CÁ-FICO
Mais Um Blog do Pecus Malthus para dar gozo aos Pseudo intelectuais de esquerda, de direita, do centro, de baixo e de cima, à frente,à retaguarda, nos pontos intermédios e nos ubíquos... nada do que aqui edito sendo sério é para levar a sério... ("Rident Castigat Mores... e nada mais!)
Sábado, Julho 18, 2009
Sexta-feira, Julho 17, 2009
Quinta-feira, Julho 16, 2009
HINO DA UNIÃO
HINO DA UNIÃO
(Refrão)
Vamos vencer
Vamos ganhar
Qualquer lugar
Sempre a dançar
1
Sem ninguém a igualar
A correr ou a saltar
Toda a vitória se esfola
Com um livro e uma bola
2
À União Desportiva
E Cultural de Argivai
Nesta altura festiva
Seu belo hino cantai
3
Azul e amarelo vestida
Óh união, óh união
De Argivai tão querida
Canta lá este refrão (refrão)
4
Os Ranchos dançam
No largo do Padrão
No campo jogam
Os moços da União (refrão)
5
Meus olhos atrai
Òh linda Argivai
Poveirinha bela
Azul e amarela (refrão)
6
Ser poveirinho de gema
Em Argivai ter nascido
Que alegria suprema
Em união ter vivido
(Refrão)
Vamos vencer
Vamos ganhar
Qualquer lugar
Sempre a dançar
Sábado, Julho 11, 2009
Sexta-feira, Julho 10, 2009
Terça-feira, Julho 07, 2009
ENCONTRO com D. SEBASTIÃO
Encontro com D. Sebastião
As ondas baloiçam
no mar da Póvoa.
O mar enrola na areia
e tráz consigo uma caravela
Eis que chega D. Sebastião
O ETERNO RETORNADO.
Segue sempre em frente
na sua satisfação insatisfeita
Encontro-me com ele numa esquina:
- Que me queres Pá? Conheço-te de onde?
-Amigo sou SEBASTIÃO “o Desejado”..
-Tu ?! Não brinques comigo !!!
Chegou D. Sebastião barbado
e cabelo grande…
Chegou D. Sebastião mais parecido
no vestir e na forma com um hippy…
Se és D. Sebastião
se és meu amigo,
fala comigo!
Diz-me então porque voltaste!
Voltei porque a raposa matreira
me disse que aqui os rios cantavam
e que tudo nascia e não morria
como em eterma Primavera !
Sim és D. Sebastião.
Sonhas sempre! sonhas Sempre!
Serás sempre Jovem! sempre o Serás!
Agora Vê !Que vale sonhar Sebastião?
Sim dizes bem
que vale sonhar!
pois vale para acordarmos depois
e sentirmos como eu agora-triste
triste por ver que as pedras emagrecem
no desgastante andar dos famintos
pelas calçadas.
triste por ver que as folhas continuam
a envelhecer…
…que tudo morre…
…e nada chega a VIVER !!!
Póvoa de Varzim, 23 de Agosto de 1976
in” Poesia Incontinente- ngola gomes
renato gomes pereira “
Domingo, Julho 05, 2009
Nada tenho contra este homem…
Desejo-lhe um bom percurso politico,-e já lho disse pessoalmente.
O mesmo desejo aos seus colegas
candidatos pela primeira vez…
E não os apoio..não é por ele…nem pelos outros…
[noutras circunstâncias,
ou noutro partido
teriam o meu voto],
…mas por alguns “compadres e comadres”
que não “Largam o Taixo”
Prezo muito a limitação dos mandatos
e a rotatividade …
PARVOS e Trengos? Não …Ignorantes !!!
Claro que é por Ignorância… Só pode ser…
Por falta de Instrução…por Arrogância e por
por Renitência, não acreditamos?
Não ouvir a oposição…
votar em causa própria…
alienar património publico?
ameaçar os adversários?
insultar o público descontente?
demolir apressada e arbitráriamente
o objecto do abaixo assinado?
Quem tem medo do “lobo mau”?
Claro que é por ignorãncia !!!
Quarta-feira, Julho 01, 2009
garatujando
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
...
A praia da Póvoa ou a aberração em que a transformaram
CARTA ABERTA
AO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA
DA PÓVOA DE VARZIM
Senhor Presidente,
Entendo ser um dever cívico, que exerço na qualidade de cidadã e de poveira, este que me impele a fazer participação pública de um roubo de que fui vítima, praticado à luz do dia e à vista de todos, na terra em que nasci.
Imponho-me, pois, a incontornável obrigação de o denunciar.
E, ao fazê-lo, manifesto também o meu veemente protesto por terem sido criadas condições que levaram a que esse roubo se concretizasse.
Se o faço endereçando esta carta a V.Exa., Senhor Presidente, é por ser o Senhor quem detém a responsabilidade máxima da gestão dos interesses da Póvoa.
Faço-o, no entanto, convicta de que, neste caso concreto, a culpa não cabe só a um Presidente de Câmara, a uma Assembleia Municipal, a um responsável pela Capitania do Porto, a um responsável pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira.
A culpa do que se passou cabe a todas estas entidades, sim!
Mas cabe também aos poveiros. Ao povo da Póvoa!
A culpa do que fizeram à minha, à nossa Terra, cabe a todos e a cada um dos que com as suas acções ou o seu silêncio, desinteressado ou cúmplice, permitiram o que aconteceu.
E o que aconteceu, Senhor Presidente, foi o terem-nos roubado o mar!
Sobre a areia da praia, desde o seu ínicio frente ao Casino até às Piscinas, foi construída uma cortina de casotas e caixotes de grandes dimensões, em materiais diversos pintados de castanho escuro, que impede a nossa tão antiga, tão profunda, tão essencial relação com o Mar.
Dizem-me que as casotas são apoios de praia. Agrupadas quatro a quatro, ali se guardam os tarecos dos banhistas, ali existe um quarto de banho, ali se inventou um bar.
Bem, que sejam necessários apoios de praia, entende-se.
Que tenham que ter aquelas dimensões e ser naquela quantidade e que tenham sido pintados daquela cor, não!
Dizem-me, também, que aqueles indescritíveis caixotes são cafés.
Ao longo de todo o areal da praia de banhos, entre casotas e caixotes foi permitida a instalação de cerca de cinquenta -pasme-se!- serviços de bar!
Mas haverá alguém, a quem genuinamente interesse o bem da Póvoa e da sua comunidade, que concorde com tão despudorada usurpação dos seus mais elementares direitos?
O Senhor, que tem feito pela Póvoa obra que a valoriza e o valoriza, o Senhor dorme descansado, Senhor Presidente?
O que me roubaram foi, pois, o mar! Roubaram-nos o mar!
Entre barracas de praia e esta proliferação de construções, cortaram-nos o prazer único de desfrutar da vista do mar.
E a Póvoa sem o mar não é a Póvoa!
Quem vai pelo Passeio Alegre em direcção ao Norte tem, à esquerda, aquela cortina escura de caixotes e casinhotos ,e à direita, porta sim, porta não, uma loja de produtos chineses.
A Póvoa está descaracterizada. Adulterarada. Esvaída da alma que a animava!
Eu não vivo na Póvoa mas sou da Póvoa.
Sou filha, neta e bisneta de poveiros.
Esta terra não é só a terrra onde nasci. Esta terra é a minha raiz!
E o mar, o mar da Póvoa, Senhor Presidente, não é pertença de Governo nenhum!
Não é pertença de Câmara nenhuma!
Não é pertença de Partido Político nenhum!
O mar sempre esteve aqui para que dele e com ele vivêssemos. Para que nele lavássemos os olhos. Para que nele nos revigorássemos. Para que nele nos reinventássemos.
A areia grossa, dourada, sempre deixou que espreitassemos o enlevo com que o mar nela se enrola. Sempre nos deixou olhar a ternura com que ele colhe na lonjura os beijinhos que, apaixonado, lhe vem, depois, espalhar pelo regaço.
É pois, aqui, que o mar tem de estar. Aqui! Diante dos nossos olhos!
E a areia tem de voltar a cheirar a algas e a maresia, Senhor Presidente. Não podemos admitir que passe a exalar o cheiro nauseabundo dos interesses privados!
Sabe, o Senhor, o que deveras me surpreende? Sabe o que deveras me magoa?
Pois é este constatar que a minha gente, que porta como herança, no sangue, a bravura dos homens do mar, se deixa ficar, assim, numa confrangedora inércia, a assistir ao roubo do que de mais importante possuímos.
Ora vejamos: Eu participo com os meus impostos para que o Senhor Presidente zele pelos interesses da minha terra. Não para que a destrua.
O que posso eu, então, fazer perante esta situação?
Bem, posso começar por manifestar a minha indignação. É o que estou fazendo.
E posso, também, seguir a sugestão que me fica da leitura de uma carta que um pobre homem da Póvoa de Varzim um dia escreveu ao Dr. Pinto Coelho, que era, à época, director da Companhia das Águas de Lisboa.
Deixe-me ter a ousadia, Senhor Presidente, de fazer minhas as palavras de Eça de Queirós:
Eu obriguei-me para com V.Exa. a pagar a despesa de uma encanação, o aluguer de um contador e o preço da água que consumisse. V.Ex.ª, pela sua parte, obrigou-se para comigo a fornecer-me a água do meu consumo. V. Ex.ª fornecia, eu pagava. Faltamos evidentemente à fé deste contrato: eu, se não pagar. V. Ex.ª, se não fornecer.
Se eu não pagar, V.Ex.ª faz isto: corta-me a canalização. Quando V.Ex.ª não fornecer, o que hei-de eu fazer, Exmo. Senhor?
É evidente que, para que o nosso contrato não seja inteiramente leonino, eu preciso no caso análogo àquele em que V.Ex.ª me cortaria a mim a canalização, de cortar alguma coisa a V.Exa.ª...Oh! e hei-de cortar-lha...
Eu não peço indemnização pela perda que estou sofrendo, eu não peço contas, eu não peço explicações, eu chego a nem sequer pedir água! Não quero pôr a Companhia em dificuldades, não quero causar-lhe desgostos, nem prejuízos!
Quero apenas esta pequena desafronta, bem simples e bem razoável, perante o direito e a justiça distributiva: quero cortar uma coisa a V.Exª.
Rogo-lhe, Exmo. Senhor, a especial fineza de me dizer, imediatamente, peremptoriamente, sem evasivas, nem tergiversações, qual é a coisa que, no mais santo uso do meu pleno direito, eu possa cortar a V.Exª.
Tenho a honra de ser
De V.Exa.ª
Eça de Queirós
Sem outro assunto de momento sou, também eu, de V.Exa.,
Atenciosamente,
Libânia Feiteira
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publicado por garatujando às 16:05
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Adicionar ao SAPO Tags |De DIMAS MAIO a 27 de Junho de 2009 às 23:04
O que te queria dizer, é que ,estou perfeitamente de acordo com a Libânia
na carta ao Presidente da Câmara.
Aquilo, penso eu, foi inspirado em autênticos espigueiros.
Por isso, não ficariam tão mal numa praia fluvial .
E agora, aquelas 2 grandes barracões ... Que de madeirame ali vai !
Que raio de mostrengos !
E dizia-se que seriam construções ligeiras !...
Abraço.
--
Dimas Maio
Terça-feira, Junho 30, 2009
M U I T O G R O S S O: Rafeiros Politicos...
30 Setembro 2006
Rafeiros Politicos...
O Cão de Fila...
Desde já se avisa que este Blogue não
pertence a nenhuma organização politico-
partidária autárquica ou similar e muito
menos é porta-voz de qualquer de outros
interesses que não sejam os dos seus
ideários...que podem cherar muito mal
e saber bem pior...
A todos esses rafeiros politicos
alçamos a pata para mijar
nas perneiras e inundar os sapatos...
"Vivam os Direitos dos Animais,
não nos vendam e, nem se vendam!"
http://www.netcaca.pt/pag/art/declaracao_universal.htmPUBLICADO Por UNIVERSALEX @ Sábado, Setembro 30, 2006
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Sexta-feira, Junho 26, 2009
lino braga: Tudo vale a pena se a alma não é pequena
Domingo, 5 de Abril de 2009
Tudo vale a pena se a alma não é pequena
Achas que vale a pena ir a esta Assembleia? Ou vai continuar o enxovalho a quem pensa de maneira diferente?
Eles...a Junta...nem se dignam responder aos emails que lhes mando!!!Quando eu envio emails para qualquer entidade, mesmo embaixadas de países que prendem e que matam arbitrariamente...tenho sempre pelo menos uma resposta diplomática...
Claro que eu não gosto de hipocrisias...e pelo menos disso parecem sofrer pouco...embora não estejam livres...
Transcrito de In Veritas, 3 de Abril de 2009
Boa tarde, Renato.
Claro que vale a pena ir à Assembleia, és um qualificado cidadão de Argivai, com muito para dar à terra, tens o dever de participar na vida cívica, porque Argivai precisa de ti.Não deves abdicar dos teus direitos, acho que a autarquia tem a obrigação de responder às tuas questões, aliás, as informações que pedes deviam ser do conhecimento público, tanto quanto eu saiba em Argivai não há segredos de Estado.
Parafraseando o nosso poeta Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena se a alma não é pequena".Transcrito de lino braga, 3 de Abril de 2009
A alma não é pequena...mas a mesquinhez deles é grande...tiveste o exemplo disso no comportamento quer do Presidente da Mesa da Assembleia quer na Secretária. Eu tive especial cuidado de perceber a maldade e parcialidade da filha do Adolfo quando leu a parte do acordo dos CTT que se referia ao sigilo entre as partes. Claro que esse sigilo tem a ver com o segredo da própria correspondência e demais actividades afins na protecção dos direitos de terceiros (que são os clientes, neste caso os remetentes e os destinatários das referidas correspondências e encomendas, etc. etc. etc...), inferir disso que o contrato entre a Junta e os CTT é de carácter sigiloso...isso é uma arrogância e petulância a todo o tamanho. Ainda dizes que devo continuar a "dar pérolas a porcos"?
Compreendo a tua atitude e apoio-te a ti, ao Rogério e ao Domingos e aos demais que lutam desinteressadamente, sem estar à espera das benesses que o "trabalho temporário" que o oportunismo político hoje oferece...e a vida não está fácil...e mais a mais a "cavalo dado não se olha o dente"...
Mas eu sempre gostei de dignidade na politica...aquela que havia antigamente - lembras-te que fomos dos primeiros a participar no primeiro recenseamento da população eleitora na freguesia de Argivai após a constituição de 1976. Era Secretário da Junta salvo erro o Sr Rogério sogro do Rogério Poço? O Presidente ou era o Delfim Torres ou o Sebastião... lembras-te que as pessoas iam para as mesas de voto... não recebiam nada por isso estavam lá o dia inteiro, e a menos que o Lino do café ou o Fernando da loja fossem lá deixar um vinho do porto e umas bolachas não havia mais nada do que o alivio de cumprir um dever cívico.... e até o Presidente da Junta nem sequer recebia ajudas de custo quanto menos remuneração alguma. Esses desse tempo merecem a reforma...
Transcrito de Cá Fico, 3 de Abril de 2009
Oh pá !!! eu ontem só não perdi tempo porque fiquei finalmente a saber? (será que fiquei?... apenas foi lido e não sei se a filha do presidente da junta leu ou não todas as cláusulas, acredito que sim?...mas... e se não leu? como vamos provar que o não fez? ninguém teve acesso ao documento original...) que o terreno em causa afinal foi doado à Argevadi por direito de Superfície Perpétuo...
A única coisa positiva é que as construções aí edificadas do que entendi (mas precisava ainda de ler a escritura mais atentamente aí umas quatro vezes para perceber as vírgulas e os pontos... quer-me parecer que a senhora de tão cansada e enfastiada não fez a pontuação adequada...) revertem para a Junta de Freguesia. E por aí haverá uma Nua propriedade atípica, onde o Usufrutuário dessas construções será a Argevadi ou a quem as parcerias entretanto assumidas sejam em cada momento atribuídas...e nessa parte é um bom contrato. A parte péssima, assim de relance, parece-me ser em caso de incumprimento por parte da Argevadi pouca possibilidade prática terá a autarquia de reaver os terrenos, melhor seria em vez de direito de superfície ter optado pelo direito de usufruto...porque quanto a mim vai ser muito difícil a qualquer junta futura mesmo pela via judicial conseguir o retorno dos terrenos...pois que entretanto forçosamente outros terceiros terão direitos de crédito sob a Argevadi e não só e até garantias reais - hipotecas, direitos sobre direitos, penhoras e outras chatices...que permitirão providências cautelares, moratórias, etc. etc...
Saber se a posse dos terrenos por parte da Argevadi é de boa ou má fé tendo em conta a oposição da UEA e as fragilidades de todo o processo negocial, desde a aprovação em assembleia de freguesia...ao deficiente ou menos eficiente substrato inicial da IPSS, poderão ser factores a beneficiar no futuro a devolução dos mesmos. Mas existem sempre factores imponderáveis, um deles é a alteração anormal das circunstâncias, por exemplo se o estado não der o dinheiro, se o empreiteiro construtor falir...que darão razão à Argevadi. Também se pode dar o caso da Argevadi ser uma pessoa de bem e devolver os terrenos, mas os seus credores não deixarem isso acontecer e na primeira linha teremos a segurança social o fisco e claro está os trabalhadores e assalariados da Argevadi que o único bem palpável que podem agarrar-se para fazer-se pagar é esse direito de superfície perpétuo.
Por isso mais vale ser realista e perceber que o terreno do salão tal como o salão - já era. Já não é mais da autarquia...
Transcrito de Cá Fico, 4 de Abril de 2009
Olá Renato!
Esta maioria política faz sigilo, oculta, não presta contas aos eleitores dos Contratos e Protocolos que estabelece com terceiros, actuando como se estivessem a gerir algo privado, esquecendo-se que Argivai é de todos e a todos devem prestar contas.
Não acho recomendável esta forma de governar, porque a população deve saber o que é que a Junta anda a fazer, e esta tem a obrigação de esclarecer detalhadamente para que não haja suspeição.
A governação política deve ser transparente!Em Argivai não se está nesse patamar, mas havemos de lá chegar. Para atingirmos esse desiderato temos que trabalhar na mudança, e ela é possível, basta que não baixemos os braços neste combate.
Temos andado há anos a pedir cópias dos Contratos e Protocolos à Junta, sendo recusado sistematicamente por falta de cultura da transparência, porque o que pedimos é o que temos direito, baseado na Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, como acompanhar e fiscalizar a actividade do órgão executivo; solicitar e receber informação sobre assuntos de interesse para a freguesia e sobre a execução de deliberações anteriores, a pedido de qualquer membro em qualquer momento; apreciar a recusa, por acção ou omissão, de quaisquer informações e documentos, por parte da junta de freguesia ou dos seus membros, que obstem à realização de acções de acompanhamento e fiscalização; pronunciar-se e deliberar sobre todos os assuntos com interesse para a freguesia; etc.
Como é habitual no mandato desta maioria, recusaram mais uma vez o pedido dos deputados, em vez disso leram um documento que foi dito ser da escritura de cedência do terreno do Salão Social.
Como te disse, Renato Pereira, sou a favor da construção da Cresce em Argivai, pois é um equipamento que traz mais valias à terra.
Verifiquei que ficaste boquiaberto com o conteúdo da dita escritura, nomeadamente sobre a forma jurídica de cedência, inferida da leitura do documento pela Srª Secretária da Mesa da Assembleia, onde refere a “doação por direito de superfície perpétuo”.
Será importante dizer que para a obra ser financiada pelo programa PARES, Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, plasmado no Regulamento PARES, anexo à Portaria nº 426/2006 de 2 de Maio, não era exigida doação nem cedência de direito de superfície perpétuo, apenas se exigia que houvesse uma cedência do direito de superfície pelo prazo mínimo de 20 anos.
Pugnei, desde o início das reuniões da constituição da Argevadi, pela cedência do direito de superfície por 20 anos, após estes 20 anos a Junta de Freguesia poderia renovar, ou encontrar outra forma para que o equipamento servisse da melhor forma a população de Argivai.
Esta minha tese não vingou nas reuniões constitutivas da Argevadi.
Desta forma, fiquei isolado na tentativa de salvaguardar qualquer desmando que no futuro possa acontecer a este equipamento social.
Transcrito de lino braga, 5 de Abril de 2009
Publicada por lino braga em 10:23 AM
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2 comentários:
- CÁ FICO disse...
continua meu...Não desistas agora...
Infelismente a n´so sós nos dão razão muito depois das catrastofes acontecerem... estou farto de me darem razão "depois"... O que eu gostaria é que me tivessem dado razão "antes"...- 5 de Abril de 2009 11:28
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- IN VERITAS disse...
Meu comentário no sextante poveiro:
http://sextante-poveiro.blogspot.com/
do Comandante Figueiredo...
IN VERITAS disse...
No caso de Argivai," el presidente pistolero politico " como em muitas freguesias por esse Portugal Profundo, o cenário não muda muito...calar a oposição a todo o custo nem que seja com a ameaça e a ignominia...lançar na lama a oposição...felizmente como no caso de Argivai, a oposição não subserviente ao poder obrigou à terceira tentativa a realização da tal assembleia requerida há muito...Obrigou..pediu esclarecimento mas foi enxovalhada...felizmente que o Presidente da Junta, ex-socialista, reconheceu o erro e pediu parcialmente desculpas..revelando em parte o lado bom... Mas sabendo que haviam mais de 600 assinaturas contra a demolição do salão social de argivai nos termos em que pretendia- ou seja sem alternativa para a freguesia - apressou-se ademoli-lo mesmo antes da entrega anunciada das referidas assinaturas...
Assim se boicota " a democracia participativa" ... a auscultação daverdadeira vontade popular.. e funciona o "caciquismo" do sec XIX... Continuam a existir muitos "joãozinhos das perdizes" personagem inegualável de Julio Dinis... Porugla Oitocentista revela-se na politica com estes novos partidos "Regeneradores e Proguressistas"...
17 Março, 2009 11:12- 9 de Abril de 2009 1:37
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DOMINGOS SILVA da União Eleitoral de Argivai –UEA …tem toda a razão…
Fonte: http://www.vozdapovoa.com/noticia.asp?idEdicao=184&id=7403&idSeccao=1691&Action=noticia
Voz da Póvoa Edição de 26 de Junho de 2009
SECÇÃO: Política
UEA Criticou Actuação do Presidente da Assembleia de Argivai
Domingos Silva
A Assembleia de Freguesia de Argivai, sexta-feira, foi fértil em críticas por parte da oposição, representada pelos três deputados da União Eleitoral de Argivai (UEA), ainda na sequência dos insultos dirigidos à oposição pelo presidente da Junta, Adolfo Ribeiro, na sessão anterior, em que proferiu as seguintes palavras: “vocês são uns calhaus com dois olhos. Se tivesse aqui a p… dava-vos três tiros a todos”.
Domingos Silva, candidato da UEA à Junta de Freguesia de Argivai, criticou António Matos, presidente da Assembleia de Freguesia: “ao longo deste mandato teve um papel francamente decepcionante e demonstrou ter falta de autoridade para dirigir as sessões.
Segunda-feira, Junho 22, 2009
CASOS DE TORTURA
Relatório denuncia casos de torturas em Angola
Segunda, 22 Junho 2009 00:48
“Os militares bateram-me
apertaram-me os testículos”
Londres – O governo de Angola devia pôr fim imediato à detenção ilegal e tortura de pessoas suspeitas de actividades rebeldes no enclave de Cabinda, província de Angola rica em petróleo, anunciou a Human Rights Watch num relatório publicado hoje.
No relatório de 29 páginas, “‘Puseram-me no Buraco’: Detenção Militar, Tortura, e Processo Injusto em Cabinda,” a Human Rights Watch reporta um padrão preocupante de violações dos direitos humanos praticadas pelas forças armadas angolanas e agentes dos serviços de inteligência. Entre Setembro de 2007 e Março de 2009, pelo menos 38 pessoas foram presas arbitrariamente pelos militares em Cabinda e acusadas de crimes contra a segurança do Estado. Muitos foram sujeitos a detenção incomunicável por longos períodos, tortura e tratamento cruel ou desumano em detenção militar e foram-lhes negados direitos a um processo justo.
“As Forças Armadas Angolanas estão a cometer graves violações dos direitos humanos em Cabinda,” afirmou Georgette Gagnon, Directora de África da Human Rights Watch. “As preocupações de Angola com a segurança não justificam a tortura de pessoas ou a negação dos seus mais básicos direitos.”
O relatório da Human Rights Watch baseia-se em entrevistas realizadas em primeira mão em Março de 2009 com 20 reclusos na prisão do Yabi, em Cabinda, assim como em documentos de processos judiciais e outras fontes. Muitos dos reclusos eram são oriundos de zonas rurais do interior de Cabinda e foram detidos durante rusgas militares que se seguiram a ataques armados atribuídos à Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), um movimento separatista de guerrilha. Eles foram mais tarde acusados de crimes contra a segurança do Estado por alegado envolvimento em ataques armados atribuídos aos separatistas.
Os reclusos relataram de forma coerente à Human Rights Watch os maus tratos sofridos sob detenção militar. Um deles afirmou, “Eles levaram-me amarrado para a unidade militar do Caio e puseram-me num buraco cheio de água. Fiquei ali 19 dias... Eu insistí que era inocente.” Outro recluso afirmou: “Os militares bateram-me, apertaram-me os testículos e a minha língua com uma pinça, avisando-mepara ‘dizer a verdade’. Eu gritei de dor.”
Documentos dos processos judiciais demonstram que confissões obtidas sob tortura foram utilizadas como prova durante os trâmites judiciais e que os advogados de defesa não tiveram acesso prévio a essas “provas”.
O governo devia abandonar todas as acusações produzidas contras cidadãos, que sejam baseadas em confissões obtidas ilegalmente, tais como as obtidas sob tortura, afirmou a Human Rights Watch. A tortura é proibida em qualquer momento pelas leis internacionais dos direitos humanos, e os padrões internacionais de processo justo proibem que confissões obtidas sob coerção sejam utilizadas como prova.
A Human Rights Watch apelou ao governo de Angola que garanta que as forças armadas transferem indivíduos detidos por crimes de segurança imediatamente para as autoridades civis competentes; que as condições de detenção estejam de acordo com os padrões internacionais para a detenção antes do julgamento; e que permita julgamentos atempados e imparciais. O governo devia investigar todas alegações de graves violações dos direitos humanos cometidas por militares e elementos dos serviços de segurança, e processar judicialmente alegados autores, disse a Human Rights Watch.
O relatório da Human Rights Watch fornece mais detalhes sobre o conhecido caso de Fernando Lelo, um antigo correspondente da Voz da América que foi condenado por crimes contra a segurança do Estado num julgamento injusto, em Setembro de 2008. O relatório também recorda casos que atraíram muito menos atenção pública e arriscam ser ignorados.
Com alguma prudência pode-se afirmar que há alguns sinais de melhoria: ao contrário de Lelo e dos soldados condenados com ele, os outros reclusos acusados de crimes contra a segurança do Estado serão julgados num tribunal civil. Em Maio de 2009, um juiz do tribunal civil de Cabinda absolveu quatro desses reclusos por falta de provas; o procurador de Cabinda apelou da sentença, que ainda está pendente.
“Uma absolvição por falta de provas é um sinal positivo, mas a menos que detidos torturados sejam indemnizados e os oficiais militares responsáveis sejam punidos, há poucas garantias contra futuros abusos,” afirmou Gagnon. “O governo de Angola devia rever rapidamente a sentença injusta de Lelo e os condenados com ele, garantir o pleno direito a um processo justo aos acusados de crimes contra a segurança do Estado, e indemnizar as vítimas de tortura.”
Um acordo de paz de 2006, assinado pelo governo de Angola e uma facção da guerrilha separatista procurou terminar formalmente o conflito armado em Cabinda, que existe desde a independência de Angola em 1975. O governo angolano afirma que a guerra em Cabinda terminou. Contudo, têm continuado ataques esporádicos contra as forças armadas e trabalhadores estrangeiros, e um grupo da FLEC ameaçou aumentar a suas actividades até o Campeonato Africano das Nações em 2010, que terá lugar também em Cabinda.
“‘Puseram-me no Buraco’: Detenção Militar, Tortura, e Processo Injusto em Cabinda” disponível em:
· Português: http://hrw.org/en/embargo/node/83881?signature=9d6e1cf6948a498234fbece3f6476a43&suid=6
Relatório disponível em: · Português: http://www.hrw.org/node/83882
· Inglês: http://www.hrw.org/node/83880
Para mais informação da Human Rights Watch sobre Angola, visite:
http://www.hrw.org/en/africa/angola
Fonte: HRW
CDomingo, Junho 21, 2009
que diz Renato Matos
Fonte: ACÇÂO SOCIALISTA
ENTREVISTA
Renato Matos, candidato à Câmara da Póvoa de Varzim
“Apostar no turismo, na área social e na reabilitação urbana”
Nas próximas eleições autárquicas, os poveiros que entenderem que é “desejável e possível uma mudança” têm no PS “a única alternativa válida” ao actual Executivo camarário “sem capacidade de resposta para os problemas do município e com uma atroz insensibilidade social”, afirma Renato Matos, candidato do PS à presidência da Câmara da Póvoa de Varzim que, em entrevista ao “Acção Socialista”, aponta como prioridades do seu programa uma política de turismo “mais arrojada”, uma aposta na área social, com medidas de apoio às famílias mais carenciadas, ao comércio local e às pequenas e microempresas, e um forte investimento na reabilitação urbana.
Uma das principais bandeiras da sua candidatura é a criação da marca turística “Póvoa de Varzim”. Qual o objectivo?
A Póvoa de Varzim sempre foi uma referência no turismo nacional, sendo um destino muito procurado no Noroeste Peninsular, mas o mundo mudou, as cidades perceberam a importância para as suas economias da actividade turística e passaram a competir entre si na oferta. Os patamares de exigência na qualidade da oferta turística aumentaram e a Póvoa não conseguiu acompanhar essa mudança. Nas duas últimas décadas a cidade perdeu importância e competitividade naquele que é o sector-chave da economia local.
É, assim, vital para a economia do concelho inverter esta tendência, criando a marca turística “Póvoa de Varzim”, envolvendo o sector empresarial local e a população em geral nesse desígnio, desenvolvendo as condições para elevar para outros patamares qualitativos a oferta turística existente.
Sendo o turismo o sector-chave da economia poveira, que projectos e iniciativas tem programadas para potenciar esta área sem pôr em causa um desenvolvimento sustentável?
Com vista a elevar a qualidade da nossa oferta e atracção turísticas entendemos ser fundamental a requalificação da nossa frente urbana marítima, ampliando a marina até ao actual porto de pesca, com a criação de uma zona para restauração e locais de animação de qualidade. É fundamental a promoção de zonas de estar, convívio, socialização e diversão em zonas nobres da cidade e bem definidas através de uma estratégia que procure devolver o mar e o espaço público a uma fruição tão generalizada e diversificada quanto possível.
Neste escopo é necessária a requalificação das zonas balneares na parte norte do concelho e repensar a ocupação das praias e dos equipamentos de apoio.
Entendo ser também necessária a captação de investimentos para equipamentos de qualidade no domínio hoteleiro (SPA, talassoterapia) e a criação de uma casa museu do Mar que preencha as lacunas culturais da Póvoa.
Um das apostas da sua candidatura é a área social. Que medidas estão previstas para apoiar os cidadãos e as famílias de mais baixos rendimentos, na actual conjuntura de crise económica?
A Póvoa é o concelho do Grande Porto com menor rendimento por habitante, com menor índice de poder de compra concelhio e com a população menos qualificada. São dados muito preocupantes. Se eu fosse presidente da Câmara nesta altura estaria bastante preocupado, mas infelizmente vemos hoje uma autarquia sem capacidade de resposta para os problemas do município e com uma atroz insensibilidade social. Temos de intervir rapidamente com medidas objectivas e imediatas. Desde logo um pacto fiscal municipal extraordinário para os próximos dois anos que contemple uma diminuição do tarifário da água para pensionistas mais carenciados e para as famílias cujo agregado esteja em situação de desemprego. Da mesma forma é imperioso diminuir as taxas de ligação ao saneamento (das mais altas do país).
Para além deste pacto fiscal municipal, pretendo criar um gabinete de crise para apoio ao comércio local e às micro e pequenas empresas para estimular a economia local e incentivar a criação de emprego. Assim, pretendo isentar o comércio local das taxas de publicidade e estabelecer protocolos com o sector empresarial local com vista à contratação de desempregados do nosso concelho.
Uma das suas apostas é a revitalização do parque habitacional. Em que moldes se vai processar esse objectivo?
Quer por uma questão económica e turística mas essencialmente por uma questão social, é importante que a autarquia faça um investimento na reabilitação urbana. Acho que pode ser importante tentar encontrar formas de renovação de fachadas, sobretudo nas principais artérias da cidade (Av. Mouzinho de Albuquerque e Av. Vasco da Gama) e incentivos aos moradores para o fazerem de forma concertada e relacionada com uma imagem definida para a cidade. Por outro lado, é necessário que se incentive os proprietários na requalificação dos seus imóveis, isentando-os do pagamento do IMI por um período de dois anos após as obras. Por fim, também numa lógica social, pretendo implementar o apoio à pequena obra e à pequena reparação doméstica, que consiste num apoio da autarquia através dos seus funcionários, em parceria com as Juntas de Freguesia, para pequenas reparações nas habitações mais degradadas.
Sou também um defensor do direito à arquitectura, como tal, pretendo instituir um prémio anual de arquitectura da cidade, de forma a promover a qualidade arquitectónica dos nossos edifícios.
Quais são, na sua opinião, os principais trunfos que o PS dispõe para conquistar a autarquia?
A Póvoa de Varzim é o único concelho do distrito do Porto onde o Partido Socialista nunca ganhou nenhuma eleição. Sei, portanto, das dificuldades que me esperam, porque sociologicamente este concelho é muito conservador.
Alguns louvam-me a coragem pelo embate, mas eu não tinha era coragem de ver a minha terra ficar para trás a cada dia que passa e nada fazer.
Nas próximas eleições autárquicas, os poveiros serão confrontados com uma decisão muito simples: quem estiver contente com o rumo do nosso concelho deverá legitimamente votar no actual presidente da Câmara, quem entender que é desejável e possível uma mudança tem no Partido Socialista a única alternativa válida. O Partido Socialista na Póvoa de Varzim é composto por homens e mulheres que nos últimos anos têm, não só, feito um levantamento exaustivo dos problemas do concelho, mas também apresentado propostas que de forma séria e sustentada, possam ir de encontro aos anseios e expectativas mais legítimas da população.
É essa seriedade que depositamos no exercício da actividade política, não caindo na tentação da demagogia fácil, fazendo um esforço contínuo para consolidarmos técnica e politicamente a nossa intervenção, que faz com que cada vez mais cidadãos da nossa terra olhem para o PS como um fiel depositário das suas esperanças.
Quais as vão ser as principais prioridades do programa socialista para a Câmara?
Para além da questão social e da clara aposta numa politica de turismo mais arrojada e de acordo com o legado e as potencialidades turísticas da Póvoa de Varzim, tal como já aqui expus, o futuro programa de governo local da nossa candidatura terá uma especial preocupação com a excessiva carga fiscal municipal que a autarquia sacrifica a população, (Água, lixo e saneamento mais caros do país), procurando que essa carga fiscal seja mais de acordo com as reais possibilidades financeiras da população, assumindo assim o escopo de sermos mais exigentes na gestão dos dinheiros públicos, a começar pela alteração da política de recursos humanos da autarquia.
Outra prioridade que o Partido Socialista assumiu já há algum tempo é uma nova política de mobilidade, mais consentânea com uma melhor qualidade de vida da população, com a criação de uma rede de ciclovias, duma rede urbana e suburbana de transportes públicos ecológicos e adoptando o conceito de park and ride nas zonas limítrofes da cidade.
Outra grande prioridade da minha candidatura é a introdução de uma abordagem ou concepção do exercício do poder local, onde se instigue a participação política dos cidadãos utilizando instrumentos como o orçamento participativo e a figura jurídica do referendo local.
O que podem esperar os munícipes de Renato Matos à frente dos destinos da Câmara?
Os poveiros conhecem-me. Sabem que não apareci agora a falar dos problemas do concelho, só porque estamos num período pré-eleitoral. Tenho estado na linha da frente na defesa da minha terra mesmo quando para isso tenho que tomar posições contra o meu próprio partido, como foi o caso da luta contra a introdução de portagens na IC1.
Penso que chegou a altura de termos um Presidente que diga a verdade sobre as escolhas que temos de fazer e os problemas que temos pela frente. É por isso que nas próximas eleições o que estará em jogo é muito mais do que a vitória deste ou daquele partido, mas antes a necessidade de romper com um passado de imobilismo e narcisismo dos actores políticos. Comigo, desde logo, os poveiros sabem que haverá uma nova concepção de exercício do poder, onde se promova a participação cívica da população nas grandes opções do nosso concelho e na gestão da coisa pública.
Comigo, os poveiros sabem que terão na autarquia um parceiro nas suas ambições e não um obstáculo, como acontece agora tal a ânsia de arrecadar receita fiscal municipal. Uma autarquia que antes de ser exigente com a sua população o seja consigo mesma numa gestão mais rigorosa e transparente, onde não se confunda a gestão pública com interesses privados.
Que balanço faz da gestão do PSD no município e, nomeadamente, o aumento exponencial da despesa corrente?
A Póvoa de Varzim é o concelho do Grande Porto com menor rendimento médio por habitante e com o mais baixo poder de compra, somos o concelho com a maior taxa de saída escolar precoce e menor qualificação dos seus habitantes, mas estranhamente somos o concelho que pratica os tarifários da água, lixo e saneamento mais caros do país muito acima das reais possibilidades económicas das famílias poveiras. No entanto, mesmo praticando as taxas e licenças municipais mais elevadas do país temos uma Câmara Municipal numa situação de quase insolvência, com um aumento exponencial de dívidas aos fornecedores. Continuamos a ter um constante aumento, de ano para ano da despesa corrente, sem que daí advenha uma melhor prestação dos serviços públicos municipais.
Algo vai mal quando a autarquia é, de longe, o maior empregador do concelho, sem que se consiga atrair investimento e quando o sector chave da economia local – o turismo – decresce de ano para ano.
Quando se está muito tempo no poder ganham-se vícios, promovem-se compadrios e reproduzem-se desigualdades e infelizmente a Câmara Municipal da Póvoa espelha bem esta realidade. É por isso urgente uma nova cultura política e uma nova forma de exercício do poder local.
Sábado, Junho 20, 2009
verdades da “laranjada”….
A alta velocidade da demagogia
Vamos todos contribuir para o esclarecimento e o combate à desinformação, para que os cidadãos votem esclarecidos e reduzam a praga da abstenção.
A ALTA VELOCIDADE DA DEMAGOGIA E DO OPORTUNISMO DO PSD À CAÇA AO VOTO
O comportamentRo do PSD, em matéria de TGV, é indigno e tem todas as marcas da incompetência, da demagogia e do oportunismo.
O PSD cometeu três erros que não reconhece e de que não se arrepende ou envergonha, porque é um partido dirigido por gente sem valores
éticos:
1º. Não avançou com o TGV quando podia e devia.
2º. Assinou com o Governo de Espanha um “contrato” discutível
3º. Desrespeita as suas próprias assinaturas – e está lá a de Manuela Ferreira Leite como, Ministra das Finanças do governo de direita de então
O PSD renega por três vezes, como São Pedro, a alta velocidade que, embora tarde e a más horas, havia apoiado. Só tenta fazer parar o projecto TGV porque, acha que isso coloca dificuldades a Sócrates e rende votos «laranja». Um oportunismo saloio, apoiado nas campanhas de desinformação dos aliados na TVI e outros saudosistas dos velhos do Restelo.
José Costa
Quinta-feira, Junho 18, 2009
R. M. segredo cítrico
Quem disse que apenas a laranja tem?
RM também tem…
Quem disse que maracujá não tem?
R M não tem também?
RM vitaminado….
a toda a Póvoa fará bem !!!
Tome também RM !!!
Proteja-se do vírus do poder !!!
Terça-feira, Junho 16, 2009
União Desportiva e Cultural de Argivai — Portal da CMPV
União Desportiva e Cultural de Argivai
A União Desportiva e Cultural de Argivai foi fundada em 30 Novembro de 1988, esta Associação nasceu da fusão das associações existentes na altura na freguesia: o Centro Desportivo e Cultural de Argivai, a Associação Recreativa e Cultural de Argivai, a Associação Cultural e Desportiva Argivaiense (Argivai Futebol Clube) e a Associação Folclórica de Argivai.
O objectivo da associação é promover o convívio e camaradagem entre as pessoas através das várias actividades Desportivas e Culturais, assim como o desenvolvimento Humano e Social.
A U.D.C. Argivai tem o Desporto e Cultura como seu lema. Conta com mais de 600 associados e movimenta mais de 270 atletas, nas várias secções desportivas, Futebol, (Escolinhas, Infantis, Juvenis, Seniores, Veteranos e Feminino), Atletismo e Ténis de Mesa, (todos os escalões Masculinos e Femininos), Xadrez e Paintball, sendo esta última a mais recente da colectividade, onde já conta com inúmeros atletas.
Na vertente cultural, conta com várias secções, tais como Jornalismo, (edita o jornal a “Voz de Argivai”), Biblioteca e Dança. Também organiza Convívios de Sócios, Jogos Florais, Teatro, Queima do Judas, Magusto, Carnaval e o Festival Folclore, este último organizado pelo seu Rancho Infantil e Juvenil S. Miguel - o Anjo.
Como infra-estruturas, a U.D.C. Argivai dispõe de um parque de jogos constituído por campos de futebol de 11 e 7, balneários, bar, sala de direcção, lavandaria, enfermaria, nas instalações cedidas pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, e Sede Social com um salão para várias actividades, cedidas pela Junta de Freguesia de Argivai.
Esta associação está reconhecida como Instituição de Utilidade Pública desde 2002 e registada como tal na Conservatória de Registo Predial e Comercial da Póvoa de Varzim, com a matrícula nº5, desde 23 de Julho de 2002.
Actividades: - Atletismo
- Folclore - Rancho Infantil e Juvenil S. Miguel o Anjo
- Futebol
- Jogos Tradicionais (concursos)
- Biblioteca
- Jornal “A Voz de Argivai”
- Ténis de Mesa
- Xadrez
Espaços: Campo de Futebol e Salão Social cedidos pela Junta
Contacto: Presidente Sr. António Torre da Silva
Telef. 252 611 745 / Telem. 967 650 866
Largo do Padrão, 24
Argivai
4490-203 Póvoa de VarzimRancho Infantil e Juvenil "S. Miguel o Anjo"
Rancho de raiz rural, fundado em 28 de Abril de 1984, constituído por 35 elementos entre dançarinos e acompanhantes. Para além destes elementos há ainda os da orquestra constituída por acordeão, viola normal, viola braguesa, cavaquinhos, reco, castanholas, ferrinhos, pandeireta, bombo e rela, e os solistas com o coro acompanhante.
Organiza festival de folclore integrado nas celebrações de S. Miguel-o-Anjo – Setembro.Você está aqui: Entrada → Município → Associações → Associações do Concelho → Argivai → União Desportiva e Cultural de Argivai
Sábado, Junho 13, 2009
Confusão… ou neurónios queimados?
Durante muito tempo, não tive resposta
para o fenómeno… Sempre me habituei ao
barulho das genstes e das cidades…
quem viveu na Luanda dos anos 70, ou
noutra qualquer cidade cosmopolita do mundo
sabe que a vida corre a uma velocidade estonteante
e o barulho é próprio e natural e temos que
entabular conversa uns com os outros
no meio desse barulho de sons mecânicos e vozes humanas…
Custa-me a perceber pessoas que chamam à vida confusão…
..e que mandam calar todos, e querem silêncio
e acusam-nos de falar muito alto…
como se fossemos bestas ou animais…
Concluo que são pessoas que “fundiram a cuca” ou
tem os neurónios “queimados”
Viva o barulho exterior !!! Viva o falar alto !!!
Viva o silêncio interior… da alma !!!
Sexta-feira, Junho 12, 2009
ATLETISMO
O XXI Grande Prémio de S. Pedro
é organizado pelo Pelouro do Desporto
e pela
União Desportiva e Cultural de Argivai,
com a colaboração da Associação de Atletismo do Porto
e do Conselho Regional de Arbitragem.
No portal municipal está disponível mais informação sobre a prova,
nomeadamente os vários escalões previstos, os percursos
ou o valor das inscrições (caso se aplique ao escalão).
Os interessados podem também obter mais informações
junto do telefone 252 291 060.
Quarta-feira, Junho 10, 2009
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Sábado, Junho 06, 2009
Terça-feira, Junho 02, 2009
Domingo, Maio 31, 2009
A indecência nas gasolineiras…
Antes de começar a subida dos preços do petróleo há mais de um ano,estando o barril a 70 dólares o preço da gasolina rondava os 120 escudos pouco mais de 60 cêntimos de euro… há quase um ano atingiu próximo dos 150 dólares o barril chegando o preço da gasolina aos cerca de duzentos e quarenta escudos ( o dobro…)ou seja 1,20 euros…
Agora, a gasolina custa mais de 1,20 euros e o barril de petróleo não chega aos 66 dólares,
ou seja menos de metade de há cerca de um ano e menos 4 dólares de antes de começar a subir…
![]()
Será que sou eu que não sei fazer contas, ou são as gasolineiras, gente indecente que nos esmifra os bolsos?
Segunda-feira, Maio 25, 2009
estatuto dos eleitos locais
LIVRE USO LUDICO-EDUCACIONAL
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ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS
Artigo 4.º
Deveres
No exercício das suas funções, os eleitos locais estão vinculados ao cumprimento dos seguintes
princípios:
a) Em matéria de legalidade e direitos dos cidadãos:
i) Observar escrupulosamente as normas legais e regulamentares aplicáveis aos actos por si
praticados ou pelos órgãos a que pertencem;
ii) Cumprir e fazer cumprir as normas constitucionais e legais relativas à defesa dos
interesses e direitos dos cidadãos no âmbito das suas competências;
iii) Actuar com justiça e imparcialidade.
b) Em matéria de prossecução do interesse público:
i) Salvaguardar e defender os interesses públicos do Estado e da respectiva autarquia;
ii) Respeitar o fim público dos poderes em que se encontram investidos;
iii) Não patrocinar interesses particulares, próprios ou de terceiros, de qualquer natureza, quer
no exercício das suas funções, quer invocando a qualidade de membro de órgão autárquico;
iv) Não intervir em processo administrativo, acto ou contrato de direito público ou privado,
nem participar na apresentação, discussão ou votação de assuntos em que tenha interesse ou
intervenção, por si ou como representante ou gestor de negócios de outra pessoa, ou em que tenha
interesse ou intervenção em idênticas qualidades o seu cônjuge, parente ou afim em linha recta ou até
ao 2.º grau da linha colateral, bem como qualquer pessoa com quem viva em economia comum;
v) Não celebrar com a autarquia qualquer contrato, salvo de adesão;
vi) Não usar, para fins de interesse próprio ou de terceiros, informações a que tenha acesso no
exercício das suas funções.
c) Em matéria de funcionamento dos órgãos de que sejam titulares:
i) Participar nas reuniões ordinárias e extraordinárias dos órgãos autárquicos;
ii) Participar em todos os organismos onde estão em representação do município ou da
freguesia.
(Redacção conforme a republicação efectuada pela Lei nº 52-A/2005, de 10 de Outubro, que
substituiu os anteriores nºs 1, 2 e 3 e respectivas alíneas pelas alíneas a), b) e c) e respectivas
subalíneas)
Etiquetas: legalidade
Sexta-feira, Maio 22, 2009
Segunda-feira, Maio 18, 2009
Sábado, Maio 16, 2009
Terça-feira, Maio 12, 2009
RENATO's Site - RENATO's Blog
Não resisti a publicar esta fábula que o meu camarada e amigo Carlos coelho me enviou…
Conta-se que um grupo de pessoas tinha por hábito divertir-se com o idiota
da aldeia.
Um pobre coitado, pouco inteligente, que vivia de pequenos biscates e
esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam, e ofereciam-lhe à
escolha entre duas moedas: uma grande de 50 Cêntimos e outra mais pequena,
de 1 Euro.
Ele escolhia sempre a maior mas menos valiosa, o que era motivo da chacóta
de todos.
Certo dia, um do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda não tinha percebido
que a moeda maior valia menos.
Resposta do tolo:
- Eu sei, ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a
brincadeira acaba e não vou mais ganhar a minha moeda.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:
1) Quem parece idiota, nem sempre é.
2) Quem eram os verdadeiros idiotas da história?
3) Se fores ganancioso, acabas por estragar a tua fonte de rendimento.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim o que realmente somos.
'O maior prazer de um homem inteligente é armar-se em idiota, diante de um
idiota que se arma em inteligente'. ( a esta frase meus amigos .... eu cá tiro o chapéu. BRAVO!)
Segunda-feira, Maio 11, 2009
Quinta-feira, Maio 07, 2009
Quarta-feira, Abril 29, 2009
Terça-feira, Abril 28, 2009
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Sábado, Abril 11, 2009
O IMI
Fonte: Jornal de Noticias...
Póvoa de Varzim
Casas da Póvoa de Varzim quase ao preço das do Porto
ANA TROCADO MARQUES
Morar na Póvoa de Varzim é quase tão caro como viver no Porto, semelhante a Matosinhos Sul e muito mais caro do que Vila do Conde.
Na hora de pagar o IMI os poveiros estão entre os que mais pagam no Grande Porto.
Contas feitas, a Póvoa é o município que mais excepções tem aos coeficientes de localização, um dos parâmetros que mais influência o cálculo do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), e que tornam o imposto, que entra em pagamento depois de amanhã, mais caro.
À beira mar, na Avenida dos Banhos, o coeficiente de localização de 2.2, resulta, para um apartamento com 120 metros quadrados, num valor patrimonial de 142.300 euros, o mesmo valor do que um andar idêntico na Avenida Norton de Matos, em Matosinhos Sul. Em todo o Grande Porto, só a Foz do Douro ultrapassa estes valores, com um coeficiente, na Avenida Brasil, entre os 2.8 e os 3.
Em Gaia, nas zonas da beira-mar da Madalena ou S. Félix da Marinha, os valores não ultrapassam o 1.4 e, ali a menos de três quilómetros, na vizinha Vila do Conde, a zona da Curva do Castelo, a mais cara da cidade, é 1.7, mas barato do que a zona norte da freguesia poveira de Aver-o-Mar, com 2.
Na hora de pagar o imposto, a diferença de décimas, multiplicada por uma taxa de IMI de 0,4 (o máximo permitido por lei) passa a centenas de euros: tomando como exemplo o mesmo andar, o IMI resulta em 569,20 euros na Avenida dos Banhos (Póvoa) e em Matosinhos Sul, 776,16 euros na Avenida Brasil (Porto), 439,84 euros na Curva do Castelo (Vila do Conde) e 362,24 euros em Gaia.
Mesmo no centro da Póvoa, com os regimes de excepção, chega a ter zonas mais caras do que o Porto, Matosinhos ou Gaia. É o caso das avenidas Mouzinho ou Santos Graça, com um coeficiente de 1.8., enquanto a Brito Capelo em Matosinhos tem 1.7, o centro de Vila do Conde 1.4 e 1.5 e a baixa do Porto e de Gaia 1.3 a 1.4.
As excepções resultam, depois, em mudanças radicais de valores. Assim, enquanto na Avenida Mouzinho, a poente da EN13, o coeficiente é 1.8, na Rua das Hortas (uma transversal da Avenida) baixa para 1.35. No IMI estão 113 euros de diferença.
Mesmo nas freguesias poveiras, só Rates e Estela baixam da unidade, com um coeficiente de 0,9, enquanto que, por exemplo, em Vila do Conde, as freguesias do interior se situam entre os 0,5 e os 0,8.
Quinta-feira, Abril 09, 2009
Saber Orçamentar…
Numa Sociedade Liberal o Estado tem a seu cargo tarefas políticas: moeda, policia, justiça, diplomacia, etc., e com o seu desenvolvimento deve instalar inúmeros serviços públicos...Implica pois a existência de um PODER ECONÓMICO CENTRAL nas mãos de um Governo verdadeiramente Representativo ou Parlamentar. Para Orçamentar é necessário Planificar. Tem de existir um Plano. Planificar a curto, médio e longo prazo… Basicamente tudo tem a ver com as receitas e com as despesas. Existem duas grandes atitudes a tomar: uma de estrutura e outra de conjuntura. Quando um chefe de família planifica o provimento dos alimentos diários da sua prole isso é atitude de conjuntura. Quando planifica a aquisição de uma habitação maior ou nova fonte de rendimento isso é atitude de estrutura...Existe um principio basilar ao orçamentar traduzido na necessidade do seu equilíbrio, ou seja as receitas adequadas (equilibradas) às despesas e vice versa. No entanto, os Keynesianos e outros entendem que o melhor meio de conseguir esse equilíbrio é através do défice orçamental. Os Governos podem ter defeitos negativos se não tiverem autoridade ou poder suficiente para exercer as suas funções ou defeitos positivos: os melhores governos da história foram aqueles em que a aristocracia da função publica tomou as rédeas da governação aos Eleitos ou ao Rei...modernamente chamam-lhes Tecnocracias !!!Os orçamentos dividem-se em Orçamentos de Gerência e Orçamentos de Exercício .Na gerência faz-se previsão de receitas que vão ser cobradas para as despesas que se irão pagar num determinado período financeiro; No exercício prevêem-se as receitas a cobrar para despesas a pagar em virtude dos créditos ou dividas que surgirão.
As receitas podem ser permanentes ou ocasionais, as despesas ordinárias ou extraordinárias. As Finalidades Basilares de um Orçamento são: 1- Relacionar receitas com despesas; 2– Fixar as despesas ( abertura de créditos ou serviços — as cobranças são sempre incertas); 3—Exposição do Plano Financeiro. A Unidade, a Especificação, a Universalidade e a Não Consignação são as regras clássicas de um Orçamento: as receitas e as despesas devem estar num único documento que discrimine todas as receitas e todas as despesas, não devendo quaisquer receitas ser afectadas ( consignadas—destinadas) à cobertura de despesa ou despesas em especial;e devem ser universais no sentido do “Orçamento Bruto” ou seja devem estar lá todas as despesas e todas as receitas sem quaisquer compensações ou descontos ...
O orçamento é uma previsão — a conta é uma efectivação. O balanço é o confronto do activo com o passivo de um património em determinado momento. Despesas correntes - compras de bens de consumo; Despesas de capital - Despesas em bens duradouros, aquisições de acções , pagamentos de empréstimos. Receitas correntes - Taxas, quotas, reembolso de impostos, rendas, etc. Receitas de capital - Aforro, venda de acções, reembolso de empréstimo, juros, lucros. As despesas públicas tem uma relação directa com o aumento ou diminuição da população. Para se saber se gasta mais ou menos temos que saber o rendimento per cápita. O Rendimento Nacional é igual ao Consumo menos a Produção. O Consumo faz-se com o Rendimento. O rendimento que não é gasto (consumido) é o aforro( poupança). O aforro( poupança) pode ser investido ou ser entesourado. Um aumento do investimento provoca um aumento do rendimento. Aumentando o rendimento pode aumentar o consumo, ou aumentar o aforro, ou o investimento. Deste justo equilíbrio é que podem resultar economias mais ou menos saudáveis.
Quarta-feira, Abril 08, 2009
Segunda-feira, Abril 06, 2009
ZAROLHO da Voz e das Lunetas: a despropósito de uma candidatura anunciada e ameaças prometidas …
ZAROLHO da Voz e das Lunetas: a despropósito de uma candidatura anunciada e ameaças prometidas …
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Sábado, Abril 04, 2009
a despropósito de uma candidatura anunciada e ameaças prometidas …
Nada me move contra Alexandra – que os jovens de Argivai chamam XANA …e que nada tem a ver com Xanax o celebre medicamento antidepressivo…
Também nada me move a favor…
Existem porém dois factos positivos na sua imagem publica — é jovem e abraçou os ideários socialistas…espero que breve, breve se filie no PS…
Inadmissível porém é o assédio e a ameaça com que tenho sido brindado a propósito de há um ano ter publicado este comunicado …
resumidamente era isto que queria e quero ainda:
Gostaria que João Saraiva voltasse a encabeçar a lista PS de Argivai, mas sem subserviências ou limitações impostas pelo “PSD –Argivai” …Continuo disponível e indisponível ao mesmo tempo A vontade pura e democrática de todos vós socialistas e população de Argivai é que determinará para mim o caminho a seguir, e não apenas a vontade de algum, ou alguns…é assim que deve ser um socialista !!! Não é ser caridoso… a caridadezinha é para as “comadres”…Um socialista deve ser solidário!!! E é isso fundamentalmente que nos distingue do PSD…Se há algum de vós quer manter essa coligação incómoda com o PSD-Argivai, não conte comigo…Não estou nessa!!!
Desejo à Alexandra as maiores venturas naquilo que tiver de fazer abem de Argivai e fico feliz por não termos mais que aturar Antónios Torres e outros Adolfos Ribeiros, e ainda outros bem piores do que eles…
aqueles que me ameaçam e que injustamente dizem que eu quero “tacho” e que me ando a “oferecer”.. deixem de ser invejosos e tenham a coragem de os ter no sitio quando temos que tomar posições que muitas vezes são contra o maralhal dos seguidores do cacique…Não tenho medo de ficar a pregar sozinho no deserto…
UM GRANDE HOMEM E MUITO MAIS DO QUE ISSO , foi pregado numa cruz por apenas dizer aos senhores do mundo que o seu reino não era deste mundo…
E eu não sou Cristo…se calhar por falta de coragem…confesso!!!
Quarta-feira, Abril 01, 2009
Terça-feira, Março 31, 2009
Sexta-feira, Março 27, 2009
RESPOSTA A ROMEU C. REIS


O mais provável é que nem o conheça...
Fique sabendo, pois parece desconhecer, que os Povos do Ultramar Português incluindo os "colonos" lá fixados (importa distinguir colonos de colonialistas... o que muita gente não faz por sofisma) todos aspiravam à autodeterminação e independência...Não fora assim os Estado Unidos da América e em toda a américa do norte, central e do sul não se teriam tornado independentes e .muito por força do Movimento Garibaldi ... a que modernamente se chama Bolivarismo (de Simon Bolivar...) Não se esqueça da intervenção de Che Guevara e dos cubanos na guerra do Congo Kinshasa -donde saiu vitorioso Mobutu sobre Lumumba e Moisés Tchombé...Não se esqueça da Intervenção Cubana em Angola , após a Dipanda ( em defesa do MPLA - usurpador do poder em Luanda em 1975) ... Não se esqueça de que o conflito recente na Guiné Bissau engloba gente ligada ao narcotráfico no Equador,Venezuela, na Colombia... zona das FARC e similares...
Não se esqueça que a Descolonização Portuguesa foi efectuada no periodo final da detente, logo,na pujança do imperialismo soviético-cubano ( não foi por acaso que nas ex-colónias portuguesas brotaram regimes pró soviéticos...) e por pouco .. não fosse o 25 de Novembro - Franck Carlucci, Pires Veloso, Ramalho Eanes e Mário Soares... seriamos mais uma "coutada" do imperialismo sovietico cubano sob a batuta dos SUV- "força força companheiro Vasco" /Otelo Saraiva de Carvalho...
E que também se lembrasse que em Africa apenas a Etiópia foi sempre independente, e que a Libéria foi o primeiro pais africano a se tornar independente, em virtude dos Estados Unidos no final do Sec. XIX terem adquirido o território para devolver à Africa os descendentes norte americanos dos escravos que quisessem regressar ao continente mãe... e que o Segundo País a ser independente em Africa foi O "Estado Livre do Orange" em 1902, na sequencia da Guerra dos Boers - africans brancos descendentes de holandeses e ingleses .contra Sua Magestade a Coroa Britãnica.. e mais tarde dando origem à Africa do Sul...
Portugal precipitou-se ao descolonizar atabalhoadamente .. e não foi por culpa de Salazar nem de Caetano que a descolonização foi vergonhosa...Mas sim por culpa dos" colonialistas metropolitanos" por culpa daqueles senhores fardados que viveram e engordaram à custa do regime do Estado Novo e que no dia seguinte ao 25 de Abril de 1974. já eram mais anti fascistas que os verdadeiros anti-fascistas que ainda estavam no exilio ou nas cadeias da Pide... essa gente do "revira casaca" ..que é o motor para os saneamentos politicos nas escolas e universidades, e nos quarteis, essa gente tem o sangue inocente nas suas mãos, das vitimas da descolonização mal feita, Portugal tinha condições de fazer outra descolonização (porém não beneficiaria a URSS, nem Cuba...), e se o não pudesse sozinho podia pedir auxilio às Nações Unidas... foi o que veio a fazer decadas mais tarde no caso de Timor Leste....
Senhor Romeu, sobre a Descolonização, diga toda a verdade ou não faça figura triste ( mas se quiser continue como quiser- estamos num país ainda livre..eh! eh! além de que devo a si ter podido rebater este tema...).. é que ainda há muita gente viva que sabe toda averdade e sofreu na pele os erros do Processo de Descolonização... Savimbi Morreu !!! Mas felizmente deixou livros escritos... E Savimbi não era colono, nem colonialista.... Ah! E ombreou com Che Guevara no tempo da Upa...
renato gomes pereira
Este texto abaixo foi publicado no Jornal Terras do Ave - versão on-line...
A África, a Guerra e a Democracia
Romeu C. Reis
A Guiné foi cenário há pouco tempo de mais um episódio dramático em que perderam a vida o presidente Nino Vieira e o chefe do Estado Maior das Forças Armadas.É um acontecimento sem dúvida para lamentar que, somado ao narcotráfico, ao rapto frequente de crianças, à corrupção, nos deixa a meditar sobre a consistência, ou inconsistência, da estrutura institucional do Estado guineense.Perante isto, houve quem fosse peremptório a afirmar de imediato que a Guiné é um Estado falhado; e não se ficaram por aqui, ensaiaram logo a explicação de que tudo se devia ao processo de descolonização.No seu parecer, países houve que, sendo anteriormente colonizados por outras potências, que agiram melhor que Portugal, não ficaram nesta situação de difícil governabilidade e democracia frustrada.Com isto, dir-se-ia que mais não se pretende que não seja repisar a velha acusação de toda a direita portuguesa de que os processos de descolonização das colónias portuguesas foram um fracasso, por culpa dos que detinham o poder político no período que se seguiu ao 25 de Abril.Sobre isto, e para não nos alongarmos muito e não nos repetirmos também, lembremos apenas que descolonizações como as que ocorreram nas colónias portuguesas não são feitas unilateralmente pelo colonizador, nem se cozinham com ingredientes à escolha do cozinheiro. Em Angola, Moçambique, Guiné, Timor havia forças organizadas e armadas que controlavam já partes importantes dos respectivos territórios, e este factor exigia também que todas as descolonizações fossem negociadas de imediato e negociadas todas ao mesmo tempo, por ser insustentável para o país prolongar a situação de guerra e porque o colonialismo viola o direito internacional, e o novo regime democrático só podia agir de acordo com o direito internacional, sob pena de se desacreditar como regime.Os portugueses têm obrigação de saber que as descolonizações não se fazem quando se quer e como se quer, e, se porventura se esqueceram, lembrem-se do que aconteceu com Goa, Damão e Diu (o Estado da Índia, como a ditadura lhe chamava) que, no espaço de uns dias, foram ocupados pela Índia, sem que sequer nos tenham pedido licença para isso, vejam lá. Pior descolonização do que esta, concordarão os comentadores a que nos estamos a referir, é que certamente não há!Mas, voltando à Guiné e à sua situação actual, convém que os referidos comentadores não se esqueçam, pelo menos, de olhar em volta para os demais países africanos, porque, o que se vem escrevendo sobre a falência da democracia e do Estado guineense pode ser dito, e é-o efectivamente, da generalidade desses países.O que é preciso é ter presente que nestas questões tem que se ter em conta aquilo a que se pode chamar o espaço/tempo histórico-económico-civilizacional. Tal como não podemos pegar nos modos de produção e nas instituições económicas e políticas de uma sociedade tribal e aplicá-las numa sociedade capitalista desenvolvida, também o contrário não pode ser feito.A cada fase do desenvolvimento económico dos povos correspondem formas próprias de organização da economia, das instituições sociais e das estruturas do poder político.Na generalidade dos países africanos, o desenvolvimento industrial é muito incipiente e não há perspectivas de que a situação se modifique a curto, a médio e mesmo a longo prazo; não há uma vasta burguesia que faça da democracia ocidental a sua bandeira, como forma de combater as formas de exercício do poder anteriormente vigentes e impor instituições que potenciem o estabelecimento de relações de produção capitalistas.Tal só poderá vir a acontecer se antes se registar um longo percurso de desenvolvimento.Mas, para mal dos africanos, os seus países, saqueados e ressaqueados, por colonialistas e neocolonialistas, vivem, na sua maioria, em quase completa estagnação.Em vez de saúde e comida, querem-lhes dar democracia capitalista, mas parece-nos que eles só a aceitariam… … se isso fosse de comer…
Etiquetas: descolonização
Quinta-feira, Março 26, 2009
Quinta-feira, Março 19, 2009
Afirmo eu que sou Pereira
Cada dia que passa mais se afirma a Verdade indesmentível da realidade
deixando desarmados os políticos da situação e da oposição… O liberalismo económico, o intervencionismo estadual, A TEORIA DA CONVERGÊNCIA DOS SITEMAS SOCIALISTAS E CAPITALISTA..o falhanço redondo da terceira via de Tofler.. Tudo isto mostra que a Natureza é tal como sempre foi..Renasce em cada Primavera, numa dialéctica imutável, quase que numa contradição em harmonia…”Olhai os Lírios do campo…” Por isso se a banca está doente curai-a mas não a mantenham artificialmente viva.. se é incurável dai-lhe o tempo necessário par ir à falência , os bancos e os clubes de futebol não devem ser subvencionados…A subvenção e o subsidio perturbam a ecologia necessária a qualquer sistema económico…
Quarta-feira, Março 18, 2009
AS TAÇAS da UDCArgivai…

AS Taças da UDCARGIVAI foram com muito carinho e dedicação colocadas em prateleiras no Salão Social de Argivai . Lá estavam os prémios das entidades que deram origem pela fusão à União_ todos Juntos conforme o Acordo de Fusão em que foram também intervenientes a Junta de Freguesia de Argivai e a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.Tudo correu bem e até quem quer que nos visitasse era motivo de orgulho mostras tantas taças e troféus que causava no visitante admiração e respeito pela nossa Terra...Só que não há bela sem senão... Ninguém pediu autorização aos donos das taças ( os sócios da UDCA) nem sequer houve deliberação da Direcção para retirar as referidas taças...Mas uma qualquer intitulada Comissão de Comemorações da História de Argivai, porque queria fazer no Salão Social de Argivai uma exposição sobre "1050 Anos de História" achou por bem retirar toda aquela "parafernália" ( esquecendo que ali estavam representados mais de trinta anos -os últimos--da História de Argivai).para eles era urgente que se escondesse a Glória da UDCArgivai...Porque razão interpretem os leitores....MORAL DA HISTÒRIA--Jazem no meio do lixo, pó e demais humidade numa arrecadação sem sol suficiente e brilho, todas aquelas taças, troféus e demais prémios com muito suor conquistados pelos Atletas de Argivai em todas as modalidades...que para lá foram atirados por uma qualquer vontade obscura e inconfessada....
Estamos enganados? Quem as retirou que as ponha no lugar de onde nunca deveriam ter saído.. Pelo menos é essa a sua obrigação moral....
Sábado, Março 14, 2009
Sexta-feira, Março 13, 2009
Sexta-feira, Março 06, 2009
Quinta-feira, Março 05, 2009
93 F. P - Mas houve ou não uma estratégia deliberada de algum dos três movimentos para obrigar os brancos a abandonar Angola?
A.M. - Eu julgo que não, ao nível de decisão das suas direcções. Mas não sei até que ponto as facções mais racistas de cada movimento (falo de alguns dirigentes e quadros) não teriam influenciado certos acontecimentos.
Verificaram-se situações e sentimentos extremamente contraditórios naqueles conturbados anos. Desde 1974 e sobretudo início de 1975 que havia militantes brancos em cada um dos três movimentos - até havia famílias em que as pessoas estavam repartidas pelos três movimentos. Aliás, ocorreu uma coisa curiosa. Em 1974/1975, os movimentos mais antibrancos, isto é, a FNLA e a UNITA, foram os que se mostraram mais abertos à entrada de brancos nas suas fileiras como militantes e quadros. Subitamente, a FNLA chegou a ter muitos brancos - talvez mais do que o próprio MPLA - possivelmente porque a FNLA não tinha implantação urbana e, como tal, precisava dos brancos para se implantar nas cidades. Além disso, a FNLA estaria ideologicamente mais próxima da maioria dos brancos (pelo contrário, o MPLA representava o «papão comunista»).
Como disse, a guerra civil despoletou, em Julho de 1975, um êxodo que foi crescendo até se tornar maciço em Outubro e Novembro. Os desmandos nas zonas controladas pela UNITA e pela FNLA fizeram fugir os brancos em direcção ao litoral ou à Namíbia (então Sudoeste Africano). Mas as exacções podem não ter sido emanação das direcções desses movimentos, em colectivo, mas sim de alguns dirigentes e quadros médios ou de militantes de base no sentido de afugentar os brancos para se apropriarem dos seus bens.
Em Luanda, apercebi-me de que a maior parte dos brancos teria a intenção de voltar, só que as circunstâncias no pós independência não lhe facilitaram o regresso. Por exemplo, logo a seguir à independência, o governo do MPLA publicou um decreto pelo qual nacionalizava os bens de todos os indivíduos que no espaço de quarenta e cinco dias não estivessem presentes em solo angolano. A maioria dos brancos não teria conseguido regressar em quarenta e cinco dias mesmo que a situação de segurança em Angola se tivesse normalizado. Isso teve influência decisiva na opção da maioria dos brancos permanecer em Portugal, no Brasil, na África do Sul ou em qualquer dos outros países que acolheram os refugiados brancos de Angola. Refira-se que, mesmo sem o tal decreto, muitos desses bens começaram a ser tomados por indivíduos, normalmente familiares de gente ligada ao poder (sobretudo membros da DISA - a polícia política, das FAPLA - as Forças Armadas, etc.). Acrescente-se que a facção de Nito Alves, que vinha a ganhar significativas posições no seio do MPLA, desde meados de 1974, começou a impor-se no aparelho do Estado e tinha um discurso e uma prática cada vez mais radicais de apelo à «verdadeira revolução» e às «massas populares», com a exclusão obrigatória (ou mesmo esmagamento) dos «burgueses» e «pequeno-burgueses», que eram invariavelmente conotados com a cor da pele, visando-se os mestiços e os brancos. Através da imprensa angolana daquela época pode-se avaliar como a linguagem e os actos políticos daquela facção eram eivados de alusões raciais.
94 F. P. - Durante o ano de 1975, face ao desenrolar dos acontecimentos, as elites brancas de Angola - as chamadas «forças vivas», isto é, as direcções das associações económicas e as chefias políticas e militares locais herdeiras da administração colonial - permaneceram, aparentemente, apáticas. A única excepção parece ter sido o Coronel Gilberto Santos e Castro, relacionado com círculos da direita portuguesa no exílio, que comandou o célebre Exército de Libertação Português (ELP). Como é que isto se explica?
A. M. - Eu penso que as elites brancas foram surpreendidas quer pelo próprio 25 de Abril de 1974, quer pela rapidez como os acontecimentos se sucederam. Daí que não tenham tido capacidade de resposta e força suficientes para tentar impor uma solução que lhes conviesse politicamente. Também não creio, dada a sua prática anterior, que estivessem politicamente preparadas para tal. E é claro que após os Acordos de Alvor, já estabelecida a data da independência, ficaram drasticamente reduzidas as margens de manobra para qualquer movimentação visando realizar uma independência favorável aos interesses brancos instalados. Eram também impossíveis as veleidades de contrariar a próxima independência de Angola.
Contudo, logo após o 25 de Abril de 1974, houve movimentações no sector branco da população, tendo algumas continuado até à proclamação da independência. Uma grande parte das elites brancas dos planaltos procurou instrumentalizar a UNITA, lançando-a como terceiro movimento; outros foram apoiar a FNLA e alguns outros — inclusive o próprio Fernando Falcão — iriam colocar-se ao lado do MPLA, depois de uma efémera tentativa de relançamento da FUA. A ala reaccionária dos brancos, liderada pela PIDE e pelo Coronel Gilberto Santos e Castro, organizou-se como força militar de apoio à FNLA. Santos e Castro recrutou uma série de militares - comandos - e pides portugueses e angolanos, armando-os com o apoio da CIA. O objectivo deles, em 1975, não seria o de instaurar um poder branco (tal já não se podia pôr nem como hipótese), mas de implantar um poder favorável à África do Sul e, quiçá, fazer de Angola uma base de rectaguarda de forças reaccionárias portuguesas para um futuro combate ao novo regime de Portugal.
Parece evidente que o objectivo de Santos e Castro, em Angola, era derrotar o MPLA, que era apresentado como agente do comunismo soviético. Neste sentido, em Novembro de 1975, o ELP entrou em Angola pelo Norte, conjuntamente com as forças da FNLA e do exército zairense, numa tentativa de tomar Luanda antes da data de independência, mas foram todos travados à porta da capital, no Panguila, pelas forças do MPLA, reforçadas pela artilharia cubana, que desempenhou um papel fundamental. Pelo Sul tinham entrado tropas sul-africanas que foram detidas no Ebo, Kwanza Sul, por forças militares cubanas (aí morreu um general cubano). Face à derrota do Panguila, apenas a quinze quilómetros de Luanda, o ELP deslocou-se para o Centro, apoiando a ala de Chipenda, que partilhava o poder com a UNITA e a FNLA no Huambo, na proclamada «República Democrática de Angola».
Posteriormente, o recuo estratégico do Secretário de Estado norte-americano, Kissinger, alterou a pressão sobre o MPLA e levou à retirada dos sul-africanos em finais de Março de 1976. Estava selado o destino dos apoiantes de Santos e Castro que retiraram para a África do Sul, via Sudoeste Africano (actual Namíbia). Convém acrescentar que embora o ELP tivesse simpatias em alguns sectores da população branca de Angola, nunca teve o apoio da maior parte desta população (pelo menos da grande maioria dos brancos nascidos em Angola que não se reviam nas soluções aventureiras e militaristas representadas por Santos e Castro).
Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas
LIVRE USO LUDICO-EDUCACIONAL
Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas
Fica autorizada eventual publicação.Abraços.Elias Mattar Assad
O mal que o mau faz...
Fosse no Brasil o caso protagonizado por Paula Oliveira, na estação ferroviária da cidade suíça de Dübendorf, onde, segundo ela, teria sido atacada por "skinheads", os desdobramentos poderiam ser outros. Imediatamente a polícia prenderia pessoas com as características indicadas, gerando violentas reações populares pela ensurdecedora repercussão da imprensa. Os suspeitos seriam de pronto reconhecidos para o gáudio do juiz justiceiro de plantão que, "ad cautelam", decretaria prisão preventiva "para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal..." O MP fecharia questão, desembargadores e ministros manteriam as prisões premidos pelo clamor midiático. Após, mudaria o foco para o movimento "skinhead", a intolerância, a violência, a vítima, a "perda da dupla gravidez" a arrancar lágrimas da massa ignara em clássico exemplo de paranoia coletiva...O defensor seria hostilizado até pelos seus próprios filhos: "como é que o senhor aceitou uma causa como esta?" Parlapatões em rede nacional: " quem defende bandidos, bandido é!" "Tinha que ter pena de morte e prisão perpétua no Brasil!" "A defesa ataca a vítima e diz que os acusados são inocentes; que a gravidez seria uma farsa e que os ferimentos decorreram de autolesão!" Em quadro por demais conhecido: a "vítima" dando entrevistas nos meios de comunicação enquanto os acusados monstrificados, ficariam expostos a linchamentos fora e dentro das prisões...São calamidades artificiais que os maus desencadeiam. Uma pessoa má ou doentia, incorre em autoacusação falsa, caluniosa denunciação por "delação premiada", etc. Um mau delegado de polícia, desprezando normas técnicas, pede prisões com ampla cobertura da mídia. A parte interessada, morbidamente, reconhec e os suspeitos presos ("carecas e jovens") que lhe apresentam... Com indução de maus peritos, maus acusadores, juízes e referendum dos tribunais, estaria "coroada a obra..."Bastaria um bom na cadeia de erros! Um bom jornalista levantaria várias possibilidades, entre elas as que foram elencadas na Suíça. Bons peritos, bons policiais, como aqueles que estão de parabéns pelo verdadeiro show de ciência aplicada, previamente buscando provas sobre a existência do fato declarado. Um bom assessor do nosso governo teria recomendado a ultimação das investigações para pronunciamento oficial. O desgaste não foi maior, por ser aquele governo comedido. O periódico Neue Zürcher Zeitung, ironizou o presidente Lula e afirmou que a mídia brasileira "regularmente publica notícias de fatos totalmente inventados, acusações que já destruíram a vida de outras pessoas".Com um bom advogado, o Judiciário suiço poderá acolher teses defensivas, entre elas, na pior das hipóteses, de Paula ter agido sob domínio de "sideração emotiva(1), recentemente admitida pela psicopatologia forense americana, baseada em profundos trabalhos de psicologia, como uma nova entidade nosológica. Trata-se da autoindução do agente que inicia com uma sugestão, quase subliminar e a prossecução, desenvolvimento e ação dá-se por inércia a retirar-lhe a plena capacidade de entender o caráter criminoso do fato e de conduzir-se de acordo com esse entendimento." Nesta teoria, Paula, por várias razões de ordem sentimental seria levada a simular gravidez e argumentos para justificar a "perda".Nossa solidariedade e respeito ao pai de Paula Oliveira, que foi prudente em afirmar: "Em qualquer circunstância, minha filha é vítima (...) ou de graves distúrbios psicológicos, ou da agressão..."Portanto, fosse no Brasil, dentro da nossa hipótese da "sideração emotiva" do agente, talvez chegasse o dia em que os personagens do exemplo seriam libertados. Além dos azares da injustiça da jurisdição penal, poderiam experimentar dos não raros juízes injusticeiros da civil, indenizações miseráveis pagas em precatórios esbulhatórios...Com razão o STF quando prestigou, recentemente, a regra da prisão apenas com trânsito em julgado!Nota(1)Termos de laudo médico nº 148/95, subscrito pelos psiquiatras Tito Moreira Salles e Ivan Pinto Arantes, do Complexo Médico Penal do Paraná, citado In Psychiatry on line Brazil, em precedentes de desclassificação para homicídio não intencional, em caso que trabalhamos na defesa.
Elias Mattar Assadé ex-presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas,eliasmattarassad@yahoo.com.br
Convite: Acesse o site da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas e participe intercambiando idéias, publicando artigos e trabalhos acadêmicos sem qualquer custo, clique aqui. Acesse também os vídeos do evento do dia 05/12/2008 ("Noite de Gala da Advocacia Criminal") clicando aqui. Juntos seremos fortes!Desejando remover seu e-mail de nosso mailing, favor responder a presente com "remover".
Domingo, Março 01, 2009
Sexta-feira, Fevereiro 27, 2009
a propósito de um Pistoleiro Político
A propósito de um “ PISTOLEIRO POLÍTICO
A verdade da petição contra os "1050" Anos de Argivai
Exmo Sr Presidente da Junta de Freguesia de Argivai Assunto: DIREITO DE PETIÇÃO V.Ref.cia – 16/2003 Data: 18.Março de 2003 Acuso a recepção da Vossa Carta que me foi enviada com A/R. Infelizmente esqueceu-se V. Ex.cia de me enviar o recibo com o carimbo a comprovar a entrega do Original da Petição. Como sabe é fundamental a entrega desse recibo, quanto mais não seja por razões de boa –fé e boas práticas administrativas. Quanto ao que me apresenta como argumentação para não responder à Petição e considerá-la imperfeita, creio que , salvo melhor opinião, não lhe assiste qualquer razão: 1º - Porque aquela Petição é esclarecedora dos seus objectivos; Basta ler os seus pontos 2, 3 e 4. a) Melhor explicitando: “Devem ser alteradas de qualquer designação oficial todas as palavras que sugiram ou designem que no ano de 2003 Argivai comemora 1050 anos, seja a que título for”; “ Deve ser combatida eficaz e decididamente toda e qualquer veleidade de afirmação de que Argivai teve origem no ano de 953 depois de Cristo; Devem ser responsabilizados pessoal e colectivamente todos os que pretendam ofuscar e fazer calar aqueles que como nós (plural majestático)se batem pela VERDADE HISTÓRICA. b) EM suma: que se reponha a razão ( pelas evidencias e objectivos formulados) junto dessa auto intitulada Comissão de Comemoração dos 1050 anos de Argivai, ou dos 1050 anos de História de Argivai... Tudo isto Meu Caro Presidente, porque entendo que está em causa O Bom Nome da Freguesia de Argivai, a sua Honra e Pergaminhos reais, porque é certo e provado que Argivai não nasceu em 953 ... Grato pela atenção dispensada e considerando ter esclarecido devidamente V. Ex.cia me subscrevo enviando respeitosos cumprimentos e porque é de Justiça Aguardando Ansiosamente por Deferimento
posted by mandachuva at 8:13 PM 0
Etiquetas: argivai
Quarta-feira, Fevereiro 18, 2009
CONCORDAMOS PLENAMENTE .Excelência CARDEAL D.José Saraiva Martins
“O cardeal D. José Saraiva Martins considerou, terça-feira à noite, na Figueira da Foz, que a homossexualidade «não é normal» e que o casamento entre homossexuais não providencia uma educação normal a quem falta um pai e uma mãe.”
FONTE:
IOL Diário - «Palavras do senhor cardeal incentivam a homofobia»
ZAROLHO da Voz e das Lunetas
Aos SOCIALISTAS...de Argivai e Poveiros em geral
JUNHO DE 2008 em ARGIVAI
RENATO GOMES PEREIRA , militante do Partido Socialista
Residente em Argivai – Póvoa de Varzim,
Razões de uma candidatura:
Aproximam-se as Eleições Autárquicas de 2009. Importa saber com quem se poderá ou não contar e com a antecedência necessária à preparação de um bom programa que seja exequível…Ninguém é dono de nada... É assim que descobrimos os bons e os maus que se querem perpetuar no poder …esses “Mugabes” dos tempos modernos…Será por bem que Adolfo Ribeiro se não candidate novamente, pois não gostaríamos de voltar á luta partidária contra ex-socialistas.. do mesmo modo que não nos agrada que o partido socialista se coligue de facto ou abertamente em todo o concelho poveiro com o PSD , que já é poder há tempo que baste…O PS está preparado para ser poder na Póvoa e para ser poder em Argivai e em todas as freguesias. Gostaria que João Saraiva voltasse a encabeçar a lista PS de Argivai, mas sem subserviências ou limitações impostas pelo “PSD –Argivai” …Continuo disponível e indisponível ao mesmo tempo A vontade pura e democrática de todos vós socialistas e população de Argivai é que determinará para mim o caminho a seguir, e não apenas a vontade de algum, ou alguns…é assim que deve ser um socialista !!! Não é ser caridoso… a caridadezinha é para as “comadres”…Um socialista deve ser solidário!!! E é isso fundamentalmente que nos distingue do PSD…Se há algum de vós quer manter essa coligação incómoda com o PSD-Argivai, não conte comigo…Não estou nessa!!! Mas não me admira nada que a UEA congemine o mesmo! Domingos Silva comunga do ideal socialista, e tem nas suas fileiras alguns dos melhores socialistas da terra…o ideal seria unirem-se em torno do PS numa lista PS…esquecendo dissidências e palavras menos boas que uns e outros proferiram entre si…muitas vezes a vontade pura de servir a causa publica é traída pela vontade pessoal de nos servirmos…haja honestidade e tudo é possível… em Unidade !!!
Algumas motivações:
A Carência Social em Argivai é gritante… O poder da praça do almada, despejou os indesejados da Póvoa na nossa terra, que vieram aumentar o nº dos já muitos carenciados que existiam em Argivai, claro que há dois tipos de luta contra a pobreza : acabar com os pobres ou acabar com os ricos , mas o poder da praça do Almada parece não querer acabar com os pobres…
O apoio ao associativismo…é ignóbil que se tenha procurado fazer nascer ao contrário uma associação social , quando já existia uma instituição de reconhecida e merecida utilidade pública…
O abandono cultural dos monumentos Arcos e Fonte Celta (Sr dos milagres) e o crescente desrespeito com as festas da terra…
A alienação de parte significativa do território de Argivai a interesses externos…
Alternativas:
Reposição dos caminhos públicos de Argivai no outro lado da variante.
Apoio incondicional à UDCArgivai.
Criação de uma eficaz politica de Solidariedade Social e não caritativa…
Renegociação positiva dos limites da freguesia e na justa repartição do IVA gerado nas empresas com sede em Argivai, etc.etc
Pela UNIDADE SOCIALISTA !!!
Terça-feira, Fevereiro 17, 2009
Ainda há quem pense nesta terra…
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As empresas que dominam o sector das energias, telecomunicações, combustíveis, seguradoras, bancárias, etc . fazem o seu preço e obrigam-nos a contratá-las ao preço a que querem….e as entidades que deveriam regular a livre e sã concorrência ( e aqui ela não existe) nada dizem e nem sabemos sequer se existem…Lá queixar, vamo-nos queixando..mas os senhores que podem mudar isto são surdos e não ouvem… e a gasolina está cada vez mais cara, e o barril de crude cada vez mais barato… E os despedimentos aumentam as casas não se vendem, os produtos apodrecem nas montras e vitrinas, mas nem por isso ficam mais baratos… Então onde é que está a funcionar a lei da oferta e da procura – essa lei basilar da economia de mercado?
Baixa a procura de bens deviam baixar os preços…Porque não baixam? Quem açambarca? Quem distorce? Esse é que deve pagar a crise…. SE os países querem relançar a economia não financiem empresas, nem bancos, nem instituição alguma…entreguem a cada cidadão o equivalente a 500 € ano durante dez anos…e não lhe cobrem qualquer imposto…
Os Senhores do Fisco e do Mundo tem que compreender uma regra básica da Riqueza das Nações é a mesma daqueles que fizeram os primeiros milionários : PRIMEIRO É PRECISO DAR- Só depois é receber.
Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009
Terça-feira, Fevereiro 10, 2009
Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009
è fácil ir na corrente
Pinto Ribeiro na Abertura do X Correntes d’Escritas
http://www.vozdapovoa.com/noticia.asp?idEdicao=164&id=6759&idSeccao=1512&Action=noticia
A Póvoa de Varzim acolhe, de 11 a 14 de Fevereiro, o Correntes d’Escritas – Encontro de Escritores de Expressão Ibérica que este ano comemora 10 anos.
O ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, é o convidado de honra da sessão de abertura que vai decorrer no Museu Municipal. A apresentação do evento decorreu, sexta-feira, na Câmara Municipal e contou com as presenças do vereador da Cultura, Luís Diamantino, e de Susana Saraiva, do Casino da Póvoa.
FONTE: VOZ DA PÓVOA
Comentários dos nossos leitores
Renato de Argivai
Comentário:É facil ir na "Corrente"...basta aprender aler e a escrever...Dificil é remar contra as "correntes"...Normalmente as correntes arrasam a verdade e a vida e jogam o bom e o belo para o lodo do fundo, lançando á superficie os destroços...
Sábado, Janeiro 31, 2009
Sexta-feira, Janeiro 30, 2009
AS CARTAS ANÓNIMAS
Encontramos, este "boneco" online coberto de neve...ou pedraço...
Tem muitas semelhanças com o "extinto" ou "banido" Tony Vieira do
"açaimado" blog "povoaonline...
Tal como o Peliteiro de BOTICÁRIO DE PROVINCIA, o CAFICO não se responsabiliza pelas comentadoras e comentadores anónimos ou anónimas que acedam áos nossos blogs das produções Pecus Malthus, Universalex, Zarolho e Cª, etc...
Mas FUNDAMENTALMENTE emitimos este comunicado urbi et orbe, para que todos saibam que ao contrário de Fernando Pessoa, não achamos as cartas de Amor como ridiculas, mas sim antes achamos, purulentas, cobardes e aviltrantes todas as CARTAS ANÓNIMAS, não só quando elas portam tom ameaçador, ou pretendem condicionar as pessoas, mas também quando elas pretendem mentirosamente enxovalhar a vida alheia...
Em democracia e em liberdade não se pode dar valor a cartas anónimas...
Quem quer ser anónimo, não quer confrontar-se com a verdade alheia...
Disse
Segunda-feira, Janeiro 26, 2009
meditem...
No país do faz-de-conta
Ler com atenção.
Este país do faz-de-conta é cada vez mais uma anedota.
Ora atentem lá nesta coisa vinda no Diário da República nº 255 de 6 de Novembro 2008:
EXEMPLO 1No aviso nº 11 466/2008 (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J.para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento anda à volta de 3500 EUR(700 contos). Na alínea 7:..." Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que consiste na ... Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato.
"EXEMPLO 2No Aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concursoexterno de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de450EUR (90 contos) mensais. "...Método de selecção:Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com aduração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças; 3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações,exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários.Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais.Os cemitérios fornecem documentação para estudo. Para rematar, se o candidato tiver:- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.No final haverá um exame médico para aferimento das capacidadesfísicas e psíquicas do candidato.
ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 EUROS MENSAIS!
Enquanto o outro, com 3,500!!! Só precisa de uma cunha.
Vale a pena dizer mais alguma coisa?
DIVULGUEM!!!
Basta de cinismo e de hipocrisia! Há que ter moralidade!
Domingo, Janeiro 04, 2009
Ex-Combatentes
No dia 20 de Outubro de 2008 num autocarro cedido pela CMPV deslocaram-se a Lisboa ex-combatentes poveiros das freguesias de Póvoa de Varzim,Argivai, Terroso, Beiriz, Amorim, Estela, Aguçadoura,Averomar e Laúndos, em Romagem aos camaradas de armas falecidos no Ultramar -em Moçambique,Angola, Guiné, Timor, etc...
aí estão algumas fotos do evento, cujo autor nos autorizou a sua divulgaçãoe permite a sua divulgação para os nobres fins a que se destinam de romagem ede homenagem aos Mortos no Ultramar...
Qualquer outra informação podem obtê-la com António da Silva Fonseca - Rua dos Balazeiros nº 64 - Argivai 4490-218 Póvoa de Varzim,-Ex-1ºCabo Enfermeiro da Companhia 3466 -batalhão de Caçadores 3865 Moçambique -Tete e Beira - 1971 a 1973...
Etiquetas: ex- combatentes
Sexta-feira, Janeiro 02, 2009
O SOCIALISMO
Etiquetas: O SOCIALISMO
Quarta-feira, Dezembro 24, 2008
O conformismo
FONTE: ORDEM DOS ADVOGADOS
O conformismo
23-12-2008
Nesta quadra em que há tão poucas notícias para divulgar desejo partilhar um texto que me foi enviado recentemente por alguém que ainda não conheço. AMP "O CONFORMISMOO conformismo é o produto final de um processo de cedências no decurso do qual as opiniões pessoais e as capacidades criadoras abdicaram de se exprimir ou, mais gravemente, começaram a murchar na fonte. A cidade empalidece e fica mais desguarnecida. Neste ponto, o homem dilui-se no não-ser e resta-lhe a lembrança de um sonho de si próprio que se apaga na impotência cívica e na solidão de todos os desencontros. Tecnicamente falando, a criatura aliena-se: perdendo-se de si, perde-se do mundo e transforma-se numa plasticina formatável pelos poderes sem compaixão. A democracia identificava-se com a irreverência cívica e assumia a gestão constitucionalizada dos conflitos como a substância do exercício de uma liberdade que tinha como limites a sua própria defesa. A liberdade era tudo, porque a razão não vive sem ela e o mundo que a recusasse era inimigo da inteligência condenando-se ao obscurantismo que dá alimento à servidão. O Homem da cidadela democrática seria livre de explodir na palavra, de se apresentar nas ideias e de as fazer intervir na gestão da vida colectiva: de que serviria a liberdade se o seu testemunho agonizasse no vazio? De que serviria a liberdade se o seu testemunho ocorresse nas margens? De que serviria a liberdade se o seu testemunho falecesse no silêncio? De que serviria a liberdade se o seu testemunho fosse hipocritamente punido? De que serviria a liberdade se não fosse liberdade? A liberdade era a safira do futuro, a amante dos heróis, a inspiração dos poetas, a central nuclear das Luzes e, como tantos outros, Voltaire aceitava morrer pela palavra solta ainda que dela viessem maus ventos para o seu destino. Liberta da falsidade arrogante dos dogmas, redimida da ignorância primária das superstições e resgatada das algemas da censura a palavra retirava a fantasia da clausura, dava oxigénio à inteligência, couraçava a confiança e punha os sentimentos em circulação na festa dos valores e na fidelidade aos factos. Cada um escolheria o seu bom, o seu belo e o seu certo no versátil baú da vida. Haveria um filão de leite e de mel amigo de todas as sensibilidades e de todos os gostos que recusassem a violência sobre o outro: a violência física, a violência psicológica, a violência económica, a violência cultural e a violência do esquecimento. Ciência à parte, cada um era uma subjectividade pronta a cumpliciar-se selectivamente com outras subjectividades em particulares visões do mundo e a democracia garantia que cada palavra individual era igual a cada palavra individual na formação das maiorias alternantes no leme do poder. Sob o manto protector e exaltante das liberdades formais, sob a força telúrica e racional do mercado e sob a intervenção equilibrante e humanizadora do Estado as luzes do progresso misturar-se-iam com o calor dos afectos num mundo razoavelmente bondoso e numa atmosfera aceitavelmente meritocrática. Este era o menú de luz da «liberdade, da igualdade e da fraternidade» com umas pitadas mais ou menos apimentadas de companheirismo do Estado. Este era o caminho radioso do ocidente que se opunha às sombras sinistras dos «goulacs». No comando estariam os mais aptos, nas ciências os mais inteligentes, na riqueza os mais empreendedores: mas ninguém seria excluído da cidade, ninguém deixaria de ser bem cuidado da saúde e ninguém deixaria de se sentar a uma mesa bastante! Alguns dos abris de Abril tomaram esta carta de intenções nas suas mãos, levaram-na ao regaço onírico do socialismo, regaram-na com a loucura de cavalos à solta, deram-lhe espaços ecuménicos, fizeram dela a gazua da liberdade de povos que pensaram justos e tomaram-na como mãe na solidária caminhada pelas veredas do futuro. Sabem onde está esta carta? Têm-na visto por aí? Conformaram-se com o seu exílio? Eu, não!" Valter Guerreiro(http://thexrek.blogspot.com)
Domingo, Dezembro 07, 2008
que falta de inducação


FONTE: http://www.destak.pt/pics/13601/430.jpg DESTAK
06 12 2008 15.17H
O coordenador da FENPROF afirmou hoje que os professores retomarão a greve se o Ministério da Educação não suspender e alterar o regime de avaliação dos professores.
Destak/Lusa destak@destak.pt
“Se o Ministério da Educação quiser guerra, vai ter guerra, e a guerra dos professores é forte. O que exigirmos é seriedade e boa-fé”, declarou Mário Nogueira, reafirmando que a reunião do dia 15, “de agenda aberta”, com o Ministério da Educação abre a possibilidade de suspensão do regime de avaliação, o que contraria a tese do Governo.
Em declarações aos jornalistas, em Coimbra, sublinhou que foi perante o compromisso de discussão não condicionada nessa reunião, pela primeira vez assumido pelo Governo ao longo deste processo, é que as greves regionais da próxima semana foram suspensas.
Jorge Pedreira, secretário de Estado Adjunto da Ministra da Educação, veio afirmar sexta-feira que a “agenda aberta” do próximo dia 15 não significa que o governo esteja disposto a suspender o regime de avaliação, mas Mário Nogueira considera que isso contraria o decidido na última reunião com aquele responsável.
Mário Nogueira afirma existir uma acta do acordado com o Ministério da Educação, em que as duas partes iriam apresentar os argumentos que sustentam as propostas divergentes, procurando convencer-se uma à outra.
“Quero pensar que o Ministério da Educação tem essa seriedade e boa-fé”, referiu, acrescentando que da parte dos sindicatos “a disponibilidade é total”, ao ponto de os levar a suspender as greves regionais, e a dar um sinal à sociedade de que querem dialogar para resolver o diferendo.
Na sua perspectiva, o que neste momento se coloca é a suspensão do modelo, e “só por teimosia e obstinação é que o Ministério não quer reconhecer isso”.
Referiu que o modelo de avaliação está já praticamente suspenso em todas as escolas. Em 400 delas os professores já assumiram a sua suspensão, e num milhar está parado o processo.
Os sindicatos, com a suspensão do modelo de avaliação, para a negociação de um novo regime, querem que seja adoptado um regime transitório, que incida sobre aspectos científicos e pedagógicos, e não sobre questões administrativas, com admite os Ministério da Educação, referiu.
Na sua perspectiva, a alteração do regime de avaliação dos professores, por mais pequena que seja, vai implicar consequentemente a revisão do Estatuto da Carreira Docente, documento onde pretendem também ver introduzidas outros modificações, nomeadamente no que se refere às quotas de mérito.
Nesse sentido, a propósito da passagem do segundo ano do Estatuto, será realizada uma greve nacional de professores em Janeiro, e caso não haja acordo com o Ministério da Educação sobre o regime de avaliação serão retomadas as greves regionais agora suspensas.
“O secretário de Estado tentou marcar uma posição de força com as declarações que faz. Os sindicatos não precisam, porque está expressa”, referiu, em alusão à posição de Jorge Pedreira na sexta-feira e às greves que mobilizaram “94 por cento dos professores”.
Etiquetas: professores
Quinta-feira, Dezembro 04, 2008
A próxima Presidente da Republica Angolana
Etiquetas: Luisete Nacedo Araújo
Sexta-feira, Novembro 28, 2008
Quarta-feira, Novembro 26, 2008
Coerência ou Protagonismo?

Etiquetas: professores
Terça-feira, Novembro 25, 2008
ERROS JORNALISTICOS....

Vidas dilaceradas
Recebemos de um colega de São Paulo: "...Meu nome é Diego Luiz Berbare Bandeira. Sou advogado criminalista. Atuei com êxito em casos de grande repercussão nacional, entre outros, as conhecidas operações "Têmis" e "Albatroz" (...) e não consegui ainda encontrar na legislação vigente qualquer norma que determinasse a exposição vil dos acusados tendo como consequência a dilaceração de suas vidas muito antes de qualquer julgamento oficial. É o "Estado Policial" com o qual convivemos nos dias de hoje. Podem esperar que a coisa vai piorar muito mais, sobretudo, quando o Ministério Público faz vistas grossas para o que está a ocorrer (custos legis?). A imprensa, que deve ser séria e pautar pela ética, contém muitos profissionais e empresários que enchem os bolsos de dinheiro por conta das desgraças alheias, entoando gritos sensacionalistas e desnecessários par a a solução de qualquer lide...No ano passado tive meu nome exposto aos quatro ventos. Estava em meu escritório trabalhando quando começaram os telefonemas de forma frenética querendo me entrevistar. (...) Vim a saber que fora protocolizado no TJSP um "Habeas Corpus" em favor dos Nardonis em meu nome e isso foi passado para toda a midia. Um advogado, apressadamente perante a imprensa, sem qualquer aprofundamento no assunto, nos pintou como "aproveitador oportunista ", informando ainda que iria representar contra a minha pessoa na OAB. No mesmo dia, familiares meus, assustados, ligaram pedindo que eu assistisse o canal da Bandeirantes e visse o que estava sendo dito por José Luíz Datena (e confesso que não costumo assitir aquilo, pois entendo que atrofia o cérebro) e, assim que sintonizei, e vi o mesmo achincalhando dizendo que eramos malucos e irresponsáveis. Tentei por centenas de vezes no mesmo instante entrar em contato com o mesmo no ar, na esperança de esclarecer im ediatamente, e não consegui. No dia seguinte, imaginando que eu teria uma chance de defesa ou de ao menos explicar que eu não havia feito absolutamente nada. Me foi negado!Nas semanas seguintes pararam de dizer meu nome em rede nacional, mas o estrago ja estava feito. Tive que ir ao tribunal, tirar cópia do tal "habeas corpus" e peticionar informando que não era de nossa autoria a impetração. Felizmente foi julgado prejudicado por não possuir origem.Apenas a apresentadora Sônia Abraão cumpriu seu dever ético jornalístico lendo nossa nota por duas vezes no ar. Lamentavelmente isto prova que o que deveria ser regra de obrigatório cumprimento, é exceção.Durante mais de quinze dias tive que ficar explicando que eu não havia impetrado nada. Infelizmente criei inimizades com alguns colegas que faziam piada da situação nos apelidando de "Nardoni", mas vejam a que ponto pode chegar a irresponsabilidade das pessoas e da mídia. A imprensa vive a dizer que a justiça não fun ciona e neste caso restou comprovado que o que não funciona é a imprensa e dane-se a desgraça alheia! O direito de resposta deveria estar para a imprensa assim como o direito de defesa está para a Justiça. Tanto um quanto o outro estão passando por uma crise sem precedentes em nossa história...".Solidários com o Colega e seus familiares atingidos, pela extrema dor moral entre vários aborrecimentos experimentados, vamos perpetuar seu manifesto no site oficial da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas na esperança do resgate buscado.Ao encerrar, comunico que os colegas Amadeu de Almeida Weinmann(RS) e Dálio Zippin Filho(PR), em solenidade na OABSP, dia 5/12/2008, 19h00, serão empossados na Academia Brasileira de Direito Criminal. Todos estão convidados. Mensagens de felicitações: weinmann@via-rs.net e zippin@terra.com.br
Elias Mattar Assadé presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas
abrac@abrac.adv.br
Quinta-feira, Novembro 20, 2008
Não te metas com a ex -mulher

Venezuela
Ex-mulher de Chavez diz que vai vencer eleições
Marisabel Rodriguez, a segunda ex-mulher do presidente venezuelano, Hugo Chavez, manifestou-se hoje convicta que irá vencer as próximas eleições municipais e regionais de domingo, nas quais concorre como candidata da oposição
A antiga primeira-dama, que se divorciou de Hugo Chavez em 2003, disse hoje ter «toda a esperança» de que será eleita como próxima presidente do Município de Iribarren, no estado de Lara (Noroeste).
Marisabel Rodriguez concorre às eleições como candidata do partido da oposição «Podemos» (de esquerda), antigo aliado de Chavez que abandonou a ala oficialista após a proposta presidencial de reforma constitucional, que foi derrotada em referendo em Dezembro passado.
A ex-mulher de Chavez e mãe da sua filha, Rosinés, de 11 anos, sublinhou a importância das próximas eleições para «consolidar a democracia», frente a um «presidente que aumenta a cada dia a vontade de concentrar mais poder».
A candidata disse que a sua campanha «correu maravilhosamente bem», apesar das tentativas de silenciar a sua candidatura, por parte de «sectores empresariais» e do próprio governo.
«Tentaram minimizar a nossa candidatura, fazer ver que não existimos (...), porque ao governo não lhe interessa que siga adiante» , mas «as pessoas aceitaram de forma imediata e espontânea a nossa proposta», declarou.
Segundo Rodríguez, «sectores radicais» ligados ao poder tentaram «diabolizá-la» como «traidora», «sem saber que muita gente decepcionada com o chavismo está nas mesmas condições, depois de tantas promessas por cumprir».
No Município de Iribarren serão chamados às urnas 640.000 eleitores, dos cerca de 1,2 milhões de habitantes.
Marisabel Rodriguez, de 42 anos, denunciou há uma semana actos de corrupção e machismo governamental na campanha eleitoral.
A candidata assegurou então que o poder «acossa e persegue politicamente as mulheres aspirantes a cargos públicos» e que o actual presidente do Município de Iribarren e candidato ao governo de Lara, o chavista Henry Falcón, é responsável por «irregularidades» na gestão dos fundos públicos municipais e por «contratações obscuras».
Em Maio passado, denunciou ser vítima de «violência, perseguição e assédio» por parte de Hugo Chavez, que foi seu marido entre 1998 e 2002.
Marisabel denunciou também, repetidamente, que o «espaço político (venezuelano) foi ocupado pelo nepotismo, ineficiência e intolerância».
Marisabel Rodríguez fez parte dos 131 membros da extinta Assambleia Nacional Constituinte que em 1999 redigiu a Constituição Bolivariana vigente, embora nas vesperas do referendo constitucional de Dezembro passado tenha apelado os eleitores a darem «um rotundo não» ao novo projecto.
Três dias depois da sua derrota, Chavez fez alusão à ex-mulher denunciando que esta não lhe permitia visitar a sua filha.
Chavez anunciou que recorreria aos tribunais para reclamar o seu direito de visitar a sua filha, tendo-se retractado depois alegando querer evitar colocar a filha Rosinés no centro de um «show mediático».
Lusa / SOL
Etiquetas: chaves; marisabel rodriguez
Terça-feira, Novembro 18, 2008
somewhere over the raibow...
somewhere over the raibow...

MACEDO VIEIRA e DANIEL BERNARDO
Sábado, Novembro 15, 2008
SARAMAGO E OS OVOS
Tanto quanto percebi o NÒBÈL J. SARAMAGO está e muito bem
contra aqueles que atiraram ovos à ministra da educação...
..Mas por favor..Sra ministra da educação..também é violação dos direitos humanos
obrigar os pobres e insurrectos estudantes ater de estudar
o errante escritor só porque foi premiado... e tem tão nobre opinião
Terça-feira, Outubro 28, 2008
Quarta-feira, Outubro 15, 2008
Segunda-feira, Outubro 13, 2008
Domingo, Outubro 05, 2008
O PREC -processo revolucionáro em curso

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Sexta-feira, Outubro 03, 2008
Esta gaija é fixe...e vai ali ganhar as eleições...
Será?Sarah Palin é Fixe....

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Domingo, Setembro 28, 2008
O preço do Petroleo e as greves da DECO

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Sábado, Setembro 27, 2008

ingenuidade ou perfidia?
Não percebi... e estou atónito com a atitude e explicação do Kamarada João Saraiva actual secretário da Junta de Freguesia de Argivai, ao explicar que optou por criar a ARGEVADI -solidareidade social, and so on ou coisa que o valha, porque a Instituição de Utilidade Pública UNIÃO DESPORTIVA E CULTURAL DE ARGIVAI, não estava em condições de poder albergar os mesmos objectivos porque o sr Rogério Poço havia colocado a mesma em sérias dificuldades financeiras...e que ainda tentou mas não era possivel...
Ora Nós sabemos que isso é uma despregada mentira...e dissemos ao autor dessa inverdade que tivesse cuidado com as palavras , se não nos quiser ouvir coisas que nunca dissemos ainda...
É que o amigo e camarada Saraiva esquece-se que foi dirigente da referida e nobre instituição União Desportiva e Cultural de Argivai...Não havia necessidade de justificares tanto Kamarada... Ou se calhar no teu pensamento até havia.. e por isso o disseste...E como eu sei que isso não corresponde a nenhuma realidade e é pura invenção desculpatória fiquei ferido e sentido com o facto... Não ´que eu morra de amores pela UEA, que eles só não são laranjas porque os lugares laranjas já lá estão ocupados e alguns actuais laranjas foram outrora também UEAs...Só não espero que tu camarda saravia vires tambem laranja...pelo menos já pensas como eles.. e isso entristece-me muito...
---pensei que tinhas mesmo amadurecido com os teus erros ecom os dos outros...mas pelos vistos a ambição é maior... ----
Cada qual é como cada um....mas eu não gosto de hipocrisias...
E estas palavras são para ti e para todos os que quiserem ler
e perceber ... porque se escondem muitas verdades - sendo omitir também mentir...
e se revelam muitas mentiras...
mentir compensará politicamente?
creio que não!!!
um abraço socialista
Renato Pereira
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P.S. : Pode-se fazer politica sem insultar os outros nem faltar à verdade... Todas as pessoas são livres de pertencerem as associações que quiserem e de regeitarem as que não querem.. Mas em Argivai
cerebral palsy attorneys
são contados pelos dedos os que não gostam da UDCARGIVAI
eu diria mais em todo o Concelho da Póvoa de Varzim e até em Vila do Conde, em todo o Norte de Portugal e até a Nivel Nacional e Internacional a UDCArgivai tem bom nome...muito por mérito da direcção do Rogério Poço e a sua equipa e não foi por acaso que foi elevada à condição de INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA...
Porque querem lançar na lama um nome que deu alma à Freguesia de Argivai?
Etiquetas: Argivai
PUBLICADO Por UNIVERSALEX @ Sexta-feira, Setembro 26, 2008 Produced By PECUS MALTHUS "trade mark" Copyrights (apenas é permitida reprodução para fins ludico-educacionais)
1GROSSOS
At Setembro 27, 2008 8:53 AM, CÁ FICO said...
Aceitamos as desculpas do João Saraiva, no sentido que manifestou hoje na manhã no Café Anjo em Argivai ...Mas isso não releva a imprecisão proferida pois o dano ao bom nome da UDCA e aos seus obreiros de todos os tempos ficou lá para todo o sempre...
Sábado, Setembro 20, 2008
Terça-feira, Setembro 02, 2008
Terça-feira, Julho 15, 2008
Segunda-feira, Julho 14, 2008
ESpeculação é crime?
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ESPECULAÇÃO É CRIME?
se é porque se não prendem os especuladores?
TAXA ROBIN DOS BOSQUES?
AH! AH! AH!
Isso é cumplicidade...
z a r o l h o
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Quarta-feira, Julho 09, 2008
A. PEDRO RIBEIRO
"Todos nós somos labaredas provocadas pelo curto-circuito do Desejo."
a. pedro ribeiro é um poeta -libertário- surrealista...
E faz Poesia - dura- braba- séria... que não cabe no caminho estreito de qualquer editora ou qualquer catedrático castrador de ideais e personas...
pedroribeiro é poeta de e em vila do conde.. e já é mediático por seter assumido como
colabolador do "açaimado" blog povoaonline..
Visitem-no
Etiquetas: pedro ribeiro
Sexta-feira, Junho 27, 2008
Quinta-feira, Junho 26, 2008
Segunda-feira, Junho 09, 2008
Foi descoberto o vilão
FOI DESCOBERTO O VILÃO…
…QUE NÃO QUER PREÇOS MAIS BAIXOS ?
http://jn.sapo.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=955364
A greve dos transportadores –camiões portugueses, que se iniciou neste Junho de 2008- pedindo entre outros o abaixamento das portagens e do preço dos combustíveis, mostrou-nos que alguns dirigentes sindicais estão contra esta justa e legitima reivindicação que une no mesmo lado da barricada patrões e empregados… patrões porque têm menos lucros ou até prejuízos, empregados porque sabem que esta luta também é deles, pois pagam tudo apreço de ouro e com patrões arruinados nem o pão nosso de cada dia está garantido…
Mas ainda há sindicatos que querem aumentos salariais percentuais – quem ganha mais mais é aumentado em mais quantia , em vez da reposição do poder de compra ou salário base real, cuja melhor luta é a exigência de PREÇOS MAIS BAIXOS e não infeccionar preços e salários numa escalada sem fim e com perca sucessiva de poder de compra para quem recebe salário…
FOI DESCOBERTO O VILÃO…
…QUE NÃO QUER PREÇOS MAIS BAIXOS ?
Parece-me que sim…pelo menos um dos vilões…pois certamente haverão muitos outros…
Etiquetas: preços baixos
Quinta-feira, Junho 05, 2008
podem publicar
podem publicar
Organizações Pecus Malthus,"trade mark", Universalex permitem a publicação para os devidos fins publicos de luta anti trust, defesa do consumidor, e preços justos e outros similares do cartaz "desconfio que me enganas... mais gasolina menos preço...e eu a ver-te
O único proprietário
pereiralex
Terça-feira, Junho 03, 2008
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CÁ FICO disse...
Não foi fácil... consegui não furar o bloqueio de 3 dias nos postos de abastecimento galp bp e repsol..Hoje qunado estava mesmo aflitinho já sem gota no depósitp fui à Total em vila do conde nas EN13 á rotunda para areia-arvore elá coloquei 14 litros de 95 s7 chumbo a 1.476€/litro...Três dias é muito tempo... O próxim o bloquei tem que ser em dias impares ou em dias pares....
Terça-feira, Junho 03, 2008
Sexta-feira, Maio 30, 2008
Quinta-feira, Maio 29, 2008
coisas do passado publicáveis e verdadeiras
LIVRE USO LUDICO-EDUCACIONAL
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PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
DE Regulamentos... Renato Gomes Pereira
Elemento da Comissão Técnica
Convidado pelo Dr. Paulo Costa
a com os demais elementos
permanecer na mesma
Embora de filosofia política bem diferente nada me impede der apoiar a política desportiva seguida pela Câmara Municipal na modalidade de Atletismo, de resto na linha traçada por esse grande obreiro do desporto popular que foi o Dr Manuel Vaz, e de muitos outros que de já esquecidos ninguém fala.
Discordo e apenas de uma palavra que se encontra na Convocatória para a reunião do dia 7 de Novembro ,nos items 3 e 4 e essa palavra é “ votação”.Primeira pergunta os outros itens 1,2 e 3 não são para votar? Porquê só agora pôr a votação O regulamento geral e o regulamento técnico?
Se me fosse permitido propunha que se colocasse à votação a composição da própria Organização e comissão técnica e comissão disciplinar...
Se existe uma comissão técnica, quais são as suas funções? São Técnicos do Atletismo, das suas normas e regulamentos ou apenas Fiscais? Se são fiscais deve ser chamada comissão fiscalizadora .E Já agora acabem de vez com as cenas tristes dos “capinhas amarelas” dentro do campo a “fiscalizar” a actividade dos juizes e colaboradores de atletismo. No recinto das provas só devem estar os juizes ,os colaboradores e é claro os atletas...Delegados, dirigentes, pais, amigos, etc ,são espectadores ficam de fora a assistir e dar apoio (mas nunca tocar ou correr a par dos atletas).
Não me repugna que as equipas/ associações, apresentem as suas propostas, antes pelo contrário elas são muito bem vindas...Outra coisa é que as votem...Desculpem-me a franqueza, mas a experiência já me ensinou que nem sempre a maioria tem razão, e a razão de cada associação sendo respeitável, pode defender interesses, que por vezes colidem com os reais valores da verdade desportiva.
Daí a razão de ser da existência da Comissão Técnica. Deve ser esta que deverá à posteriori escolher e aperfeiçoar as propostas das associações.(por falta de espaço não posso explicar melhor).
Quero ainda dizer que discordo completamente com o método de escolha dos 10 melhores atletas. O método escolhido criou flagrantes injustiças e eu já as demonstrei...
Todos sabem a minha opinião e solução que é o conhecido sistema das médias tendo em conta a pontuação (não a classificação- se eu correr só com atletas mais fracos do que eu fico em primeiro mas demoro muito tempo a fazer a prova e vou ter os mesmos pontos que aquele que correu á frente dos melhores e fez a prova em menos tempo- que é o maior erro que se tem no Plano).Claro que importa alterar o critério de pontuação das provas de estrada e Corta mato. Pois a pontuação favorece aquelas equipas que têm bons atletas em prejuízo daquelas que têm muitos atletas razoáveis.(ENTENDO EU que o plano deve premiar a quantidade de atletas pois tem por fim promover o atletismo) O IDEAL SERIA TER CRONÒMETROS DE FITA E TIRAR OS TEMPOS DE TODOS OS ATLETAS PONTUÀVEIS e depois estabelecer uma equivalência de pontos (COMO NA VELOCIDADE) e penso que o programa informático pode ser facilmente adaptável a esta situação. Mas estou aberto a outras propostas MELHORES...
Gostaria que este documento fosse integralmente entregue na reunião do dia sete para pelo menos ser lido e se possível ser discutido...Pois apenas da discussão nasce a luz...
Desportivamente
Etiquetas: atletismo concelhio
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PPA 2000 2001 Critérios de objectividade
EQUIPA REVELAÇÃO
nº de inscritos
x 1 =
Pontos positivos
nº de Participantes
x 2 =
Pontos positivos
Diferencial
x 3 =
Pontos negativos
Desempenho dos atletas:
Organização:
Excelente
Boa
Razoável
Péssima
Disciplina:
Excelente
Boa
Razoável
Péssima
Regularidade:
Excelente
Boa
Razoável
Péssima
Urbanidade:
Excelente
Boa
Razoável
Péssima
Desportivismo:
Excelente
Boa
Razoável
Péssima
Pontualidade:
Excelente
Boa
Razoável
Péssima
Cada item =
30 pontos
15 pontos
5 pontos
- 5 pontos
Desempenho dos delegados:
Organização:
boa
suficiente
fraca
má
Regularidade:
boa
suficiente
fraca
má
Urbanidade:
boa
suficiente
fraca
má
Desportivismo:
boa
suficiente
fraca
má
Pontualidade:
boa
suficiente
fraca
má
Cada item =
10 pontos
5 pontos
2 pontos
- 1 ponto
Participação em cada acção de formação:
1 pessoa
2 pessoas
3 pessoas
4 pessoas
5 ou mais
nenhuma
20 pontos
30 pontos
40 pontos
50 pontos
55 + nº
- 60 pont.
A soma total final de pontos determinará o vencedor
Jornada a jornada serão pontuados os desempenhos dos atletas e delegados
Quarta-feira, Maio 28, 2008
Quarta-feira, Maio 21, 2008
Zarolho da Voz e das Lunetas: Femininistas -sexistas - usurpadores de privilégios
Zarolho da Voz e das Lunetas: Femininistas -sexistas - usurpadores de privilégios
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Agricultura U E - medida realista e importante
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FONTE: JN 21-05-08 (on line)
Bruxelas propõe a liberalização dos mercados agrícolas na UE
leonel de castro
Prioridades
fim do pousio obrigatório e das quotas leiteiras
Célia Marques Azevedo, correspondente em Bruxelas
A Comissão Europeia (CE) quer que sejam os agricultores, orientados pelas necessidades do mercado e não coagidos por subsídios, a decidir o que pretendem produzir. Para tal, o organismo comunitário anunciou ontem, em Estrasburgo, na apresentação do balanço da Política Agrícola Comum (PAC), a liberalização do mercado e o fim do desligamento definitivo das ajudas à produção.Bruxelas deixa para trás o sistema de pagamentos aos agricultores com base no critério histórico, explicando que o modelo se torna cada vez mais difícil de justificar e impõe uma superfície mínima de um hectare por exploração agrícola para a atribuição de um pagamento mínimo de 250 euros.A CE tinha já suspendido o pousio obrigatório de 10% das terras para anular o efeito da falta de cereais que preocupa o Mundo desde o Verão passado. A suspensão tem agora efeito permanente e Bruxelas já contabiliza o resultado da decisão mais 12 milhões de toneladas de cereais a colher. As quotas leiteiras introduzidas em 1984 serão definitivamente passadas à história em 2015. Até lá, os estados podem produzir mais 1% por ano, a partir de 2009. Para compensar a falta de leite e a subida dos preços, Bruxelas tinha já autorizado a produzir mais 2% na campanha de 2008.A comissária responsável pela Agricultura explicou que a revisão da PAC pretende tornar os mecanismos comunitários "mais simples" para responder "rapidamente" aos desafios actuais, e dá como exemplo as alterações climáticas.Para responder a problemas específicos, os estados-membros poderão manter, por sector, 10% do envelope nacional destinado a pagamentos directos e encaminhá-los para medidas que considerem mais pertinentes, deixando de estar obrigados a utilizar a reserva no mesmo sector. Bruxelas sugere que o fundo seja empregue em medidas ambientais e no apoio a medidas de gestão de riscos, como regimes de seguros contra catástrofes naturais, ou fundos para doenças animais. Por outro lado, deixa ao critério de cada país banir os pagamentos directos feitos a entidades que não sejam agricultores de facto, como campos de golfe ou algumas indústrias.Mariann Fischer Boel reconhece que é "preciso mais dinheiro" para a política de desenvolvimento regional dando a possibilidade aos países de o conseguirem através do aumento da "modulação". A modulação em vigor é de 5% para agricultores que recebem ajudas directas superiores 5000 euros e a CE pretende que o valor aumente gradualmente para 13% em 2012. O valor retido vai passar a ser reutilizado dentro do país que o gerou, deixando de regressar ao fundo comunitário.
Etiquetas: agricultura
Terça-feira, Maio 13, 2008
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CÁ FICO said...
"O nosso único objectivo é servir as pessoas e não o de fazer obras à toa como alguns políticos tontos querem fazer crer".Ai é? Pois digo Sr Presidente também sou pessoa e habitante da Póvoa e a obra da avenida Mouzinho não me serve, mesmo sem veiculo movido a gaz propano liquidefeito (GPL)...Estava tudo muito melhor antes de começar a mandar deitar abaixo as arvores...Portanto Vc serve pessoas talvez mas muito poucas que sefazem servir de si e do poder que detem...seria optimo que servisse as pessoas todas que votaram em si...nesse caso seria um optimo presidnte..mas posso afiançar que a fazer obras ao estilo da Av. Mouzinho não está a servir as pessoas mas a servir-se delas para alimentar o seu alter ego...e adeixar que outros se sirvam de si e do poder que ocupa para esmifrar tostões e ganhar milhões nos estacionamentos aos seus eleitores e aos outros, quando o que V.ex.cia devia ter feito era construir siloautos gratuitos ( por exemplo requalificando a praça de touros...) de utilização gratuita quer para os residentes quer para os turistas que nos visitam...no verão...entenderam todos ou é preciso que vos faça um desenho?
10:20 AM
Domingo, Maio 04, 2008
Terça-feira, Abril 29, 2008
LUTA CONTRA A ESPECULAÇÃO ALIMENTAR
Sexta-feira, Abril 25, 2008
25 de ABRIL

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Etiquetas: 25 de Abril, cravos, laranjas, sangue e morte
Segunda-feira, Abril 14, 2008
Sexta-feira, Abril 11, 2008
Segunda-feira, Abril 07, 2008
A GALINHA DOS OVOS DE OURO

Sábado, Abril 05, 2008
Sexta-feira, Abril 04, 2008
AGUALUSA DO BENGO
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"Angola tem um pensamento totalitário" ISABEL LUCAS
"A reacção às minhas declarações só releva que Angola tem um espírito totalitário." A frase é do escritor angolano José Eduardo Agualusa e é um comentário à polémica gerada por uma outra frase sua: "Uma pessoa que ache que o Agostinho Neto, por exemplo, foi um extraordinário poeta é porque não conhece rigorosamente nada de poesia. Agostinho Neto foi um poeta medíocre". A frase, dita numa entrevista ao jornal Angolense, suscitou uma enorme polémica nos meios políticos e intelectuais. No Diário de Angola, um editorial acusava Agualusa de ter a intenção única de "humilhar figuras de relevo" da História angolana. No mesmo jornal, um artigo assinado por um conhecido colunista, Artur Queiroz, chamou difamatórias as declarações do escritor por visarem "poetas mortos" e acusando Agualusa de cobardia. "Vem agora uma flatulência retardada do colonial fascismo sujar a sua memória com uma tentativa de assassinato de carácter", escrevia Queiroz. (Pode ler-se no blogue Origem das Espécies) Na entrevista, além de Agostinho Neto, chamado o "pai da nação angolana", Agualusa referia os poetas António Cardoso e António Jacinto. "Foram todos grandes figuras do nacionalismo angolano e, eventualmente boas pessoas, não sei, não conheci nenhum deles, mas eram fracos poetas." Sobre o assunto escreveram-se muitas páginas na imprensa local, sintoma, disse o escritor, "das fragilidades do sistema angolano e das mentalidades que ainda não são democráticas". Os ânimos só "serenaram" (palavras de Agualusa) depois de um artigo de Sousa Jamba em defesa do autor angolano, publicado no Angolense. Passado algum medo, que não nega ter sentido - "as pessoas ficam assustadas, fecham-se" -, Agualusa considera que a polémica serviu para lançar o debate sobre a liberdade de expressão, mesmo dentro do partido: "Limitei-me a uma apreciação literária. Quem não aceita a crítica não sabe nada de democracia."
Terça-feira, Abril 01, 2008
HISTÒRIA DE ANGOLA
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Sábado, Março 29, 2008
Sexta-feira, Março 21, 2008
Segunda-feira, Março 10, 2008
O bailinho na Madeira
Terça-feira, Fevereiro 26, 2008
Olha que eu sei...!!!
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Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008
pacificar ou Julgar?
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A propósito dos Julgados de Paz
Começa a ser IRRITANTE a petulância de querer equiparar Pacificação a Justiça…
A “PAZ propagandeada “é uma coisa própria dos “cemitérios”… é o enterro…é varrer o Lixo para debaixo do Tapete!
Matar a “questão” não significa acabar com o problema que lhe deu origem…assim como “pacificar os povos” não significa a sua impossibilidade
de rebelião ou de indignação, ou pior ainda de renúncia à obediência à autoridade estabelecida…
A VERDADEIRA PAZ NÃO É DESTE MUNDO!
Julgar é tomar posição na questão! Dar a cada um o que é seu, significa tirar ao outro e dar ao seu verdadeiro senhor, quer o outro o aceite ou não!
Conciliar as partes, evitar o divorcio, negociar um acordo não é mediar o que quer que seja, mas antes estar por dentro de cada um imiscuir-se dentro do próprio de cada ser desavindo…FAZER JUSTIÇA é penetrar dentro de uns e de outros! Por isso é Impossível Pacificar Uns e Outros por sua própria vontade… a menos que se “mate” alguma coisa de cada um ou a ambos…!!!
Julgamentos de Paz é instalar o luto jurídico a torto e a direito…
Renato Pereira
Etiquetas: julgados de paz
Terça-feira, Dezembro 18, 2007
Sexta-feira, Dezembro 14, 2007
Terça-feira, Dezembro 04, 2007
Sexta-feira, Novembro 23, 2007
Very British..
Um Inglês a viver em Portugal ia fazendo um esforço para dizer> >umas coisas em Português. Foi ao supermercado e fez a seguinte lista:> >> >- Pay she> >- MacCaron> >- My on easy> >- All face> >- Car need boy (may you kill oh!)> >- Spar get> >- Her villas> >- Key jo (parm soon)> >- Cow view floor> >- Pee men too> >- Better hab> >- Lee moon> >- Bear in gel> >> >Ao chegar a casa, bateu com a mão na testa e disse:> >> >- Food ace! Is key see me do too much! Put a keep are you!
Terça-feira, Novembro 20, 2007
Sexta-feira, Novembro 09, 2007
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As instituições de caridade, solidariedade, lares, casas de chuto, menores em risco, casas pias, apoio a idosos, centros de dia,e similares, etc.., quando lhes falta aquela dimensão humanitária que a igreja católica ao longo dos tempos tem sabido dar, tansforman-se em casas de "tachos" para psicologos, assistentes, e umas tantas outras profissões que a elas vivem acopladas, sugando assim as verbas que deveriam ser directamente canalizadas para auxilio aos mais necessitados... e é por isso que nos admiramos ao ver escandalos tipo casa pia e de lares de terceira idade, e lançamos o labeu sobre a justiça e os governos, quando " a mafia" está mais a nascente... è facil acusar um padre ou uma madre d'uma qualquer instituição de caridade ou um qualquer provedor de misericordia...dificil é provar a responsabilidade dos técnicos sociais, dos psicólogos e de tantos outros que vivem dessas mesmas instituições... www.muitogrosso.blogspot.com
Editado pela
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