CÁ-FICO
Mais Um Blog do Pecus Malthus para dar gozo aos Pseudo intelectuais de esquerda, de direita, do centro, de baixo e de cima, à frente,à retaguarda, nos pontos intermédios e nos ubíquos... nada do que aqui edito sendo sério é para levar a sério... ("Rident Castigat Mores... e nada mais!)
Quarta-feira, Fevereiro 03, 2010
Domingo, Janeiro 31, 2010
Jornal de Angola - Centro industrial e turístico é riqueza estagnada
Centro industrial e turístico é riqueza estagnada
Casimiro José| Sumbe - 31 de Janeiro, 2010
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A Pedra de Água é indicada para a cura de muitas enfermidades e tem características digestivas
Fotografia: Casimiro José
O centro turístico e industrial da Pedra de Água, situado na comuna da Botera, município do Seles, precisa de investimentos dado ao seu potencial industrial e turístico. A sua reabilitação constitui um dos pilares para o relançamento da indústria de joalharia na província do Kwanza-Sul e o enchimento da água medicinal gaseificada natural, com características únicas em Angola e no mundo.
Localizado a 500 metros da margem do rio Cubal, o local denomina-se “Unchila Wonjamba”, que em português significa “Cauda do Elefante”. O centro industrial e turístico da Pedra de Água tem uma nascente de água gaseificada natural na área da Bamba e à medida em que corre vai ficando em pedra, aglutinando folhas e galhos de árvores. E assim, a partir da nascente de água termal se vai formando uma formosa pedra que só a natureza sabe qual vai ser o tamanho e o fim do processo.
A Pedra de Água é indicada para a cura de muitas enfermidades e tem características digestivas. O português João António Veiga construiu em 1956 uma estrutura para o enchimento da água medicinal a partir da nascente. A marca Pedra de Água era de alto consumo em Angola e já tinha clientes no estrangeiro. Hoje a fábrica e outras estruturas erguidas na época estão em escombros.
O actual regedor da Catanda, soba Filipe Correia, foi trabalhador na fábrica da Pedra de Água durante muitos anos até a sua paralisação em 1980, devido à guerra.
Oficina de joalharia
De acordo com o soba Filipe Correia, o centro industrial e turístico da Pedra de Água contribuiu para o desenvolvimento social e económico do município do Seles. Além do enchimento da “Pedra da Água” havia no local uma indústria de joalharia. A oficina foi construída em 1971 e o seu funcionamento incentivou a exploração de pedras preciosas e semi-preciosas na região o que na época gerou 350 empregos.
“No tempo que funcionava o centro da Pedra de Água, todos nós tivemos apoio em bens alimentares, sabão, roupa, calçado e nada nos faltava. Hoje as pessoas têm de se deslocar à sede do município para conseguirem esses produtos, percorrendo 40 quilómetros a pé”, desabafou o ancião.
O soba, de 63 anos, recorda os bons momentos vividos, naquela época, destacando o fornecimento da corrente eléctrica através da mini-hídrica que o centro dispunha e que permitia a realização de vários serviços em benefício dos habitantes da região.
“Nós vivíamos bem aqui, até as nossas mulheres não se esforçavam a preparar a fuba porque com a luz da mini-hídrica tínhamos as moagens”, disse.
Falta de investidores
A reabilitação do centro, de acordo com o administrador municipal do Seles, Rui Feliciano Miguel, é uma das prioridades do município, mas a não concretização das intenções dos empresários que se propuseram investir está a adiar o desejo das autoridades e das populações.
Para pôr em marcha o plano de reabilitação e exploração dos recursos do centro, a Administração Municipal do Seles pretende efectuar um concurso público para se apurarem potenciais investidores.
O administrador do Seles, Rui Feliciano Miguel, revelou ao Jornal de Angola que para estimular os potenciais investidores, o seu executivo está empenhado na reparação da via que dá acesso ao local o que considerou “uma tarefa que deve contar com a colaboração da classe empresarial da província do Kwanza-sul, do município e do país em geral”, dizendo que o centro da Pedra de Água é uma referência internacional.
O município do Seles tem nove centros turísticos, “Nduva”, “Pedra de Água”, “Mundo Wkua”, “Local dos Hipopótamos”, “Camira”, “Piscina Municipal”, “Quedas do rio Luai”, “Caxita” e "Morro do Nduinguiri".
Jornal de Angola - Centro industrial e turístico é riqueza estagnada
Sexta-feira, Janeiro 29, 2010
A Macao Chrisoula…
por MANDACHUVINHA
“EM exclusivo ao Folha 8, Kamalata Numa diz:
Repare só para as bancadas do Estádio 11 de Novembro se não vai ver apenas os pobrezinhos anestesiados, quase enlouquecidos a dançarem. Enquanto os filhos da elite, dos papazinhos, não vão ao campo, porque não se querem misturar. Estão frente aos seus televisores bem instalados ou, se forem estão lá bem colocados. Porquê? Porque eles não são povo, eles são a super-estrutura deste país, estão acima de tudo e de todos.
Secretário-geral da UNITA,
Kamalata Numa.
Ontem comandante de tropas, General do Exército, hoje Secretário-geral da UNITA “
transcrito da fonte: FOLHA 8"
_____________________________________
Quem leu a entrevista sabe que aparentemente os principios do Muagai aqueles que levaram à resistência da UNITA, contra o despotismo do monopartidarismo após a independência, são principios favoráveis aos angolanos de cor negra,puros e que não tinham outro destino senão permanecerem no solo angolano…Mas isso não significava que a unita não tivesse mestiços ou brancos no seu seio, desde as primeiras horas, e também muitos dos do projecto do Muangai, tiveram que por forças das várias circunstãncias que se refugiarem na Zambia, Namibia, nos dois Congos, no Brasil,nos EUA, Africa do Sul em Portugal e em muitas outras paragens…
Claro que Nito Alves e o Poder Popular, estavam errados…mas isso não justifica o 27 de Maio de 1977…
Angola não é uma questão de mais ou menos melanina, ou ausência total dessa substãncia que escurece mais lou menos a pele, nem de outras caracteristicas sanguineas, tribais ou raciais…
Ser angolano não é uma questão de ter ou não ter …é uma questão de sentir…Ser angolano não se define..sente-se….e sabe-se que se é…
Ninguém tem o direito de dizer ao outro. eu sou mais angolano do que tu…Mas já poderá dizer ou sou melhor cidadão do que tu, melhor profissional do que tu, mais militante do que tu, etc.etc…
A super estrutura dominante em Angola é mais ou menos o que Numa caracteriza como elite…Mas daí a considerar uma nação..vai uma grande distância…
A mestiçagem é uma realidade e cada vez mais se evidencia tal como no Brasil – o luso tropicalismo…
E como diz Numa isso não é um mal--- é um bem…
A mestiçagem é o futuro do mundo…Os “puristas” do Black Power e do Ku klux klan e similares, podem tirar o cavalinho da chuva… a mistura será cada vez maior… e para bem da Humanidade…
Claro que a Diáspora Angolana, é uma “nação” – no sentido estrito da intenciuonalidade do Numa – também ela crioula…crioula no sentido sanguineo, e no sentido cultural…Claro que pos ultimos quarenta/cinquenta anos fizeram que muitos nascidos ou fixados em Angola dela saissem para as mais diversas partes do mundo, criando nessas novas terras adoptivas raizes ,laços e até novas cidadanias…
Por isso digo que não concordo como projecto da Unita- por vistos vencedor – na nova constituição angolana – a respeito da nacionalidade angolana…em especial na caracterizaçao do angolano originário e suas descendências…
Existe uma Angola enorme, espalhada pelo Mundo…e essa Angola esbate-se nas outras culturas e modos de estar, modifica-se e transfigura-se…
Se não tiverem cuidado um dia “os donos da nação” não se reconhecerão naqueles que partiram um dia…
É urgente que se criem figuras juridicas internas de admissibilidade de plurinacionalidades…ou duplas ou triplas ou multiplas nacionalidades para os naturais de angola e seus descendentes da diáspora…
Ontem, Hoje e Amanhã, continuarão a procurar o seu pão fora do território de Cabinda ao Cunene muitos angolanos…os mais afortunados, reguessarão um dia, em férias, ou emvisita dos familiares ou até em investimentos..mas a grande maioria apenas conseguiu, ou não, sobreviver nos apaises de adopção…e não mais regressará etanto mais dificil é o regresso , quanto para mais longe foram…
E sejamos realistas: por muito próspera que seja angola nunca poderá absorver toda a diáspora e seus descendentes em condições satisfatórias…
E assim a realidade suplanta-nos !!! Mas poderemos facilitar a vida a toda a Diáspora não lhes fechando as portas… e no minimo dos minimos a da nacionalidade…
…Crioulos ou não !!!!
Quinta-feira, Janeiro 28, 2010
Renato Matos - Vogal do CSM
Diário da República, 1.ª série — N.º 250 —
29 de Dezembro de 2009
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Resolução da Assembleia da República n.º 117/2009
Eleição para o Conselho Superior da Magistratura
A Assembleia da República resolve, nos termos da alínea
h) do artigo 163.º e do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição,
designar como vogais do Conselho Superior da
Magistratura os seguintes cidadãos:
Efectivos:
Florbela de Almeida Pires.
Anabela Maria Pinto de Miranda Rodrigues.
José Francisco de Faria Costa.
Eduardo Augusto Alves Vera -Cruz Pinto.
Rui Filipe Serra Serrão Patrício.
Manuel Artur Barbot Veiga de Faria.
Victor Manuel Pereira de Faria.
Suplentes:
Ilídio Renato Garrido Matos Pereira.
Pedro Miguel dos Santos Duro Lopes.
Maria Helena Terra de Oliveira.
Aprovada em 11 de Dezembro de 2009.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
Terça-feira, Janeiro 26, 2010
Materialidade e formalidade constitucional
SOBERANIA POPULAR versus NACIONAL
A monarquia tradicional assenta numa estrutura orgânica, uma ORDEM que lhe é imanente: a ordem, as hierarquias, a autoridade, a OBEDIÊNCIA, a família, O PAI, O ESTADO e o REI…
Claro que numa Monarquia Constitucional, não se pode dizer que o Soberano é o POVO…pois só na República é que pode o povo mandar…Por isso a Ideia de Estado aparece como tábua de salvação da ORDEM monárquica…Não sendo já o Rei o senhor absoluto, escuda-se a sua soberania nas instituições estaduais…E assim escudam-se os republicanos, numa monarquia constitucional, nos poderes que atribuem ao primeiro ministro e ao governo que pretendem sob o controle do parlamento….Daí o Parlamentarismo Constitucional Monárquico para tirar os poderes ao Monarca…ao Rei!!!
A futura constituição angolana. Tal como está redigida arrisca-se a não passar de uma Constituição Semântica ou seja como a define Canotilho “ uma formalização exterior da situação do poder político existente” ou seja, dos detentores de facto do poder..
E assim sendo, dizemos nós, sendo atípica, porque Angola não é uma monarquia constitucional, mas sim uma Republica – que quer dizer COISA PUBLICA – coisa do Povo - , a nova constituição, porque também é semântica esgota-se nos limites de qualquer auscultação popular ou golpe de estado…sendo ambos de cariz institucional, parlamentar, ou popular…
Explicitando: O Presidente da República pode ser “ in extremis” objecto de “ inpiechement”.Ou seja “expulso pelo povo democraticamente representado no parlamento” … Ou pelos parlamentares que tenham poder representativo suficiente par alterarem a constituição…Ou por eleições antecipadas, caso o parlamento se demita em bloco… é caso para dizer popularmente” rei morto rei posto….!!!” Porque a constituição material esvai-se nas constituições semânticas e o Estado extingue-se com o” golpe” seja ele “palaciano” seja “sanguinolento” ou “com o poder caído nas ruas”…
E tudo isto por uma simples razão:
É que estas constituições, mesmo as atípicas, são concebidas para monarquias, onde o poder ou pilar de uma Nação não é o seu Povo, mas o seu Rei e os seus sucessores nobiliárquicos, príncipes. Duques e demais Família Real… deposto um rei outro de igual linhagem sanguínea se lhe sucede…
Não pode ser o mesmo numa Republica…quer dizer…Pode mas não deve…é a voz da história que nos diz que não…!!! Será?
Renato Gomes Pereira
Terça-feira, Janeiro 19, 2010
Segunda-feira, Janeiro 18, 2010
Quarta-feira, Janeiro 06, 2010
Sábado, Janeiro 02, 2010
Sexta-feira, Janeiro 01, 2010
NEGRITUDE
ANGOLANO (Albano Neves e Sousa)
Ser angolano é meu fado, é meu castigo
Branco eu sou e pois já não consigo
mudar jamais de cor ou condição...
Mas, será que tem cor o coração?
Ser africano não é questão de cor
é sentimento, vocação, talvez amor.
Não é questão nem mesmo de bandeiras
de língua, de costumes ou maneiras...
A questão é de dentro, é sentimento
e nas parecenças de outras terras
longe das disputas e das guerras
encontro na distância esquecimento!
Segunda-feira, Dezembro 21, 2009
Finalmente… mas sem Plano de Actividades e Orçamento para 2010…
2009/2011 ? Quer dizer: 2010 e 2011…ou 2012?

Finalmente… mas sem Plano de Actividades e Orçamento para 2010…
2009/2011 ? Quer dizer: 2010 e 2011…ou 2012?

Quarta-feira, Dezembro 16, 2009
Cavalgadas, cavalgaduras e animais de carga…
Imaginem como seria há largos séculos atrás cavalgar a toda asela por esse mundo fora… Não havia postos de abastecimento de combustivel, nem oficinas, nem auto reboques…quando muito de onde em onde haveria um ferreiro, que sabia colocar ferraduras em cavalos,e um ou outro agricultor que disponibilizava palha e água para os cavalos… Fora isso só encontrava ,ferreiros, agua e palha nas estalagens e albergarias…
Eram assim como que hoteis de cinco estrelas da alturas as estalagens…e as Albergarias seriam como que um local de dormidas não classificado e quando muito forçada a comparação a hoteis de duas ou três estrelas…
Estou apenas falando de cavalos e cavaleiros, as diligências e as carruagens eram como que os aviões particulares e as limusines do nosso tempo…E quem não tinha nem cavalos, nem burros nem bois ,nem vacas viajav a pé como caminheiro e era muito bom para a saúde…e para os animais também claro…
A carga toda era transportada às costas, em carros de bois, e quando muito por barco, rio ou mar… Não havia caminhos de ferro, nem Tgvs!!! Podem perceber o que é transportar sacos de farinha ou antes disso o milho para o moinho ou azenha moerem…
Tudo isso gerava um sem número de profissões e actividades…que são sinais dos tempos…umas acabaram outras transformaram-se…
SE Pudessemos . aplicar o Iva a tudo isso e o pagamento por conta, o IRS, o IRC, O imposto de selo, o imposto de circulação,imposto sobre os combustiveis, etc,etc, imaginem como o fisco seria excedentário em receitas, mas provávelmente nenhum de nós existiria já pois tinha sido extinta a especie por ter sido há muito sugada até ao tutano!!!
Percebo bem, por isso, a angustia de JOE , O Canalizador,(plumber) na ultima campanha eleitoral dos States que acabou por eleger Obama como seu presidente…
PORTANTO esta coisa da “politica fiscal” tem que respeitar a ecologia…
E a propósito de Ecologia: digam a Mugabe e aos outros Ditadores Africanos, que os “ pobres dos paises mais desenvolvidos es tão fartos de fazer doações e concessões para enriquecer ainda mais os ricos dos paises pobres” apud o meu patricio luso-angolano o Jornalista Orlando Castro
Domingo, Dezembro 13, 2009
Quinta-feira, Dezembro 10, 2009
Quarta-feira, Dezembro 09, 2009
Quarta-feira, Dezembro 02, 2009
PORTUGAL – ontem, hoje e amanhã
Posta Restante
A Nação Portuguesa e a Diáspora
2002-12-17 12:21:26
Se considerarmos que a Nação Portuguesa é constituída por todos os portugueses natos (yus solis), acrescidos por seus descendentes - filhos, netos, bisnetos - (yus sanguinis), e ainda pelos(as) consortes de todos(as) eles(as), verificamos que existem muitos mais portugueses fora do território nacional, do que no rectângulo de cerca de 90.000 quilómetros quadrados à beira mar plantado, de onde saíram Gamas e Cabrais para dar novos mundos ao Mundo, desde quando a nossa Pátria se tornou pluricontinental, e a língua portuguesa vem sendo falada nos cinco continentes, por brancos e negros, mestiços e mamelucos, mongólicos e caucásicos, enfim, por todas as etnias.
Navegadores e emigrantes foram, desde sempre - sem qualquer sombra de dúvida - os melhores entre os portugueses, aos quais se ficou devendo a universalização do nosso idioma, a globalização da nossa cultura, e a internacionalização de tudo quanto de bom Portugal produziu, ao longo de seus quase nove séculos de história, obras que ficaram devendo aos arrojados lusitanos que souberam imaginar (o homem sonha) , que souberam Crer (Deus quer), e que foram capazes de realizar (a obra nasce).
Foi deste modo que - para citar apenas um, dos muitos exemplos da grande obra dos lusitanos além-mar - poucos anos após a fundação da primeira Santa Casa de Misericórdia em Lisboa (1498), Brás Cubas fundou a Santa Casa de Misericórdia, e Hospital de Todos os Santos (1543- Santos, São Paulo), o que levou os portugueses do Brasil a fundar aqui, ao longo dos três séculos seguintes, mais de 700 (setecentas) outras Santas Casas, as quais respondem, AINDA HOJE, pelo atendimento médico de mais de metade de todos os brasileiros, no campo da saúde (doença), na maior parte dos casos, graciosamente.
Mas Portugal só conseguiu superar-se a si próprio, porque, naqueles tempos, não olhava apenas para o seu umbigo, antes enxergava longe, tinha ideias e ideais, e os homens inteligentes e ousados tinham voz e vez, ao contrário do que hoje ocorre, em que os professores primários- que nobre profissão- são travestidos de diplomatas; em que alguns diplomatas - profissão para inteligentes idealistas - se transformam em negociantes da coisa alheia; em que uns poucos jornalistas - ocupação para homens e mulheres de visão e coragem - se transformam em pseudo governantes; e finalmente, em que muitos políticos se afastam da ética, se eximem das responsabilidades, e se julgam impunes.
As democracias estão derrapando para o faz de conta, as sociedades estão apodrecendo, e o Globo está se tornando uma terra de ninguém, onde a irresponsabilidade se generaliza, a violência se globaliza, e a injustiça se eterniza, tudo isto em consequência da acomodação das maiorias silenciosas, da prevalência dos miseráveis interesses das minorias ambiciosas, e da sobreposição da ganância de certas «elites» perniciosas, cuja cegueira arrasta o mundo para a instabilidade, para o terror, e para o caos.
Estamos na Quadra Natalina, que encerra o ano, época propícia à reflexão, quando a postura dos homens inteligentes e bons deve ser comandada pelo humanismo, entendido este, não como sentimento piegas e demasiadamente tolerante, mas antes como seres responsáveis e actuantes, exigentes e decididos, sábios e justos, mas à maneira aristotélica, em que «a justiça-na igualdade-consiste em tratar desigualmente os seres desiguais, e na medida em que se desigualem». Afinal, JUSTIÇA, é premiar os bons e castigar os maus.
José Verdasca
Escritor e conselheiro do Conselho das Comunidades Portuguesas / Brasil.
EM (c) PNN - agencianoticias.com
Segunda-feira, Novembro 30, 2009
Sábado, Novembro 28, 2009
Terça-feira, Novembro 24, 2009
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Domingo, Novembro 01, 2009
Argivai era assim antes da “guilhotina…
A Génese de ARGIVAI é mais que Milinar…. é Pré Histórica ! ! !
Argivai , antes da comemoração dos erroneamente proclamados 1050 anos era assim…Não tinha aquela estatueta que mais parece uma guilhotina para decepar a cabeça dos que pensam em Argivai e arredores e/ou não se regem pela batuta do “soba” da freguesia…
Claro que NINGUÈM VIVO saberá quando nasceu Argivai, e os que disserem que sabem são uns Grandes Mentirosos e até desonestos intelectuais…
E Como Argivai é pelos documentos históricos já descobertos – vestigios de povoado Pré romano – téculas descobertas em escavações- castro de argivai – fonte celta – anterior à história ( o que separa a história da pré-história é a descoberta da escrita) sendo pré-histórica, dado que os papeis só muito mais tarde vieram a ser inventados, sendo a primeira escrita feita na pedra…não terá grande sentido tomar por base de nascimento de Argivai a data de um documento,( ele próprio mesmo do ponto de vista histório de alguma duvidosa integralidade,vide Portugalia Monumenta Históricae- Alexandre Herculano e outros…) referente a uma doação de terras feita por alguém que não sabemos se era já, ou se foi em tempo algum a sua legitima dona ou possuidora ao Mosteiro de Guimarães e onde a palavra Villa Argenadi (Quinta do Argevadus) apenas aí aparece como a terra ou propriedade com a qual confronta a que vai ser doada… Ou seja o documento prova que nessa data de 953 Argivai Já existia… e nada mais …daí não se pode concluir que Argivai nasceu aí… e existem milhentas provas a demonstrar o contrário…
Argivai ao Primeiro de Novembro de 2009
renato gomes pereira
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Terça-feira, Outubro 27, 2009
Resultado de sondagem…
Em ARGIVAI quem quer para tesoureiro e secretário da junta de freguesia? (Poll Closed)
secretário e tesoureiro PS ? 7% (2 votes)
secretário e tesoureiro UEA ? 4% (1 votes)
secretário e tesoureiro PSD? 18% (5 votes)
secretário PS e tesoureiro UEA ? 4% (1 votes)
secretário UEA e tesoureiro PSD? 39% (11 votes)
secretário PS e tesoureiro PSD? 7% (2 votes)
secretário PSD e tesoureiro PS? 0% (0 votes)
secretário PSD e tesoureiro UEA? 4% (1 votes)
secretário UEA e tesoureiro PS ? 0% (0 votes)
outra situação 7% (2 votes)
nova eleições por falta de quorum por renúncia de deputados da oposição? 7% (2 votes)
Other: 4% (1 votes)
Total Votes: 28
Atendendo à análise destes resultado, num trabalho sério sobre e acerca que outros arrogantes recém- chegados de páraquedas que usam blogs semelhantes só sabem denegrir e apoucar… Urge comoarar eperceber que apenas 39 % dos votantes quer a coligação UEA-PSD , significando qiue os demais optariam por outras soluções de coligações sendo aimediatamente a seguir a governação exclusiva pelo PSD…
Os votantes não serevelaram- avessos a qualquer coligação com o PS e até a coligações ps uea psd…
Sábado, Outubro 24, 2009
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
FOLCLORE e recordação da “casa amarela”
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Importa salientar que a utilidade do salão social de argivai, também aqui se manifestou
como estrutura de suporte a um actividade ao ar livre…
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
Terça-feira, Outubro 20, 2009
Terça-feira, Outubro 13, 2009
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
método de Hondt
| Método de Hondt - aplicação didactica face aos resultados da freguesia de Argivai 2009 | |||||||
| autor. Renato Gomes Pereira | nove deputados a atribuir | ||||||
| Partido | resultado | divide por 1 | por 2 | por 3 | por 4 | por 5 | …até 9.. |
| PPD-PSD | 470 | 470 | 235 | 156,66 | 117,5 | 94 | |
| PS | 405 | 405 | 202,25 | 135 | 101,25 | 81 | |
| UEA | 379 | 379 | 189,5 | 126,33 | 94,75 | ||
| CDU | 39 | 39 | |||||
| o que tiver o maior resultado da divisão põe o deputado: | |||||||
| PSD | 1º- 470 | 4º - 235 | 7º- 156,66 |
| |||
| PS | 2º -405 | 5º- 202,25 |
8º – 135 | ||||
| UEA | 3º - 379 | 6º -189,5 | 9º -126,33 | ||||
Domingo, Outubro 11, 2009
Autárquicas 2009
Câmara Municipal
da Póvoa de Varzim
| PPD/PSD | | 5 | |
| PS | | 3 | |
| CDS-PP | | 1 | |
| PCP-PEV | | ||
| B.E. | | ||
| EM BRANCO | | ||
| NULOS | | ||
ARGIVAI resultados
Freguesia de Argivai
| PPD/PSD | 40.98 | 545 | ||||
| PS | 38.27 | 509 | ||||
| CDS-PP | 9.1 | 121 | ||||
| B.E. | 4.74 | 63 | ||||
| PCP-PEV | 4.06 | 54 | ||||
| Totais | 97.15 | 1.292 | ||||
| EM BRANCO | 1.73 | 23 | ||||
| NULOS | 1.13 | |||||
Câmara Municipal
Sábado, Outubro 10, 2009
Sexta-feira, Outubro 09, 2009
Quinta-feira, Outubro 08, 2009
Carlos Alberto Contreiras Gouveia
PROTO-CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA de ANGOLA
http://partidorepublicanodeangola.blogspot.com/ PREA
Blogger: Perfil do usuário: Carlos Alberto Contreiras Gouveia
Este Angolano Pediu recentemente
Asilo Politico em Espanha…
Carlos Alberto Contreiras Gouveia
PROTO-CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA de ANGOLA
http://partidorepublicanodeangola.blogspot.com/ PREA
Blogger: Perfil do usuário: Carlos Alberto Contreiras Gouveia
Este Angolano Pediu recentemente
Asilo Politico em Espanha…
Terça-feira, Outubro 06, 2009
O mercado foi nosso…
MUDANÇA , MUDANÇA
por José Costa
Assunto: O Mercado foi nosso...
Obrigado a toda esta equipa fantástica.
Vamos em frente,
Temos umas eleições para ganhar!
...por 100 anos que viva não me esquecerei da imagem que hoje retive na nossa visita ao mercado:
a comitiva do psd, cabisbaixa e silenciosa, a passar no mercado que em peso gritava: "Mudança! Mudança!"
Domingo, Outubro 04, 2009
a nova lei dos Cintos de segurança
Lei efectiva em todos os Países desde 01JAN2009
O Conselho Nacional de Segurança na Estrada fez testes exaustivos com o novo Cinto de Segurança
Os resultados mostram que os acidentes podem ser reduzidos tanto como 45%, quando o cinto é convenientemente instalado
Instalação correcta ilustrada mais abaixo...
Por favor encaminhe para a família e amigos. ISTO PODE AJUDAR A SALVAR MUITAS VIDAS!
Sábado, Outubro 03, 2009
Liberdade no feminino
A LIBERDADE E O SER LIVRE
A Mulher Liberta não é escrava de si,
nem dos outros…
A Mulher Livre não oprime, nem se exibe
é-o na imanência do ser humano em que vive
a sua alma..
Muitas Mulheres Femininistas, acorrentam-se
na ideia de que querem a liberdade e a igualdade…
Nessa busca do além e do aquém, em golpes de asa,
Ferem-se e ferem tudo o que as rodeia e as protege e apoia
Nesse esvoaçar frenético matam os seus rebentos…
Tolhem a sua natureza de mães e de esposas,
De educadoras e de modelo de virtudes,
Coragem e humildade…
A Mulher Liberta vive com os outros, semeia e colhe,
Gera e regenera, renova e cria, dócil e meiga,
serena e humilde, na sua força de mãe e de mulher…
A Mulher Livre, não é apenas mulher,
mas sim algo de material e imaterial ,
é fonte, é caminho e é fim em si mesmo…
A mulher livre não é femininista…
N´gola Gomes
Argivai, 03.10.2009
(in “poesia incontinente”)
Sexta-feira, Outubro 02, 2009
BATRÁQUIOS, batráquios…
Este Cardeal, foi em tempos,nos anos 1973/75
meu professor de Moral no então Liceu Nacional
Paulo Dias de Novais, em Luanda…
D. Alexande Nascimento , ensinou-me
certamente muitas coisas ,e parte do que sou
também o sou por ele..sempre gostei da disciplina
de moral..mas dele o que mais recordo era a frase
de saudação logo que entrava na sala dirigia-se para
o fundo e estendendo a mão direira rodava o braço
para o lado das janelas à direita e dizia sempre:
Batráquios, Batráquios !!!
Perto estavamos nós os alunos, ao longe lá fora
fica(va) o Seminário …
Quinta-feira, Outubro 01, 2009
O BLOG do José Milhazes e o seu livro
http://darussia.blogspot.com
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
Convite para lançamento de meu livro sobre Angola
"O enfoque deste livro, como o próprio título sugere, é uma tentativa, ensaiada pela primeira vez, de colocar em perspectiva uma série de questões altamente contro-versas, e em grande parte desconhecidas, sobre um passado ainda envolto em secretismo: o expansionismo militar soviético na África Austral, mais propriamente em Angola. Para tal, o autor acedeu a documentação dos arquivos russos e entrevistou veteranos de guerra, bem como altas personalidades da política soviética. O presente volume oferece, assim, uma ampla gama de ma-térias para todos quantos se interessam pela ingerência soviética em Angola e até no Golfo da Guiné. Toda a sua estrutura se ampara, do princípio ao fim, em fontes russas, trazendo ao conhecimento dos leitores de língua portuguesa um debate que, pouco a pouco, apesar do difícil acesso às fontes, começa a despontar no firma-mento das preocupações da intelligentsia russa e a dar os primeiros frutos: o de saber até que ponto a interven-ção em África, ditada por objectivos geopolíticos e expansionistas, respondeu efectivamente aos interesses globais do Estado russo e quais as causas do seu fracasso".
O lançamento terá lugar na livraria Círculo das Letras, na rua Augusto Gil, 15B, em Lisboa (entre a Av. de Roma e o Campo Pequeno), no dia 9, pelas 18h30.
Caros leitores, serão bem-vindos.
Publicada por Jose Milhazes em 21:13
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
Uma anedota angolana…??? e não só!!!
Um menino regressa da escola cansado e faminto e pergunta à mãe:
- Mamã, que há de comer?
- Nada, meu filho.
O menino olha para o papagaio, que têm na gaiola, e pergunta:
- Mamã, porque não fazes papagaio com arroz?
- Porque não há arroz.
- E papagaio no forno?
- Não há gás.
- E papagaio no grelhador eléctrico?
- Não há electricidade.
- E papagaio frito?
- Não há azeite!
E o papagaio contentíssimo gritava: -'VIVA o MPLA!!! VIVA o MPLA'
Terça-feira, Setembro 29, 2009
A MEMÓRIA
AMNÉSIA: Distinto do esquecimento normal é o enfraquecimento ou perda total de memória .
Hipermnésia - perda da capacidade de esquecer.
Paramnésia - reconhecimento indevido ( ilusão do já visto) tomar o presente pelo passado.
A memória serve para fixar, evocar, expressar, interpretar, esquecer e distinguir
Domingo, Setembro 27, 2009
RTP Notícias - Resultados das Eleições Legislativas 2009
Distrito Porto » Concelho Póvoa de Varzim » Freguesia Argivai
Partidos % Votos Votantes
PS
41,99%
535
Deputados Eleitos
PPD/PSD
28,10%
358
Deputados Eleitos
CDS-PP
11,15%
142
Deputados Eleitos
B.E.
9,89%
126
Deputados Eleitos
PCP-PEV
3,61%
46
Deputados Eleitos
PCTP/MRPP
0,86%
11
Deputados Eleitos
PND
0,47%
6
Deputados Eleitos
POUS
0,31%
4
Deputados Eleitos
PPV
0,31%
4
Deputados Eleitos
MEP
0,31%
4
Deputados Eleitos
MMS
0,24%
3
Deputados Eleitos
P.N.R.
0,16%
2
Deputados Eleitos
PPM
0,16%
2
Deputados Eleitos
MPT-P.H.
0,16%
2
Deputados Eleitos
Abstenção na Freguesia de Argivai
Não Votaram 889 ( Apurados: 2.163 )
41.10%
Nulos: 12 (0,94%) | Brancos: 17 (1,33%)
Sábado, Setembro 26, 2009
Quinta-feira, Setembro 24, 2009
Quarta-feira, Setembro 23, 2009
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
Domingo, Setembro 13, 2009
argivai-online
ATAQUES AOS BLOGUES
Ataques aos blogues
O nosso blog argivai-online foi alvo de um ataque esta madrugada 13 de Setembro…
Felizmente conseguimos recuperar a sua configuração inicial, com a ajuda do sistema e dados gravados…
… Não sabemos qual o gozo que dá estragar o trabalho dos outros, mas não queremos acreditar que se trate de hackers ou bloggers ou similares, pois não vemos motivo para o fazerem…
Claro que O MOVIMENTO BLOGUER á escala planetária afronta com os ditadorzinhos locais, os ditadores regionais, os ditadores nacionais e os ditadores internacionais…e cada vez mais se substitui á imprensa tradicional e se furta à censura económica que hoje é apanágio dos grandes massmédia…
Mas nós não nos julgamos assim tão importantes…
Atribuimos o facto a alguma “mosca varejeira” que entrou acidentalmente nos nossos circuitos, provinda de uma qualquer “lixeira” repleta de acidez citrica em fase de transformação biodegradante, ou reciclável….
Sábado, Setembro 12, 2009
LIÇÂO DE SOBERANIA
E não é que funcionou mesmo!
Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos
CIDADANIA
Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos
*LIÇÃO DE CIDADANIA* *Esse é o exemplo que deve ser seguido...
Tomara que essa moda pegue...
Mas prá isso necessita ser divulgado...
Veja o município Bom Jesus do Itabapoana .
Devido ao baixo nível do candidato,de um total de 26.863 eleitores que
compareceram às urnas, 20.821 eleitores conscientes decidiram anular o
seu voto ...
Um exemplo para o mundo...*
É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!
Os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%). Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.
O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.
O TRE terá que fazer nova eleição e o candidato reprovado não poderá ser candidato novamente.
O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia.
Até a Globo NADA FALOU. Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?
Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?
Já que a imprensa está comprada por estes políticos corruptos, vamos fazer a nossa parte. Divulgue isso para o maior números de pessoas de sua lista.
Domingo, Setembro 06, 2009
Sábado, Setembro 05, 2009
SUMO DE LIMÃO COM MARACUJÁ E MORANGO
Quarta-feira, Setembro 02, 2009
Sábado, Agosto 29, 2009
SUB-RECTUS insultuoso
A “Cosmética Politica”,chama-se a mordaçar
de consciências…Claro que algo cheira muito mal
no interior dos partidos, de “todos eles”…
com maior ou menor democracia interna…
O Legislador não se soube impor e normativizar
adequadamente , não só na limitação dos mandatos
que assume particular aquidade a nível autárquico…
Quando quer o legislador adequa o normativo á aplicabilidade
imediada da lei…não foi o caso da lei da limitação dos mandatos…
Claro que não estou aqui acondenar ninguém dos candidatos
ou eleitos locais, que continuam a candidatar-se…
Se fosse vivo, Salazar tambem poderia o fazer,
se o excesso de idade o não proibisse…
Mas se um candidato a Presidente da republica não pode ter um terceiro e
um quarto mandato consecutivo, mas apenas intercalar esses mandatos
porque razão esse principo de “defeso” politico não é igualmente aplicável
aos demais cargos politicos de candidatura e eleição directa por sufrágio universal?
E já agora porque não pode cada eleitor votar nos candidatos autárquicos propostos
nominalmente enão por listas…É que o antónio x , último da lista do partido w
pode até ser melhor aos olhos de cada eleitor nessa lista para presidente ou
deputado do que aquela “avantesma”(passe a expressão…)
que o partido “vai-se lá saber porquê”
escolheu para cabeça de lista…
Claro que comportamentos desses
( E é muito dificil aos partidos elaboral listas de candidatos,e
internamente é um martirio para quem tem esse
honrosos dever dentro da máquinas partidárias…)
não deixam de ser subreptciamente insultuosos
para os eleitores votantes que não podem escolher
o prato que vão provar, mas apenas podem comer
o prato que lhes apresentam. a mais das vezes nada apetecível…
ou as “coisas” mudam rápidamente ou..não sendo o voto obrigatório
cada vez mais o Reino se despovoará em dia de eleições
e os abstensus serão a maioria efectiva…
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
O DESENVOLVIMENTO DAS FREGUESIAS
CDS PP Póvoa de Varzim - Candidatos
O CARTAZ…
a foto abaixo nasceu hoje em frente à minha varanda…
pena que o CDS não tivesse optada por brindar às quotas “pour les femmes”…
porém ainda bem que não é o cartaz da “Manuela” ..Uf que alivio… e
que susto seria todas as manhãs…Assim sempre posso enviar ao Jorge Quintas
um manguito todas as manhãs que acordar chateado ou um olá nos dias de Sol…
Eis o cartaz:
Domingo, Agosto 23, 2009
Sábado, Agosto 22, 2009
DESPORTO CONCELHIO
C.C.C. O Comité Concelhio de Colectividades
PPATL – plano de promoção de atletismo
e outros planos….
O Comité Concelhio de Colectividades, surgiu na sequência de reuniões informais ente associações que participavam de iniciativas desportivas, recreativas e culturais á escala do concelho e que se não reviam na Organização do Futebol Popular pois dispunham de outras modalidades quer desportivas quer culturais, entre elas o Ténis de mesa e o atletismo, par além do folclore, teatro e outras…além de que também não se sentiam á vontade comos termos ém que lhe era apresentado o auto intitulado “futebol popular”, nomeadamente as arbitragens e as pesadas multas que levavam grande parte dos subsidios obtinos diurante os anos…
No entanto e apesar dos “esforçados” esforços colectivos nunca conseguiu medrar no concelho uma “federação concelhia de colectividades que albergasse outras actividades que não o futebol…
E nesse sentido o Futebol Concelhio, em virtude da sua forma organizacional acritica e autoorganizada à margem do controle colectivo total das associações a que se dirige tem sido castrador do desenvolvimento harmonioso e popular de outras actividades quer culturais quer desportivas, para onde muitas associações do concelho estão mais vocacionadas, além de que sendo perdominante a profusão de grupos de futebol nas areas populosas citadinas-mormente a freguesia da Póvoa de Varzim, forçam as outras freguesias que dispõem de campos de futebol e instalações próprias ou cedidas a partilhar com aqueles os seus espaços, causando perturbação, sobre utilização e até prejuizos vários ás associações das freguesias, não permitindo o seu desenvolvimento mais pacifico e harmonioso…
Meritório tem sido porém o esforço a associação de futebol que gere o interfreguesias, no estrito sentido do desenvolvimento da modalidade a que se refere, embora se possam apresentar algumas ineficiências mais resultantes dos intervemnientes da referida modalidade (dirigentes, arbitros, jogadores, e publicos)do que do ponto de vista organizacional e logistico…
Meritório também o trabalho da entidade que gere o Atletismo popular e o Ténis de Mesa popular…
Acreditamos e sabemos que o Pelouro do Desporto da Póvoa de Varzim ao longo de muitos anos tem vindo a desenvolver um vasto trabalho, de cuja génese nós aqui hoje criticos também fizemos parte…nõa pactuando contudo como apoio a infra estruturas de carácter profissional quer no ãmbito recreativo quer desportivo por entendermos- que o profissional do desporto- não deve ser apoiado pelas verbas desportivas mas sim por aquelas que sejam destinadas ao espectáculo, ao exemplo do teatro profissional, do cinemaprofissional e da tauromaquia…
Terça-feira, Agosto 18, 2009
ARGIVAIonline
Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
O bomerang
O PS entregou as listas no tribunal, dizendo à saída o Dr R.Matos: _"Gostaria de enaltecer a coragem de todos os candidatos socialistas que, não precisando da política para viverem, fazem falta (...)"
Retirado forçadamente do blog do Miguel –argivaionline,
que não se confunde com o nosso argivai-online
ele é um “auto-arbitrário” mas essa do BOOM –RANG é original e bem encaixada na politica…mas pelos vistos foi o próprio Miguel o seu lançador!!! Eh! Eh! Eh!
Vês meu tou-te a dar “espaço”….
ESTE é o real e inalcansável sumo da laranja?
Domingo, Agosto 16, 2009
Quinta-feira, Agosto 13, 2009
Segunda-feira, Agosto 10, 2009
Quinta-feira, Agosto 06, 2009
Quarta-feira, Agosto 05, 2009
Terça-feira, Agosto 04, 2009
Sábado, Agosto 01, 2009
A PARÁBOLA DO MARACUJÁ

A parábola do maracujá cabe aqui perfeitamente...
Num pé de maracujá está um maracujá - se tivesse consciência o maracujá sabia que existia...
Passa o 1º homem e olha para o pé de maracujá e como este está coberto por folhas atendendo ao ângulo por onde espreita não o vê...
Passa o 2º homem e vê um maracujá...
Encontram-se mais adiante e falam do pé de maracujá e teimam entre si que não existe nenhum maracujá nele, e que existe pelo menos um maracujá nele...
Um 3º homem, que escuta a teima/discussão vai ao pé de maracujá e colhe o maracujá e vem a dirigir-se para o grupo para assim acabar a discussão.
Entretanto, o 1º e o 2º homem concordam em regressar ao pé de maracujá para confirmar quem tem razão...
O 2º homem face á ausencia de qualquer maracujá no pé de maracujá rende-se à evidência de que no pé de maracujá não existe maracujá nenhum e dá razão ao seu adversário...
Cruzam-se de seguida com o 3 ºhomem, que lhes mostra o maracujá colhido entretanto daquele pé de maracujá e nem o 1º, nem o 2º homem, acreditam que aquele maracujá que ele tem na mão tenha sido entretanto colhida daquele pé de maracujá...
moral da história:
quem diz a verdade passa muitas vezes por mentiroso...
A PARÁBOLA DO MARACUJÁ
A parábola do maracujá cabe aqui perfeitamente...
Num pé de maracujá está um maracujá - se tivesse consciência o maracujá sabia que existia...
Passa o 1º homem e olha para o pé de maracujá e como este está coberto por folhas atendendo ao ângulo por onde espreita não o vê...
Passa o 2º homem e vê um maracujá...
Encontram-se mais adiante e falam do pé de maracujá e teimam entre si que não existe nenhum maracujá nele, e que existe pelo menos um maracujá nele...
Um 3º homem, que escuta a teima/discussão vai ao pé de maracujá e colhe o maracujá e vem a dirigir-se para o grupo para assim acabar a discussão.
Entretanto, o 1º e o 2º homem concordam em regressar ao pé de maracujá para confirmar quem tem razão...
O 2º homem face á ausencia de qualquer maracujá no pé de maracujá rende-se à evidência de que no pé de maracujá não existe maracujá nenhum e dá razão ao seu adversário...
Cruzam-se de seguida com o 3 ºhomem, que lhes mostra o maracujá colhido entretanto daquele pé de maracujá e nem o 1º, nem o 2º homem, acreditam que aquele maracujá que ele tem na mão tenha sido entretanto colhida daquele pé de maracujá...
moral da história:
quem diz a verdade passa muitas vezes por mentiroso...
Quinta-feira, Julho 30, 2009
Quarta-feira, Julho 29, 2009
OS RECURSOS HIDRICOS…
REGULARIZAÇÃO
Situações existentes a 31 de Maio de 2007
OBJECTIVOS:
- Permitir uma melhor gestão dos recursos hídricos
- Registo completo e actualizado das utilizações existentes
Regularização obrigatória:
- Todas as captações, em domínio particular, com potência de meios de extracção superiores a 5 cv
- Descarga de águas residuais domésticas com infiltração no solo (fossas)
| Não existe qualquer taxa administrativa associada a este processo |
Regularização facultativa:
- As captações de águas subterrâneas (furos, minas e poços), com potência de meios de extracção inferiores a 5 cv
| Vantagens da regularização para o utilizador: · Proteger as captações já existentes de outras futuras, eventualmente conflituantes · Garantir os direitos do uso do recurso
|
| Não existe qualquer taxa administrativa associada a este processo |
Segunda-feira, Julho 27, 2009
Terça-feira, Julho 21, 2009
O PODER DO SILÊNCIO
Cidadania
O meu contributo para avivar a memória dos meus amigos democratas, na esperança de que com esta atitude combateremos o flagelo da abstenção.
Nas próximas eleições legislativas é preciso escolher, não basta protestar ou mostrar o nosso descontentamento. Isso foi feito nas eleições europeias. A escolha põe-se, goste-se ou não, entre o Partido Socialista ou o PPD/PSD.
Trata-se do nosso futuro, em tempo de crise aguda internacional, que está longe de ter passado. Tornar o nosso país ingovernável - ou entregálo nas mãos da Direita, que conhecemos bem, de experiências infelizes que não devemos esquecer - , pode ser um acto de grande irresponsabilidade. Quem não se lembra de Manuela Ferreira Leite - Ministra da Educação de Cavaco Silva ou Ministra das Finanças de Durão Barroso e Santana Lopes?....
O direito a votar foi difícil de conquistar. Os regimes democráticos vivem da participação de todos, por isso considero legitimo que nos interroguemos sobre o direito à abstenção: será que os abstencionistas pensam que ao demitirem-se do dever de fazer escolhas com o seu voto, estão a contribuir para um Mundo melhor? Na realidade não foram os 63,22% de abstenção, nas eleições europeias, que contribuiram para uma Europa mais forte e Social.
Quem é a favor de uma nova ética económica e social, de uma regulação dos mercados e das finanças diferente da que conduziu à crise, deve ficar apreensivo com o reforço do Partido Popular Europeu, onde está inscrito o PPD/PSD e o CDS/PP.`
É no mínimo insólito que nas eleições europeias a escolha dos eurodeputados para o Parlamento Europeu foi feita por cerca de 30% dos portugueses com capacidade eleitoral.
Eu sou consciente dos meus deveres de cidadania, eu voto!
José Moreira da Costa
Sábado, Julho 18, 2009
Sexta-feira, Julho 17, 2009
Quinta-feira, Julho 16, 2009
HINO DA UNIÃO
HINO DA UNIÃO
(Refrão)
Vamos vencer
Vamos ganhar
Qualquer lugar
Sempre a dançar
1
Sem ninguém a igualar
A correr ou a saltar
Toda a vitória se esfola
Com um livro e uma bola
2
À União Desportiva
E Cultural de Argivai
Nesta altura festiva
Seu belo hino cantai
3
Azul e amarelo vestida
Óh união, óh união
De Argivai tão querida
Canta lá este refrão (refrão)
4
Os Ranchos dançam
No largo do Padrão
No campo jogam
Os moços da União (refrão)
5
Meus olhos atrai
Òh linda Argivai
Poveirinha bela
Azul e amarela (refrão)
6
Ser poveirinho de gema
Em Argivai ter nascido
Que alegria suprema
Em união ter vivido
(Refrão)
Vamos vencer
Vamos ganhar
Qualquer lugar
Sempre a dançar
Sábado, Julho 11, 2009
Sexta-feira, Julho 10, 2009
Terça-feira, Julho 07, 2009
ENCONTRO com D. SEBASTIÃO
Encontro com D. Sebastião
As ondas baloiçam
no mar da Póvoa.
O mar enrola na areia
e tráz consigo uma caravela
Eis que chega D. Sebastião
O ETERNO RETORNADO.
Segue sempre em frente
na sua satisfação insatisfeita
Encontro-me com ele numa esquina:
- Que me queres Pá? Conheço-te de onde?
-Amigo sou SEBASTIÃO “o Desejado”..
-Tu ?! Não brinques comigo !!!
Chegou D. Sebastião barbado
e cabelo grande…
Chegou D. Sebastião mais parecido
no vestir e na forma com um hippy…
Se és D. Sebastião
se és meu amigo,
fala comigo!
Diz-me então porque voltaste!
Voltei porque a raposa matreira
me disse que aqui os rios cantavam
e que tudo nascia e não morria
como em eterma Primavera !
Sim és D. Sebastião.
Sonhas sempre! sonhas Sempre!
Serás sempre Jovem! sempre o Serás!
Agora Vê !Que vale sonhar Sebastião?
Sim dizes bem
que vale sonhar!
pois vale para acordarmos depois
e sentirmos como eu agora-triste
triste por ver que as pedras emagrecem
no desgastante andar dos famintos
pelas calçadas.
triste por ver que as folhas continuam
a envelhecer…
…que tudo morre…
…e nada chega a VIVER !!!
Póvoa de Varzim, 23 de Agosto de 1976
in” Poesia Incontinente- ngola gomes
renato gomes pereira “
Domingo, Julho 05, 2009
Nada tenho contra este homem…
Desejo-lhe um bom percurso politico,-e já lho disse pessoalmente.
O mesmo desejo aos seus colegas
candidatos pela primeira vez…
E não os apoio..não é por ele…nem pelos outros…
[noutras circunstâncias,
ou noutro partido
teriam o meu voto],
…mas por alguns “compadres e comadres”
que não “Largam o Taixo”
Prezo muito a limitação dos mandatos
e a rotatividade …
PARVOS e Trengos? Não …Ignorantes !!!
Claro que é por Ignorância… Só pode ser…
Por falta de Instrução…por Arrogância e por
por Renitência, não acreditamos?
Não ouvir a oposição…
votar em causa própria…
alienar património publico?
ameaçar os adversários?
insultar o público descontente?
demolir apressada e arbitráriamente
o objecto do abaixo assinado?
Quem tem medo do “lobo mau”?
Claro que é por ignorãncia !!!
Quarta-feira, Julho 01, 2009
garatujando
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
...
A praia da Póvoa ou a aberração em que a transformaram
CARTA ABERTA
AO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA
DA PÓVOA DE VARZIM
Senhor Presidente,
Entendo ser um dever cívico, que exerço na qualidade de cidadã e de poveira, este que me impele a fazer participação pública de um roubo de que fui vítima, praticado à luz do dia e à vista de todos, na terra em que nasci.
Imponho-me, pois, a incontornável obrigação de o denunciar.
E, ao fazê-lo, manifesto também o meu veemente protesto por terem sido criadas condições que levaram a que esse roubo se concretizasse.
Se o faço endereçando esta carta a V.Exa., Senhor Presidente, é por ser o Senhor quem detém a responsabilidade máxima da gestão dos interesses da Póvoa.
Faço-o, no entanto, convicta de que, neste caso concreto, a culpa não cabe só a um Presidente de Câmara, a uma Assembleia Municipal, a um responsável pela Capitania do Porto, a um responsável pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira.
A culpa do que se passou cabe a todas estas entidades, sim!
Mas cabe também aos poveiros. Ao povo da Póvoa!
A culpa do que fizeram à minha, à nossa Terra, cabe a todos e a cada um dos que com as suas acções ou o seu silêncio, desinteressado ou cúmplice, permitiram o que aconteceu.
E o que aconteceu, Senhor Presidente, foi o terem-nos roubado o mar!
Sobre a areia da praia, desde o seu ínicio frente ao Casino até às Piscinas, foi construída uma cortina de casotas e caixotes de grandes dimensões, em materiais diversos pintados de castanho escuro, que impede a nossa tão antiga, tão profunda, tão essencial relação com o Mar.
Dizem-me que as casotas são apoios de praia. Agrupadas quatro a quatro, ali se guardam os tarecos dos banhistas, ali existe um quarto de banho, ali se inventou um bar.
Bem, que sejam necessários apoios de praia, entende-se.
Que tenham que ter aquelas dimensões e ser naquela quantidade e que tenham sido pintados daquela cor, não!
Dizem-me, também, que aqueles indescritíveis caixotes são cafés.
Ao longo de todo o areal da praia de banhos, entre casotas e caixotes foi permitida a instalação de cerca de cinquenta -pasme-se!- serviços de bar!
Mas haverá alguém, a quem genuinamente interesse o bem da Póvoa e da sua comunidade, que concorde com tão despudorada usurpação dos seus mais elementares direitos?
O Senhor, que tem feito pela Póvoa obra que a valoriza e o valoriza, o Senhor dorme descansado, Senhor Presidente?
O que me roubaram foi, pois, o mar! Roubaram-nos o mar!
Entre barracas de praia e esta proliferação de construções, cortaram-nos o prazer único de desfrutar da vista do mar.
E a Póvoa sem o mar não é a Póvoa!
Quem vai pelo Passeio Alegre em direcção ao Norte tem, à esquerda, aquela cortina escura de caixotes e casinhotos ,e à direita, porta sim, porta não, uma loja de produtos chineses.
A Póvoa está descaracterizada. Adulterarada. Esvaída da alma que a animava!
Eu não vivo na Póvoa mas sou da Póvoa.
Sou filha, neta e bisneta de poveiros.
Esta terra não é só a terrra onde nasci. Esta terra é a minha raiz!
E o mar, o mar da Póvoa, Senhor Presidente, não é pertença de Governo nenhum!
Não é pertença de Câmara nenhuma!
Não é pertença de Partido Político nenhum!
O mar sempre esteve aqui para que dele e com ele vivêssemos. Para que nele lavássemos os olhos. Para que nele nos revigorássemos. Para que nele nos reinventássemos.
A areia grossa, dourada, sempre deixou que espreitassemos o enlevo com que o mar nela se enrola. Sempre nos deixou olhar a ternura com que ele colhe na lonjura os beijinhos que, apaixonado, lhe vem, depois, espalhar pelo regaço.
É pois, aqui, que o mar tem de estar. Aqui! Diante dos nossos olhos!
E a areia tem de voltar a cheirar a algas e a maresia, Senhor Presidente. Não podemos admitir que passe a exalar o cheiro nauseabundo dos interesses privados!
Sabe, o Senhor, o que deveras me surpreende? Sabe o que deveras me magoa?
Pois é este constatar que a minha gente, que porta como herança, no sangue, a bravura dos homens do mar, se deixa ficar, assim, numa confrangedora inércia, a assistir ao roubo do que de mais importante possuímos.
Ora vejamos: Eu participo com os meus impostos para que o Senhor Presidente zele pelos interesses da minha terra. Não para que a destrua.
O que posso eu, então, fazer perante esta situação?
Bem, posso começar por manifestar a minha indignação. É o que estou fazendo.
E posso, também, seguir a sugestão que me fica da leitura de uma carta que um pobre homem da Póvoa de Varzim um dia escreveu ao Dr. Pinto Coelho, que era, à época, director da Companhia das Águas de Lisboa.
Deixe-me ter a ousadia, Senhor Presidente, de fazer minhas as palavras de Eça de Queirós:
Eu obriguei-me para com V.Exa. a pagar a despesa de uma encanação, o aluguer de um contador e o preço da água que consumisse. V.Ex.ª, pela sua parte, obrigou-se para comigo a fornecer-me a água do meu consumo. V. Ex.ª fornecia, eu pagava. Faltamos evidentemente à fé deste contrato: eu, se não pagar. V. Ex.ª, se não fornecer.
Se eu não pagar, V.Ex.ª faz isto: corta-me a canalização. Quando V.Ex.ª não fornecer, o que hei-de eu fazer, Exmo. Senhor?
É evidente que, para que o nosso contrato não seja inteiramente leonino, eu preciso no caso análogo àquele em que V.Ex.ª me cortaria a mim a canalização, de cortar alguma coisa a V.Exa.ª...Oh! e hei-de cortar-lha...
Eu não peço indemnização pela perda que estou sofrendo, eu não peço contas, eu não peço explicações, eu chego a nem sequer pedir água! Não quero pôr a Companhia em dificuldades, não quero causar-lhe desgostos, nem prejuízos!
Quero apenas esta pequena desafronta, bem simples e bem razoável, perante o direito e a justiça distributiva: quero cortar uma coisa a V.Exª.
Rogo-lhe, Exmo. Senhor, a especial fineza de me dizer, imediatamente, peremptoriamente, sem evasivas, nem tergiversações, qual é a coisa que, no mais santo uso do meu pleno direito, eu possa cortar a V.Exª.
Tenho a honra de ser
De V.Exa.ª
Eça de Queirós
Sem outro assunto de momento sou, também eu, de V.Exa.,
Atenciosamente,
Libânia Feiteira
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publicado por garatujando às 16:05
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Adicionar ao SAPO Tags |De DIMAS MAIO a 27 de Junho de 2009 às 23:04
O que te queria dizer, é que ,estou perfeitamente de acordo com a Libânia
na carta ao Presidente da Câmara.
Aquilo, penso eu, foi inspirado em autênticos espigueiros.
Por isso, não ficariam tão mal numa praia fluvial .
E agora, aquelas 2 grandes barracões ... Que de madeirame ali vai !
Que raio de mostrengos !
E dizia-se que seriam construções ligeiras !...
Abraço.
--
Dimas Maio
Terça-feira, Junho 30, 2009
M U I T O G R O S S O: Rafeiros Politicos...
30 Setembro 2006
Rafeiros Politicos...
O Cão de Fila...
Desde já se avisa que este Blogue não
pertence a nenhuma organização politico-
partidária autárquica ou similar e muito
menos é porta-voz de qualquer de outros
interesses que não sejam os dos seus
ideários...que podem cherar muito mal
e saber bem pior...
A todos esses rafeiros politicos
alçamos a pata para mijar
nas perneiras e inundar os sapatos...
"Vivam os Direitos dos Animais,
não nos vendam e, nem se vendam!"
http://www.netcaca.pt/pag/art/declaracao_universal.htmPUBLICADO Por UNIVERSALEX @ Sábado, Setembro 30, 2006
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Sexta-feira, Junho 26, 2009
lino braga: Tudo vale a pena se a alma não é pequena
Domingo, 5 de Abril de 2009
Tudo vale a pena se a alma não é pequena
Achas que vale a pena ir a esta Assembleia? Ou vai continuar o enxovalho a quem pensa de maneira diferente?
Eles...a Junta...nem se dignam responder aos emails que lhes mando!!!Quando eu envio emails para qualquer entidade, mesmo embaixadas de países que prendem e que matam arbitrariamente...tenho sempre pelo menos uma resposta diplomática...
Claro que eu não gosto de hipocrisias...e pelo menos disso parecem sofrer pouco...embora não estejam livres...
Transcrito de In Veritas, 3 de Abril de 2009
Boa tarde, Renato.
Claro que vale a pena ir à Assembleia, és um qualificado cidadão de Argivai, com muito para dar à terra, tens o dever de participar na vida cívica, porque Argivai precisa de ti.Não deves abdicar dos teus direitos, acho que a autarquia tem a obrigação de responder às tuas questões, aliás, as informações que pedes deviam ser do conhecimento público, tanto quanto eu saiba em Argivai não há segredos de Estado.
Parafraseando o nosso poeta Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena se a alma não é pequena".Transcrito de lino braga, 3 de Abril de 2009
A alma não é pequena...mas a mesquinhez deles é grande...tiveste o exemplo disso no comportamento quer do Presidente da Mesa da Assembleia quer na Secretária. Eu tive especial cuidado de perceber a maldade e parcialidade da filha do Adolfo quando leu a parte do acordo dos CTT que se referia ao sigilo entre as partes. Claro que esse sigilo tem a ver com o segredo da própria correspondência e demais actividades afins na protecção dos direitos de terceiros (que são os clientes, neste caso os remetentes e os destinatários das referidas correspondências e encomendas, etc. etc. etc...), inferir disso que o contrato entre a Junta e os CTT é de carácter sigiloso...isso é uma arrogância e petulância a todo o tamanho. Ainda dizes que devo continuar a "dar pérolas a porcos"?
Compreendo a tua atitude e apoio-te a ti, ao Rogério e ao Domingos e aos demais que lutam desinteressadamente, sem estar à espera das benesses que o "trabalho temporário" que o oportunismo político hoje oferece...e a vida não está fácil...e mais a mais a "cavalo dado não se olha o dente"...
Mas eu sempre gostei de dignidade na politica...aquela que havia antigamente - lembras-te que fomos dos primeiros a participar no primeiro recenseamento da população eleitora na freguesia de Argivai após a constituição de 1976. Era Secretário da Junta salvo erro o Sr Rogério sogro do Rogério Poço? O Presidente ou era o Delfim Torres ou o Sebastião... lembras-te que as pessoas iam para as mesas de voto... não recebiam nada por isso estavam lá o dia inteiro, e a menos que o Lino do café ou o Fernando da loja fossem lá deixar um vinho do porto e umas bolachas não havia mais nada do que o alivio de cumprir um dever cívico.... e até o Presidente da Junta nem sequer recebia ajudas de custo quanto menos remuneração alguma. Esses desse tempo merecem a reforma...
Transcrito de Cá Fico, 3 de Abril de 2009
Oh pá !!! eu ontem só não perdi tempo porque fiquei finalmente a saber? (será que fiquei?... apenas foi lido e não sei se a filha do presidente da junta leu ou não todas as cláusulas, acredito que sim?...mas... e se não leu? como vamos provar que o não fez? ninguém teve acesso ao documento original...) que o terreno em causa afinal foi doado à Argevadi por direito de Superfície Perpétuo...
A única coisa positiva é que as construções aí edificadas do que entendi (mas precisava ainda de ler a escritura mais atentamente aí umas quatro vezes para perceber as vírgulas e os pontos... quer-me parecer que a senhora de tão cansada e enfastiada não fez a pontuação adequada...) revertem para a Junta de Freguesia. E por aí haverá uma Nua propriedade atípica, onde o Usufrutuário dessas construções será a Argevadi ou a quem as parcerias entretanto assumidas sejam em cada momento atribuídas...e nessa parte é um bom contrato. A parte péssima, assim de relance, parece-me ser em caso de incumprimento por parte da Argevadi pouca possibilidade prática terá a autarquia de reaver os terrenos, melhor seria em vez de direito de superfície ter optado pelo direito de usufruto...porque quanto a mim vai ser muito difícil a qualquer junta futura mesmo pela via judicial conseguir o retorno dos terrenos...pois que entretanto forçosamente outros terceiros terão direitos de crédito sob a Argevadi e não só e até garantias reais - hipotecas, direitos sobre direitos, penhoras e outras chatices...que permitirão providências cautelares, moratórias, etc. etc...
Saber se a posse dos terrenos por parte da Argevadi é de boa ou má fé tendo em conta a oposição da UEA e as fragilidades de todo o processo negocial, desde a aprovação em assembleia de freguesia...ao deficiente ou menos eficiente substrato inicial da IPSS, poderão ser factores a beneficiar no futuro a devolução dos mesmos. Mas existem sempre factores imponderáveis, um deles é a alteração anormal das circunstâncias, por exemplo se o estado não der o dinheiro, se o empreiteiro construtor falir...que darão razão à Argevadi. Também se pode dar o caso da Argevadi ser uma pessoa de bem e devolver os terrenos, mas os seus credores não deixarem isso acontecer e na primeira linha teremos a segurança social o fisco e claro está os trabalhadores e assalariados da Argevadi que o único bem palpável que podem agarrar-se para fazer-se pagar é esse direito de superfície perpétuo.
Por isso mais vale ser realista e perceber que o terreno do salão tal como o salão - já era. Já não é mais da autarquia...
Transcrito de Cá Fico, 4 de Abril de 2009
Olá Renato!
Esta maioria política faz sigilo, oculta, não presta contas aos eleitores dos Contratos e Protocolos que estabelece com terceiros, actuando como se estivessem a gerir algo privado, esquecendo-se que Argivai é de todos e a todos devem prestar contas.
Não acho recomendável esta forma de governar, porque a população deve saber o que é que a Junta anda a fazer, e esta tem a obrigação de esclarecer detalhadamente para que não haja suspeição.
A governação política deve ser transparente!Em Argivai não se está nesse patamar, mas havemos de lá chegar. Para atingirmos esse desiderato temos que trabalhar na mudança, e ela é possível, basta que não baixemos os braços neste combate.
Temos andado há anos a pedir cópias dos Contratos e Protocolos à Junta, sendo recusado sistematicamente por falta de cultura da transparência, porque o que pedimos é o que temos direito, baseado na Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, como acompanhar e fiscalizar a actividade do órgão executivo; solicitar e receber informação sobre assuntos de interesse para a freguesia e sobre a execução de deliberações anteriores, a pedido de qualquer membro em qualquer momento; apreciar a recusa, por acção ou omissão, de quaisquer informações e documentos, por parte da junta de freguesia ou dos seus membros, que obstem à realização de acções de acompanhamento e fiscalização; pronunciar-se e deliberar sobre todos os assuntos com interesse para a freguesia; etc.
Como é habitual no mandato desta maioria, recusaram mais uma vez o pedido dos deputados, em vez disso leram um documento que foi dito ser da escritura de cedência do terreno do Salão Social.
Como te disse, Renato Pereira, sou a favor da construção da Cresce em Argivai, pois é um equipamento que traz mais valias à terra.
Verifiquei que ficaste boquiaberto com o conteúdo da dita escritura, nomeadamente sobre a forma jurídica de cedência, inferida da leitura do documento pela Srª Secretária da Mesa da Assembleia, onde refere a “doação por direito de superfície perpétuo”.
Será importante dizer que para a obra ser financiada pelo programa PARES, Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, plasmado no Regulamento PARES, anexo à Portaria nº 426/2006 de 2 de Maio, não era exigida doação nem cedência de direito de superfície perpétuo, apenas se exigia que houvesse uma cedência do direito de superfície pelo prazo mínimo de 20 anos.
Pugnei, desde o início das reuniões da constituição da Argevadi, pela cedência do direito de superfície por 20 anos, após estes 20 anos a Junta de Freguesia poderia renovar, ou encontrar outra forma para que o equipamento servisse da melhor forma a população de Argivai.
Esta minha tese não vingou nas reuniões constitutivas da Argevadi.
Desta forma, fiquei isolado na tentativa de salvaguardar qualquer desmando que no futuro possa acontecer a este equipamento social.
Transcrito de lino braga, 5 de Abril de 2009
Publicada por lino braga em 10:23 AM
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2 comentários:
- CÁ FICO disse...
continua meu...Não desistas agora...
Infelismente a n´so sós nos dão razão muito depois das catrastofes acontecerem... estou farto de me darem razão "depois"... O que eu gostaria é que me tivessem dado razão "antes"...- 5 de Abril de 2009 11:28
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- IN VERITAS disse...
Meu comentário no sextante poveiro:
http://sextante-poveiro.blogspot.com/
do Comandante Figueiredo...
IN VERITAS disse...
No caso de Argivai," el presidente pistolero politico " como em muitas freguesias por esse Portugal Profundo, o cenário não muda muito...calar a oposição a todo o custo nem que seja com a ameaça e a ignominia...lançar na lama a oposição...felizmente como no caso de Argivai, a oposição não subserviente ao poder obrigou à terceira tentativa a realização da tal assembleia requerida há muito...Obrigou..pediu esclarecimento mas foi enxovalhada...felizmente que o Presidente da Junta, ex-socialista, reconheceu o erro e pediu parcialmente desculpas..revelando em parte o lado bom... Mas sabendo que haviam mais de 600 assinaturas contra a demolição do salão social de argivai nos termos em que pretendia- ou seja sem alternativa para a freguesia - apressou-se ademoli-lo mesmo antes da entrega anunciada das referidas assinaturas...
Assim se boicota " a democracia participativa" ... a auscultação daverdadeira vontade popular.. e funciona o "caciquismo" do sec XIX... Continuam a existir muitos "joãozinhos das perdizes" personagem inegualável de Julio Dinis... Porugla Oitocentista revela-se na politica com estes novos partidos "Regeneradores e Proguressistas"...
17 Março, 2009 11:12- 9 de Abril de 2009 1:37
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DOMINGOS SILVA da União Eleitoral de Argivai –UEA …tem toda a razão…
Fonte: http://www.vozdapovoa.com/noticia.asp?idEdicao=184&id=7403&idSeccao=1691&Action=noticia
Voz da Póvoa Edição de 26 de Junho de 2009
SECÇÃO: Política
UEA Criticou Actuação do Presidente da Assembleia de Argivai
Domingos Silva
A Assembleia de Freguesia de Argivai, sexta-feira, foi fértil em críticas por parte da oposição, representada pelos três deputados da União Eleitoral de Argivai (UEA), ainda na sequência dos insultos dirigidos à oposição pelo presidente da Junta, Adolfo Ribeiro, na sessão anterior, em que proferiu as seguintes palavras: “vocês são uns calhaus com dois olhos. Se tivesse aqui a p… dava-vos três tiros a todos”.
Domingos Silva, candidato da UEA à Junta de Freguesia de Argivai, criticou António Matos, presidente da Assembleia de Freguesia: “ao longo deste mandato teve um papel francamente decepcionante e demonstrou ter falta de autoridade para dirigir as sessões.
Segunda-feira, Junho 22, 2009
CASOS DE TORTURA
Relatório denuncia casos de torturas em Angola
Segunda, 22 Junho 2009 00:48
“Os militares bateram-me
apertaram-me os testículos”
Londres – O governo de Angola devia pôr fim imediato à detenção ilegal e tortura de pessoas suspeitas de actividades rebeldes no enclave de Cabinda, província de Angola rica em petróleo, anunciou a Human Rights Watch num relatório publicado hoje.
No relatório de 29 páginas, “‘Puseram-me no Buraco’: Detenção Militar, Tortura, e Processo Injusto em Cabinda,” a Human Rights Watch reporta um padrão preocupante de violações dos direitos humanos praticadas pelas forças armadas angolanas e agentes dos serviços de inteligência. Entre Setembro de 2007 e Março de 2009, pelo menos 38 pessoas foram presas arbitrariamente pelos militares em Cabinda e acusadas de crimes contra a segurança do Estado. Muitos foram sujeitos a detenção incomunicável por longos períodos, tortura e tratamento cruel ou desumano em detenção militar e foram-lhes negados direitos a um processo justo.
“As Forças Armadas Angolanas estão a cometer graves violações dos direitos humanos em Cabinda,” afirmou Georgette Gagnon, Directora de África da Human Rights Watch. “As preocupações de Angola com a segurança não justificam a tortura de pessoas ou a negação dos seus mais básicos direitos.”
O relatório da Human Rights Watch baseia-se em entrevistas realizadas em primeira mão em Março de 2009 com 20 reclusos na prisão do Yabi, em Cabinda, assim como em documentos de processos judiciais e outras fontes. Muitos dos reclusos eram são oriundos de zonas rurais do interior de Cabinda e foram detidos durante rusgas militares que se seguiram a ataques armados atribuídos à Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), um movimento separatista de guerrilha. Eles foram mais tarde acusados de crimes contra a segurança do Estado por alegado envolvimento em ataques armados atribuídos aos separatistas.
Os reclusos relataram de forma coerente à Human Rights Watch os maus tratos sofridos sob detenção militar. Um deles afirmou, “Eles levaram-me amarrado para a unidade militar do Caio e puseram-me num buraco cheio de água. Fiquei ali 19 dias... Eu insistí que era inocente.” Outro recluso afirmou: “Os militares bateram-me, apertaram-me os testículos e a minha língua com uma pinça, avisando-mepara ‘dizer a verdade’. Eu gritei de dor.”
Documentos dos processos judiciais demonstram que confissões obtidas sob tortura foram utilizadas como prova durante os trâmites judiciais e que os advogados de defesa não tiveram acesso prévio a essas “provas”.
O governo devia abandonar todas as acusações produzidas contras cidadãos, que sejam baseadas em confissões obtidas ilegalmente, tais como as obtidas sob tortura, afirmou a Human Rights Watch. A tortura é proibida em qualquer momento pelas leis internacionais dos direitos humanos, e os padrões internacionais de processo justo proibem que confissões obtidas sob coerção sejam utilizadas como prova.
A Human Rights Watch apelou ao governo de Angola que garanta que as forças armadas transferem indivíduos detidos por crimes de segurança imediatamente para as autoridades civis competentes; que as condições de detenção estejam de acordo com os padrões internacionais para a detenção antes do julgamento; e que permita julgamentos atempados e imparciais. O governo devia investigar todas alegações de graves violações dos direitos humanos cometidas por militares e elementos dos serviços de segurança, e processar judicialmente alegados autores, disse a Human Rights Watch.
O relatório da Human Rights Watch fornece mais detalhes sobre o conhecido caso de Fernando Lelo, um antigo correspondente da Voz da América que foi condenado por crimes contra a segurança do Estado num julgamento injusto, em Setembro de 2008. O relatório também recorda casos que atraíram muito menos atenção pública e arriscam ser ignorados.
Com alguma prudência pode-se afirmar que há alguns sinais de melhoria: ao contrário de Lelo e dos soldados condenados com ele, os outros reclusos acusados de crimes contra a segurança do Estado serão julgados num tribunal civil. Em Maio de 2009, um juiz do tribunal civil de Cabinda absolveu quatro desses reclusos por falta de provas; o procurador de Cabinda apelou da sentença, que ainda está pendente.
“Uma absolvição por falta de provas é um sinal positivo, mas a menos que detidos torturados sejam indemnizados e os oficiais militares responsáveis sejam punidos, há poucas garantias contra futuros abusos,” afirmou Gagnon. “O governo de Angola devia rever rapidamente a sentença injusta de Lelo e os condenados com ele, garantir o pleno direito a um processo justo aos acusados de crimes contra a segurança do Estado, e indemnizar as vítimas de tortura.”
Um acordo de paz de 2006, assinado pelo governo de Angola e uma facção da guerrilha separatista procurou terminar formalmente o conflito armado em Cabinda, que existe desde a independência de Angola em 1975. O governo angolano afirma que a guerra em Cabinda terminou. Contudo, têm continuado ataques esporádicos contra as forças armadas e trabalhadores estrangeiros, e um grupo da FLEC ameaçou aumentar a suas actividades até o Campeonato Africano das Nações em 2010, que terá lugar também em Cabinda.
“‘Puseram-me no Buraco’: Detenção Militar, Tortura, e Processo Injusto em Cabinda” disponível em:
· Português: http://hrw.org/en/embargo/node/83881?signature=9d6e1cf6948a498234fbece3f6476a43&suid=6
Relatório disponível em: · Português: http://www.hrw.org/node/83882
· Inglês: http://www.hrw.org/node/83880
Para mais informação da Human Rights Watch sobre Angola, visite:
http://www.hrw.org/en/africa/angola
Fonte: HRW
CDomingo, Junho 21, 2009
que diz Renato Matos
Fonte: ACÇÂO SOCIALISTA
ENTREVISTA
Renato Matos, candidato à Câmara da Póvoa de Varzim
“Apostar no turismo, na área social e na reabilitação urbana”
Nas próximas eleições autárquicas, os poveiros que entenderem que é “desejável e possível uma mudança” têm no PS “a única alternativa válida” ao actual Executivo camarário “sem capacidade de resposta para os problemas do município e com uma atroz insensibilidade social”, afirma Renato Matos, candidato do PS à presidência da Câmara da Póvoa de Varzim que, em entrevista ao “Acção Socialista”, aponta como prioridades do seu programa uma política de turismo “mais arrojada”, uma aposta na área social, com medidas de apoio às famílias mais carenciadas, ao comércio local e às pequenas e microempresas, e um forte investimento na reabilitação urbana.
Uma das principais bandeiras da sua candidatura é a criação da marca turística “Póvoa de Varzim”. Qual o objectivo?
A Póvoa de Varzim sempre foi uma referência no turismo nacional, sendo um destino muito procurado no Noroeste Peninsular, mas o mundo mudou, as cidades perceberam a importância para as suas economias da actividade turística e passaram a competir entre si na oferta. Os patamares de exigência na qualidade da oferta turística aumentaram e a Póvoa não conseguiu acompanhar essa mudança. Nas duas últimas décadas a cidade perdeu importância e competitividade naquele que é o sector-chave da economia local.
É, assim, vital para a economia do concelho inverter esta tendência, criando a marca turística “Póvoa de Varzim”, envolvendo o sector empresarial local e a população em geral nesse desígnio, desenvolvendo as condições para elevar para outros patamares qualitativos a oferta turística existente.
Sendo o turismo o sector-chave da economia poveira, que projectos e iniciativas tem programadas para potenciar esta área sem pôr em causa um desenvolvimento sustentável?
Com vista a elevar a qualidade da nossa oferta e atracção turísticas entendemos ser fundamental a requalificação da nossa frente urbana marítima, ampliando a marina até ao actual porto de pesca, com a criação de uma zona para restauração e locais de animação de qualidade. É fundamental a promoção de zonas de estar, convívio, socialização e diversão em zonas nobres da cidade e bem definidas através de uma estratégia que procure devolver o mar e o espaço público a uma fruição tão generalizada e diversificada quanto possível.
Neste escopo é necessária a requalificação das zonas balneares na parte norte do concelho e repensar a ocupação das praias e dos equipamentos de apoio.
Entendo ser também necessária a captação de investimentos para equipamentos de qualidade no domínio hoteleiro (SPA, talassoterapia) e a criação de uma casa museu do Mar que preencha as lacunas culturais da Póvoa.
Um das apostas da sua candidatura é a área social. Que medidas estão previstas para apoiar os cidadãos e as famílias de mais baixos rendimentos, na actual conjuntura de crise económica?
A Póvoa é o concelho do Grande Porto com menor rendimento por habitante, com menor índice de poder de compra concelhio e com a população menos qualificada. São dados muito preocupantes. Se eu fosse presidente da Câmara nesta altura estaria bastante preocupado, mas infelizmente vemos hoje uma autarquia sem capacidade de resposta para os problemas do município e com uma atroz insensibilidade social. Temos de intervir rapidamente com medidas objectivas e imediatas. Desde logo um pacto fiscal municipal extraordinário para os próximos dois anos que contemple uma diminuição do tarifário da água para pensionistas mais carenciados e para as famílias cujo agregado esteja em situação de desemprego. Da mesma forma é imperioso diminuir as taxas de ligação ao saneamento (das mais altas do país).
Para além deste pacto fiscal municipal, pretendo criar um gabinete de crise para apoio ao comércio local e às micro e pequenas empresas para estimular a economia local e incentivar a criação de emprego. Assim, pretendo isentar o comércio local das taxas de publicidade e estabelecer protocolos com o sector empresarial local com vista à contratação de desempregados do nosso concelho.
Uma das suas apostas é a revitalização do parque habitacional. Em que moldes se vai processar esse objectivo?
Quer por uma questão económica e turística mas essencialmente por uma questão social, é importante que a autarquia faça um investimento na reabilitação urbana. Acho que pode ser importante tentar encontrar formas de renovação de fachadas, sobretudo nas principais artérias da cidade (Av. Mouzinho de Albuquerque e Av. Vasco da Gama) e incentivos aos moradores para o fazerem de forma concertada e relacionada com uma imagem definida para a cidade. Por outro lado, é necessário que se incentive os proprietários na requalificação dos seus imóveis, isentando-os do pagamento do IMI por um período de dois anos após as obras. Por fim, também numa lógica social, pretendo implementar o apoio à pequena obra e à pequena reparação doméstica, que consiste num apoio da autarquia através dos seus funcionários, em parceria com as Juntas de Freguesia, para pequenas reparações nas habitações mais degradadas.
Sou também um defensor do direito à arquitectura, como tal, pretendo instituir um prémio anual de arquitectura da cidade, de forma a promover a qualidade arquitectónica dos nossos edifícios.
Quais são, na sua opinião, os principais trunfos que o PS dispõe para conquistar a autarquia?
A Póvoa de Varzim é o único concelho do distrito do Porto onde o Partido Socialista nunca ganhou nenhuma eleição. Sei, portanto, das dificuldades que me esperam, porque sociologicamente este concelho é muito conservador.
Alguns louvam-me a coragem pelo embate, mas eu não tinha era coragem de ver a minha terra ficar para trás a cada dia que passa e nada fazer.
Nas próximas eleições autárquicas, os poveiros serão confrontados com uma decisão muito simples: quem estiver contente com o rumo do nosso concelho deverá legitimamente votar no actual presidente da Câmara, quem entender que é desejável e possível uma mudança tem no Partido Socialista a única alternativa válida. O Partido Socialista na Póvoa de Varzim é composto por homens e mulheres que nos últimos anos têm, não só, feito um levantamento exaustivo dos problemas do concelho, mas também apresentado propostas que de forma séria e sustentada, possam ir de encontro aos anseios e expectativas mais legítimas da população.
É essa seriedade que depositamos no exercício da actividade política, não caindo na tentação da demagogia fácil, fazendo um esforço contínuo para consolidarmos técnica e politicamente a nossa intervenção, que faz com que cada vez mais cidadãos da nossa terra olhem para o PS como um fiel depositário das suas esperanças.
Quais as vão ser as principais prioridades do programa socialista para a Câmara?
Para além da questão social e da clara aposta numa politica de turismo mais arrojada e de acordo com o legado e as potencialidades turísticas da Póvoa de Varzim, tal como já aqui expus, o futuro programa de governo local da nossa candidatura terá uma especial preocupação com a excessiva carga fiscal municipal que a autarquia sacrifica a população, (Água, lixo e saneamento mais caros do país), procurando que essa carga fiscal seja mais de acordo com as reais possibilidades financeiras da população, assumindo assim o escopo de sermos mais exigentes na gestão dos dinheiros públicos, a começar pela alteração da política de recursos humanos da autarquia.
Outra prioridade que o Partido Socialista assumiu já há algum tempo é uma nova política de mobilidade, mais consentânea com uma melhor qualidade de vida da população, com a criação de uma rede de ciclovias, duma rede urbana e suburbana de transportes públicos ecológicos e adoptando o conceito de park and ride nas zonas limítrofes da cidade.
Outra grande prioridade da minha candidatura é a introdução de uma abordagem ou concepção do exercício do poder local, onde se instigue a participação política dos cidadãos utilizando instrumentos como o orçamento participativo e a figura jurídica do referendo local.
O que podem esperar os munícipes de Renato Matos à frente dos destinos da Câmara?
Os poveiros conhecem-me. Sabem que não apareci agora a falar dos problemas do concelho, só porque estamos num período pré-eleitoral. Tenho estado na linha da frente na defesa da minha terra mesmo quando para isso tenho que tomar posições contra o meu próprio partido, como foi o caso da luta contra a introdução de portagens na IC1.
Penso que chegou a altura de termos um Presidente que diga a verdade sobre as escolhas que temos de fazer e os problemas que temos pela frente. É por isso que nas próximas eleições o que estará em jogo é muito mais do que a vitória deste ou daquele partido, mas antes a necessidade de romper com um passado de imobilismo e narcisismo dos actores políticos. Comigo, desde logo, os poveiros sabem que haverá uma nova concepção de exercício do poder, onde se promova a participação cívica da população nas grandes opções do nosso concelho e na gestão da coisa pública.
Comigo, os poveiros sabem que terão na autarquia um parceiro nas suas ambições e não um obstáculo, como acontece agora tal a ânsia de arrecadar receita fiscal municipal. Uma autarquia que antes de ser exigente com a sua população o seja consigo mesma numa gestão mais rigorosa e transparente, onde não se confunda a gestão pública com interesses privados.
Que balanço faz da gestão do PSD no município e, nomeadamente, o aumento exponencial da despesa corrente?
A Póvoa de Varzim é o concelho do Grande Porto com menor rendimento médio por habitante e com o mais baixo poder de compra, somos o concelho com a maior taxa de saída escolar precoce e menor qualificação dos seus habitantes, mas estranhamente somos o concelho que pratica os tarifários da água, lixo e saneamento mais caros do país muito acima das reais possibilidades económicas das famílias poveiras. No entanto, mesmo praticando as taxas e licenças municipais mais elevadas do país temos uma Câmara Municipal numa situação de quase insolvência, com um aumento exponencial de dívidas aos fornecedores. Continuamos a ter um constante aumento, de ano para ano da despesa corrente, sem que daí advenha uma melhor prestação dos serviços públicos municipais.
Algo vai mal quando a autarquia é, de longe, o maior empregador do concelho, sem que se consiga atrair investimento e quando o sector chave da economia local – o turismo – decresce de ano para ano.
Quando se está muito tempo no poder ganham-se vícios, promovem-se compadrios e reproduzem-se desigualdades e infelizmente a Câmara Municipal da Póvoa espelha bem esta realidade. É por isso urgente uma nova cultura política e uma nova forma de exercício do poder local.
Sábado, Junho 20, 2009
verdades da “laranjada”….
A alta velocidade da demagogia
Vamos todos contribuir para o esclarecimento e o combate à desinformação, para que os cidadãos votem esclarecidos e reduzam a praga da abstenção.
A ALTA VELOCIDADE DA DEMAGOGIA E DO OPORTUNISMO DO PSD À CAÇA AO VOTO
O comportamentRo do PSD, em matéria de TGV, é indigno e tem todas as marcas da incompetência, da demagogia e do oportunismo.
O PSD cometeu três erros que não reconhece e de que não se arrepende ou envergonha, porque é um partido dirigido por gente sem valores
éticos:
1º. Não avançou com o TGV quando podia e devia.
2º. Assinou com o Governo de Espanha um “contrato” discutível
3º. Desrespeita as suas próprias assinaturas – e está lá a de Manuela Ferreira Leite como, Ministra das Finanças do governo de direita de então
O PSD renega por três vezes, como São Pedro, a alta velocidade que, embora tarde e a más horas, havia apoiado. Só tenta fazer parar o projecto TGV porque, acha que isso coloca dificuldades a Sócrates e rende votos «laranja». Um oportunismo saloio, apoiado nas campanhas de desinformação dos aliados na TVI e outros saudosistas dos velhos do Restelo.
José Costa
Quinta-feira, Junho 18, 2009
R. M. segredo cítrico
Quem disse que apenas a laranja tem?
RM também tem…
Quem disse que maracujá não tem?
R M não tem também?
RM vitaminado….
a toda a Póvoa fará bem !!!
Tome também RM !!!
Proteja-se do vírus do poder !!!
Terça-feira, Junho 16, 2009
União Desportiva e Cultural de Argivai — Portal da CMPV
União Desportiva e Cultural de Argivai
A União Desportiva e Cultural de Argivai foi fundada em 30 Novembro de 1988, esta Associação nasceu da fusão das associações existentes na altura na freguesia: o Centro Desportivo e Cultural de Argivai, a Associação Recreativa e Cultural de Argivai, a Associação Cultural e Desportiva Argivaiense (Argivai Futebol Clube) e a Associação Folclórica de Argivai.
O objectivo da associação é promover o convívio e camaradagem entre as pessoas através das várias actividades Desportivas e Culturais, assim como o desenvolvimento Humano e Social.
A U.D.C. Argivai tem o Desporto e Cultura como seu lema. Conta com mais de 600 associados e movimenta mais de 270 atletas, nas várias secções desportivas, Futebol, (Escolinhas, Infantis, Juvenis, Seniores, Veteranos e Feminino), Atletismo e Ténis de Mesa, (todos os escalões Masculinos e Femininos), Xadrez e Paintball, sendo esta última a mais recente da colectividade, onde já conta com inúmeros atletas.
Na vertente cultural, conta com várias secções, tais como Jornalismo, (edita o jornal a “Voz de Argivai”), Biblioteca e Dança. Também organiza Convívios de Sócios, Jogos Florais, Teatro, Queima do Judas, Magusto, Carnaval e o Festival Folclore, este último organizado pelo seu Rancho Infantil e Juvenil S. Miguel - o Anjo.
Como infra-estruturas, a U.D.C. Argivai dispõe de um parque de jogos constituído por campos de futebol de 11 e 7, balneários, bar, sala de direcção, lavandaria, enfermaria, nas instalações cedidas pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, e Sede Social com um salão para várias actividades, cedidas pela Junta de Freguesia de Argivai.
Esta associação está reconhecida como Instituição de Utilidade Pública desde 2002 e registada como tal na Conservatória de Registo Predial e Comercial da Póvoa de Varzim, com a matrícula nº5, desde 23 de Julho de 2002.
Actividades: - Atletismo
- Folclore - Rancho Infantil e Juvenil S. Miguel o Anjo
- Futebol
- Jogos Tradicionais (concursos)
- Biblioteca
- Jornal “A Voz de Argivai”
- Ténis de Mesa
- Xadrez
Espaços: Campo de Futebol e Salão Social cedidos pela Junta
Contacto: Presidente Sr. António Torre da Silva
Telef. 252 611 745 / Telem. 967 650 866
Largo do Padrão, 24
Argivai
4490-203 Póvoa de VarzimRancho Infantil e Juvenil "S. Miguel o Anjo"
Rancho de raiz rural, fundado em 28 de Abril de 1984, constituído por 35 elementos entre dançarinos e acompanhantes. Para além destes elementos há ainda os da orquestra constituída por acordeão, viola normal, viola braguesa, cavaquinhos, reco, castanholas, ferrinhos, pandeireta, bombo e rela, e os solistas com o coro acompanhante.
Organiza festival de folclore integrado nas celebrações de S. Miguel-o-Anjo – Setembro.Você está aqui: Entrada → Município → Associações → Associações do Concelho → Argivai → União Desportiva e Cultural de Argivai
Sábado, Junho 13, 2009
Confusão… ou neurónios queimados?
Durante muito tempo, não tive resposta
para o fenómeno… Sempre me habituei ao
barulho das genstes e das cidades…
quem viveu na Luanda dos anos 70, ou
noutra qualquer cidade cosmopolita do mundo
sabe que a vida corre a uma velocidade estonteante
e o barulho é próprio e natural e temos que
entabular conversa uns com os outros
no meio desse barulho de sons mecânicos e vozes humanas…
Custa-me a perceber pessoas que chamam à vida confusão…
..e que mandam calar todos, e querem silêncio
e acusam-nos de falar muito alto…
como se fossemos bestas ou animais…
Concluo que são pessoas que “fundiram a cuca” ou
tem os neurónios “queimados”
Viva o barulho exterior !!! Viva o falar alto !!!
Viva o silêncio interior… da alma !!!
Sexta-feira, Junho 12, 2009
ATLETISMO
O XXI Grande Prémio de S. Pedro
é organizado pelo Pelouro do Desporto
e pela
União Desportiva e Cultural de Argivai,
com a colaboração da Associação de Atletismo do Porto
e do Conselho Regional de Arbitragem.
No portal municipal está disponível mais informação sobre a prova,
nomeadamente os vários escalões previstos, os percursos
ou o valor das inscrições (caso se aplique ao escalão).
Os interessados podem também obter mais informações
junto do telefone 252 291 060.
Quarta-feira, Junho 10, 2009
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Sábado, Junho 06, 2009
Terça-feira, Junho 02, 2009
Domingo, Maio 31, 2009
A indecência nas gasolineiras…
Antes de começar a subida dos preços do petróleo há mais de um ano,estando o barril a 70 dólares o preço da gasolina rondava os 120 escudos pouco mais de 60 cêntimos de euro… há quase um ano atingiu próximo dos 150 dólares o barril chegando o preço da gasolina aos cerca de duzentos e quarenta escudos ( o dobro…)ou seja 1,20 euros…
Agora, a gasolina custa mais de 1,20 euros e o barril de petróleo não chega aos 66 dólares,
ou seja menos de metade de há cerca de um ano e menos 4 dólares de antes de começar a subir…
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Será que sou eu que não sei fazer contas, ou são as gasolineiras, gente indecente que nos esmifra os bolsos?
Segunda-feira, Maio 25, 2009
estatuto dos eleitos locais
LIVRE USO LUDICO-EDUCACIONAL
http://www.club-k-angola.com
http://cafico.spaces.live.com
ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS
Artigo 4.º
Deveres
No exercício das suas funções, os eleitos locais estão vinculados ao cumprimento dos seguintes
princípios:
a) Em matéria de legalidade e direitos dos cidadãos:
i) Observar escrupulosamente as normas legais e regulamentares aplicáveis aos actos por si
praticados ou pelos órgãos a que pertencem;
ii) Cumprir e fazer cumprir as normas constitucionais e legais relativas à defesa dos
interesses e direitos dos cidadãos no âmbito das suas competências;
iii) Actuar com justiça e imparcialidade.
b) Em matéria de prossecução do interesse público:
i) Salvaguardar e defender os interesses públicos do Estado e da respectiva autarquia;
ii) Respeitar o fim público dos poderes em que se encontram investidos;
iii) Não patrocinar interesses particulares, próprios ou de terceiros, de qualquer natureza, quer
no exercício das suas funções, quer invocando a qualidade de membro de órgão autárquico;
iv) Não intervir em processo administrativo, acto ou contrato de direito público ou privado,
nem participar na apresentação, discussão ou votação de assuntos em que tenha interesse ou
intervenção, por si ou como representante ou gestor de negócios de outra pessoa, ou em que tenha
interesse ou intervenção em idênticas qualidades o seu cônjuge, parente ou afim em linha recta ou até
ao 2.º grau da linha colateral, bem como qualquer pessoa com quem viva em economia comum;
v) Não celebrar com a autarquia qualquer contrato, salvo de adesão;
vi) Não usar, para fins de interesse próprio ou de terceiros, informações a que tenha acesso no
exercício das suas funções.
c) Em matéria de funcionamento dos órgãos de que sejam titulares:
i) Participar nas reuniões ordinárias e extraordinárias dos órgãos autárquicos;
ii) Participar em todos os organismos onde estão em representação do município ou da
freguesia.
(Redacção conforme a republicação efectuada pela Lei nº 52-A/2005, de 10 de Outubro, que
substituiu os anteriores nºs 1, 2 e 3 e respectivas alíneas pelas alíneas a), b) e c) e respectivas
subalíneas)
Etiquetas: legalidade
Sexta-feira, Maio 22, 2009
Segunda-feira, Maio 18, 2009
Sábado, Maio 16, 2009
Terça-feira, Maio 12, 2009
RENATO's Site - RENATO's Blog
Não resisti a publicar esta fábula que o meu camarada e amigo Carlos coelho me enviou…
Conta-se que um grupo de pessoas tinha por hábito divertir-se com o idiota
da aldeia.
Um pobre coitado, pouco inteligente, que vivia de pequenos biscates e
esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam, e ofereciam-lhe à
escolha entre duas moedas: uma grande de 50 Cêntimos e outra mais pequena,
de 1 Euro.
Ele escolhia sempre a maior mas menos valiosa, o que era motivo da chacóta
de todos.
Certo dia, um do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda não tinha percebido
que a moeda maior valia menos.
Resposta do tolo:
- Eu sei, ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a
brincadeira acaba e não vou mais ganhar a minha moeda.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:
1) Quem parece idiota, nem sempre é.
2) Quem eram os verdadeiros idiotas da história?
3) Se fores ganancioso, acabas por estragar a tua fonte de rendimento.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim o que realmente somos.
'O maior prazer de um homem inteligente é armar-se em idiota, diante de um
idiota que se arma em inteligente'. ( a esta frase meus amigos .... eu cá tiro o chapéu. BRAVO!)
Segunda-feira, Maio 11, 2009
Quinta-feira, Maio 07, 2009
Quarta-feira, Abril 29, 2009
Terça-feira, Abril 28, 2009
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Sábado, Abril 11, 2009
O IMI
Fonte: Jornal de Noticias...
Póvoa de Varzim
Casas da Póvoa de Varzim quase ao preço das do Porto
ANA TROCADO MARQUES
Morar na Póvoa de Varzim é quase tão caro como viver no Porto, semelhante a Matosinhos Sul e muito mais caro do que Vila do Conde.
Na hora de pagar o IMI os poveiros estão entre os que mais pagam no Grande Porto.
Contas feitas, a Póvoa é o município que mais excepções tem aos coeficientes de localização, um dos parâmetros que mais influência o cálculo do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), e que tornam o imposto, que entra em pagamento depois de amanhã, mais caro.
À beira mar, na Avenida dos Banhos, o coeficiente de localização de 2.2, resulta, para um apartamento com 120 metros quadrados, num valor patrimonial de 142.300 euros, o mesmo valor do que um andar idêntico na Avenida Norton de Matos, em Matosinhos Sul. Em todo o Grande Porto, só a Foz do Douro ultrapassa estes valores, com um coeficiente, na Avenida Brasil, entre os 2.8 e os 3.
Em Gaia, nas zonas da beira-mar da Madalena ou S. Félix da Marinha, os valores não ultrapassam o 1.4 e, ali a menos de três quilómetros, na vizinha Vila do Conde, a zona da Curva do Castelo, a mais cara da cidade, é 1.7, mas barato do que a zona norte da freguesia poveira de Aver-o-Mar, com 2.
Na hora de pagar o imposto, a diferença de décimas, multiplicada por uma taxa de IMI de 0,4 (o máximo permitido por lei) passa a centenas de euros: tomando como exemplo o mesmo andar, o IMI resulta em 569,20 euros na Avenida dos Banhos (Póvoa) e em Matosinhos Sul, 776,16 euros na Avenida Brasil (Porto), 439,84 euros na Curva do Castelo (Vila do Conde) e 362,24 euros em Gaia.
Mesmo no centro da Póvoa, com os regimes de excepção, chega a ter zonas mais caras do que o Porto, Matosinhos ou Gaia. É o caso das avenidas Mouzinho ou Santos Graça, com um coeficiente de 1.8., enquanto a Brito Capelo em Matosinhos tem 1.7, o centro de Vila do Conde 1.4 e 1.5 e a baixa do Porto e de Gaia 1.3 a 1.4.
As excepções resultam, depois, em mudanças radicais de valores. Assim, enquanto na Avenida Mouzinho, a poente da EN13, o coeficiente é 1.8, na Rua das Hortas (uma transversal da Avenida) baixa para 1.35. No IMI estão 113 euros de diferença.
Mesmo nas freguesias poveiras, só Rates e Estela baixam da unidade, com um coeficiente de 0,9, enquanto que, por exemplo, em Vila do Conde, as freguesias do interior se situam entre os 0,5 e os 0,8.
Quinta-feira, Abril 09, 2009
Saber Orçamentar…
Numa Sociedade Liberal o Estado tem a seu cargo tarefas políticas: moeda, policia, justiça, diplomacia, etc., e com o seu desenvolvimento deve instalar inúmeros serviços públicos...Implica pois a existência de um PODER ECONÓMICO CENTRAL nas mãos de um Governo verdadeiramente Representativo ou Parlamentar. Para Orçamentar é necessário Planificar. Tem de existir um Plano. Planificar a curto, médio e longo prazo… Basicamente tudo tem a ver com as receitas e com as despesas. Existem duas grandes atitudes a tomar: uma de estrutura e outra de conjuntura. Quando um chefe de família planifica o provimento dos alimentos diários da sua prole isso é atitude de conjuntura. Quando planifica a aquisição de uma habitação maior ou nova fonte de rendimento isso é atitude de estrutura...Existe um principio basilar ao orçamentar traduzido na necessidade do seu equilíbrio, ou seja as receitas adequadas (equilibradas) às despesas e vice versa. No entanto, os Keynesianos e outros entendem que o melhor meio de conseguir esse equilíbrio é através do défice orçamental. Os Governos podem ter defeitos negativos se não tiverem autoridade ou poder suficiente para exercer as suas funções ou defeitos positivos: os melhores governos da história foram aqueles em que a aristocracia da função publica tomou as rédeas da governação aos Eleitos ou ao Rei...modernamente chamam-lhes Tecnocracias !!!Os orçamentos dividem-se em Orçamentos de Gerência e Orçamentos de Exercício .Na gerência faz-se previsão de receitas que vão ser cobradas para as despesas que se irão pagar num determinado período financeiro; No exercício prevêem-se as receitas a cobrar para despesas a pagar em virtude dos créditos ou dividas que surgirão.
As receitas podem ser permanentes ou ocasionais, as despesas ordinárias ou extraordinárias. As Finalidades Basilares de um Orçamento são: 1- Relacionar receitas com despesas; 2– Fixar as despesas ( abertura de créditos ou serviços — as cobranças são sempre incertas); 3—Exposição do Plano Financeiro. A Unidade, a Especificação, a Universalidade e a Não Consignação são as regras clássicas de um Orçamento: as receitas e as despesas devem estar num único documento que discrimine todas as receitas e todas as despesas, não devendo quaisquer receitas ser afectadas ( consignadas—destinadas) à cobertura de despesa ou despesas em especial;e devem ser universais no sentido do “Orçamento Bruto” ou seja devem estar lá todas as despesas e todas as receitas sem quaisquer compensações ou descontos ...
O orçamento é uma previsão — a conta é uma efectivação. O balanço é o confronto do activo com o passivo de um património em determinado momento. Despesas correntes - compras de bens de consumo; Despesas de capital - Despesas em bens duradouros, aquisições de acções , pagamentos de empréstimos. Receitas correntes - Taxas, quotas, reembolso de impostos, rendas, etc. Receitas de capital - Aforro, venda de acções, reembolso de empréstimo, juros, lucros. As despesas públicas tem uma relação directa com o aumento ou diminuição da população. Para se saber se gasta mais ou menos temos que saber o rendimento per cápita. O Rendimento Nacional é igual ao Consumo menos a Produção. O Consumo faz-se com o Rendimento. O rendimento que não é gasto (consumido) é o aforro( poupança). O aforro( poupança) pode ser investido ou ser entesourado. Um aumento do investimento provoca um aumento do rendimento. Aumentando o rendimento pode aumentar o consumo, ou aumentar o aforro, ou o investimento. Deste justo equilíbrio é que podem resultar economias mais ou menos saudáveis.

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