerebral palsy < cerebral palsycerebral palsy cerebral palsycerebral palsy Take my poll!